Paciente relata demora, falta de informação e interrupção de medicação no Hospital Pasteur

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Rio de Janeiro - RJ

12/03/2026 às 20:20

ID: 243131011

Recebi mensagem via WatsApp do Hospital Pasteur no dia 10/03/2026 solicitando dados para pré internação agendada para dia 11/03/2026 às 9hs, a exigência era chegar duas horas antes desta prevista. Chegamos às 7 HS, minha esposa subiu direto da recepção para centro cirúrgico às 11:00, em jejum desde do dia anterior às 21 horas. A cirurgia foi iniciada 12:20. Até então, foram uma hora e vinte minutos numa maca no centro cirúrgico em jejum, já em crise de ansiedade pela demora e falta de informação. Ao chegar no quarto tivemos a sorte de estarmos no plantão da enfermeira Cássia, que teve toda paciência, cuidado e empatia com minha esposa. Na troca do plantão já no dia 12/03/2026 por volta das 6:00 o plantonista retirou o soro e medicação que a enfermeira havia colocado a dez minutos atrás, e disse que minha esposa estava de alta e precisava l
LIBERAR O QUARTO, minha esposa foi praticamente "enchotada" do quarto sendo conduzida caminhando com uma bolsa pesada ao qual pediu para funcionária que a conduzia, se poderia levar para ela , porque não podia pegar peso e estava com dor. O remédio que ela tomava no soro e foi interrompido para vagar o quarto , era analgésico. Minha esposa chama-se *****, nosso plano de saúde é Amil, pelo que sabemos o hospital é da Amil, portanto fomos duplamente mal atendidos, houve negligência quanto a interrupção abrupta do medicamento para dor, não conduziram a paciente até a recepção em uma cadeira de rodas, tudo isso para desocupar o quarto imediatamente.

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Resposta da empresa

16/03/2026 às 11:08

Bom dia!
Prezado Sr. Fábio,

Primeiramente, lamentamos profundamente pelos transtornos ocorridos durante a internação da paciente , entre os dias 10 e 12/03/2026. Entendemos o impacto da experiência relatada e reforçamos nosso compromisso com a segurança, o acolhimento e a qualidade assistencial. Informamos que o Hospital tentou contato prévio com o senhor, porém sem êxito. Segue, abaixo, o posicionamento da chefia de enfermagem:
Parecer da Enfermagem
Foram identificadas falhas operacionais e de acolhimento durante o período de internação. Constatou-se que a paciente foi encaminhada a uma unidade clínica cujos fluxos diferem dos protocolos destinados a pacientes em pós-operatório, o que contribuiu para uma experiência inadequada no momento da alta.
Ações adotadas pelo Hospital

Está em andamento uma apuração interna sobre a interrupção prematura da analgesia e da infusão de soro no dia 12/03. Um retorno conclusivo será fornecido na próxima semana.
Reforçamos junto às equipes a obrigatoriedade do uso de cadeira de rodas para pacientes com mobilidade reduzida e o suporte para transporte de pertences em altas pós-cirúrgicas, independentemente da demanda da unidade.
As equipes da unidade clínica passarão por recapacitação dos protocolos cirúrgicos, com ênfase na comunicação segura e na prevenção de períodos prolongados de jejum.
Implementamos recentemente um novo fluxo de comunicação para atrasos cirúrgicos nas unidades cirúrgicas, com resultados positivos. Esse fluxo será expandido para as unidades clínicas, visando reduzir falhas de comunicação.

Reiteramos nossas sinceras desculpas pelo ocorrido e permanecemos inteiramente à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais ao senhor e à paciente Najara. Nosso compromisso é garantir que situações como esta não voltem a acontecer.
Reconhecimento
Registramos o elogio direcionado à técnica de enfermagem Cássia em seu prontuário funcional, reconhecendo sua conduta como exemplo de boas práticas.

Atenciosamente,
Rede Total Care