Insatisfação com o Atendimento e Planejamento de Alta Hospitalar para Paciente Idosa pela Amil e Hospital Pasteur

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Rio de Janeiro - RJ

03/06/2026 às 16:04

ID: 250465737

Venho registrar minha insatisfação com a condução do atendimento prestado a uma paciente idosa, beneficiária da Amil e atualmente internada no Hospital Pasteur há mais de um mês.

Durante a internação, a paciente permaneceu em CTI e atualmente encontra-se em unidade de internação, apresentando um quadro clínico complexo, com limitações funcionais importantes. Segundo a própria equipe médica responsável, ela necessita de uso contínuo de oxigênio, acompanhamento fisioterapêutico, auxílio para locomoção e outros cuidados assistenciais que deverão ser mantidos após a alta hospitalar.

Apesar disso, os familiares vêm encontrando extrema dificuldade para obter informações claras e completas sobre a evolução clínica, o prognóstico e, principalmente, sobre o planejamento da alta e a continuidade do tratamento em domicílio.

Foi solicitado um relatório médico detalhado contendo diagnóstico, evolução clínica, plano terapêutico e necessidades assistenciais para o período pós-alta. No entanto, foi fornecido apenas um documento resumido, sem as informações necessárias para que a família possa organizar os cuidados futuros. Também foi informado que um relatório mais completo somente seria disponibilizado no momento da alta.

Essa situação é especialmente preocupante porque a própria equipe médica informou que a paciente não poderá permanecer sem oxigênio após a alta hospitalar. Entretanto, sem um laudo médico adequado e sem a documentação necessária, os familiares não conseguem providenciar previamente o equipamento correto para instalação na residência.

Além disso, os familiares foram orientados a buscar por conta própria informações sobre oxigenoterapia domiciliar e eventual suporte de Home Care, embora não possuam formação técnica na área da saúde. Até o momento, também não foi apresentada qualquer ******* ou encaminhamento médico para avaliação de assistência domiciliar, apesar das necessidades relatadas pela própria equipe assistencial.

Outro ponto preocupante é a ausência de orientações claras sobre como será garantida a continuidade do tratamento após a alta, considerando que a paciente possui limitações de mobilidade, necessidade de fisioterapia, dependência de oxigênio e outros cuidados que exigem acompanhamento especializado.

Também houve dificuldade para obtenção de informações sobre o acesso ao prontuário médico, sendo que os familiares precisaram buscar por conta própria os canais disponíveis para realizar a solicitação da documentação.

A principal preocupação da família é evitar que a paciente receba alta sem que os recursos necessários para sua segurança e continuidade do tratamento estejam devidamente organizados.

Diante disso, solicito que a Amil e o Hospital Pasteur esclareçam:

Quando será disponibilizado um relatório médico completo para planejamento da alta;
Quais são as orientações formais para obtenção do oxigênio domiciliar prescrito pela equipe médica;
Se haverá avaliação para indicação de Home Care ou outros recursos assistenciais necessários;
Como será garantida a continuidade segura do tratamento após a alta hospitalar;
Qual o prazo para disponibilização integral do prontuário médico solicitado pela família.

Trata-se de uma paciente idosa, em situação de vulnerabilidade, cuja alta hospitalar exige planejamento prévio e coordenação adequada entre equipe médica, hospital, operadora de saúde e familiares.

Espero uma manifestação urgente e uma solução efetiva para que a continuidade do tratamento ocorra de forma segura, responsável e compatível com as necessidades clínicas informadas pela própria equipe médica.

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