Erro médico, prescrição incorreta e custos indevidos no Hospital Pequeno Príncipe

Não respondida
Curitiba - PR
25/10/2025 às 15:20
ID: 230242719
Levei minha filha ao pronto-socorro do Hospital Pequeno Príncipe e o atendimento foi totalmente irresponsável!
No primeiro atendimento, mediram a saturação e a febre e, segundo o próprio Dr. Khristiano, estava tudo normal, tirando o quadro febril. Foi dada medicação em gotas para controlar a febre.
Quando passamos com o médico, relatei que ela estava com dor de barriga, febre e havia tossido durante a madrugada. Ele sequer ouviu direito, já foi dizendo que poderia ser pulmão. Ao examinar, colocou o palito de forma exagerada na boca da minha filha, o que fez ela vomitar na hora algo totalmente previsível, já que ela havia tomado remédio há pouco tempo.
Mesmo assim, ele encaminhou para raio-X de face e tórax, e disse que era início de pneumonia.
E aqui cabe um detalhe importante: os três últimos médicos que atenderam minha filha depois disso (um da UPA, uma pediatra do próprio Pequeno Príncipe e um pneumologista) disseram que não entendem por que o Dr. Khristiano solicitou raio-X da face, já que esse exame mostra apenas ossos e não tem qualquer utilidade para um quadro de pneumonia. Ou seja, um exame completamente desnecessário, feito apenas para gerar mais custos.
Após os exames, o médico prescreveu antibiótico injetável (Ceftriaxona), xarope para tosse, remédio para enjoo e medicação para inalação.
Quando fomos aplicar a injeção no hospital, o valor era absurdo: R$ 190 por dose, sendo que ele prescreveu 5 doses (R$ 950), fora a de enjoo. Como o plano não cobria, ele mesmo sugeriu comprar na farmácia e aplicar na UPA.
Seguimos a orientação, mas no UPA o médico recusou a aplicação, explicando que o antibiótico prescrito era muito forte e desnecessário para o quadro da minha filha, e que Amoxicilina + Clavulanato de Potássio já seria o suficiente. Ele ainda alertou sobre os riscos de dar uma medicação tão forte sem necessidade.
No dia seguinte, voltamos ao Pequeno Príncipe para uma terceira opinião, com outra médica pediatra. Sem contar nada, ela prescreveu o mesmo medicamento indicado no UPA. Quando expliquei o que havia acontecido, ela ficou abismada e confirmou que Ceftriaxona só é usada em casos graves e com internamento, e que jamais prescreveria isso para uma criança em bom estado geral.
Ou seja, o Dr. Khristiano errou feio na prescrição, me fez gastar mais de R$ 400,00 com medicamentos errados e desnecessários, fora gastos com Uber e nova ida ao hospital. No total, o prejuízo ultrapassa R$ 500,00.
Já entrei em contato duas vezes com o hospital, mas recebi respostas evasivas e desrespeitosas, distorcendo totalmente a história e ainda menosprezando o médico do UPA, que inclusive prescreveu corretamente o tratamento o mesmo confirmado pela própria pediatra do Pequeno Príncipe!
Isso é um [Editado pelo Reclame Aqui].
Paguei caro no plano de saúde (R$ 500 por mês) para que minha filha fosse atendida com responsabilidade, e não exposta a medicações erradas e custos indevidos.
Exijo o reembolso integral de todos os valores gastos, incluindo:
R$ 346,36 na farmácia;
R$ 32,00 de Uber até a farmácia;
R$ 12,00 até o UPA;
R$ 22,00 de retorno ao hospital;
E o valor da injeção de enjoo aplicada sem necessidade.
Totalizando mais de R$ 500,00 de prejuízo causado por erro médico.
Se o hospital não resolver, irei registrar denúncia no PROCON, nas redes sociais e, se necessário, acionar a Justiça.
Exijo que a Dra. ***** (responsável pelo retorno) entre em contato pessoalmente e não venha com respostas prontas e distorcidas.
O que espero é simples: respeito, responsabilidade e o reembolso pelos danos financeiros e emocionais que esse erro causou.