Tentativa de [Editado pelo Reclame Aqui] em hospital.

Reclamação em réplica

Em réplica

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São Paulo - SP

29/06/2020 às 09:55

ID: 107293245

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No dia 26/06 no horário da manhã, estive no Pronto Socorro do Hospital Presidente, na zona norte, Av. Nova Cantareira, ******* Bairro Tucuruvi.
Estava a 3 semanas com desconforto abdominal no lado direito, evitando ir ao PS em virtude ao cenário da COVID 19.
Passei por consulta e a médica me encaminhou para medição em virtude as dores, e solicitou exame de Tomografia e sangue.
No retorno recebi com surpresa a notícia que meu caso era de internação, em virtude do exame de sangue apresentar índices de ureia elevada, perguntei para médica se realmente era necessária a internação, e a resposta foi que sim pois, era importante averiguar o motivo da alteração no sangue.
Imediatamente liguei para meu filho e o hospital iniciou os procedimentos junto ao plano de saúde para a internação, em 40 minutos já estava no quarto.
Fui informada que o médico passaria para fazer avaliação, no período da tarde, esteve no quarto o médico urologista Dr. Vinicius, mencionando que tinha apresentado na Tomografia um cálculo renal de 0,8 cm, disse que sabia que tinha um cálculo no lado esquerdo, mas o que me fez ir até o PS foi a dor abdominal no lado inferior direto e perguntei qual a relação da pedra do lado esquerdo, ele informou que a dor poderia irradiar.
Dr. Vinicius informou que teriam 3 linhas a seguir referente ao cálculo renal, e que a cirurgia flexível a laser era a mais indicada e efetiva, e que iriam iniciar a solicitação junto ao convênio e que acreditava que no máximo até terça-feira a cirurgia seria realizada. No sábado de manhã comecei a fazer os exames preparatórios para cirurgia (sangue, urina, raio X e eletrocardiograma).
O médico informou que solicitaria ultrassom para verificar se haveria possibilidade de pedra na vesícula, realizei o exame no dia 27/06, e nada foi encontrado.
De sexta até sábado fiquei no soro e foi ministrado Darmin, num determinado momento da sexta-feira a enfermeira informou que iria ministrar a medicação Flumicil, neste momento perguntei o porquê, pois não estava gripada, não tinha tosse nem falta de ar, então enfermeira disse que não iria medicar e consultaria o médico.
No dia 27/06 a tarde, esteve no quarto uma médica que informou que na tomografia havia apresentado um problema relacionado a artéria do coração e que quando saísse do hospital era preciso que procurasse um cardiologista e um endócrino, pois isto poderia estar relacionada ao colesterol e poderia causar um AVC ou alguma doença cardiovascular, até o momento não tinha ciência deste problema, pois não foi relatado pelo médico que faria cirurgia dos rins, os exames de sangue realizados não constam a avaliação do colesterol.
No sábado por volta das 21:00, após meu filho ter indo embora, recebi uma ligação no telefone do quarto, estava um pouco sonolenta em virtude a medicação, a pessoa ao telefone disse que era da administração do hospital e precisava de algumas informações, me perguntou o nome completo e o celular, perguntei que estas informações eles deveriam ter, mesmo assim disse que era para confirmação e também me solicitou o nome de 2 pessoas responsáveis por mim, achei estranho e disse que a única pessoa seria meu filho, e informei o nome e celular dele, neste momento, desliguei e na sequência liguei para meu filho relatando o ocorrido e meu filho pediu que chamasse a enfermeiro e relatasse o ocorrido. Primeiramente liguei para administração, pois na internação recebi um livreto onde consta o número, só que ninguém atendeu, então chamei a enfermeira e a mesma disse que neste horário não haveria ninguém na administração e que esta ligação seria um [Editado pelo Reclame Aqui], mesmo assim a enfermeira ligou para recepção do hospital e mencionou 2 nomes perguntando se estariam na administração e a resposta foi negativa.
Neste momento a enfermeira mencionou que um outro paciente do andar havia recebido uma ligação também, imediatamente liguei para meu filho e o celular estava ocupado, como ele estava com a namorada, liguei para ela e pedi que informasse que era um [Editado pelo Reclame Aqui] e neste momento meu filho já estava falando com Rafael que se passava pelo suposto médico, ele desligou imediatamente.
Na ligação o suposto médico disse ao meu filho, que estava ligando para informar a minha real situação de saúde, pois não poderia desestabilizar a paciente já que faria uma cirurgia.
O resumo da ligação era que eu poderia ter um quadro de leucemia e com a cirurgia poderia se agravar, e para isso seria necessário uma medicação específica que seria levado até o Hospital Presidente por 2 funcionários do laboratório São Lucas, onde a medicação seria ainda no sábado à noite ministrada, já que a cirurgia seria entre segunda e terça-feira, neste momento meu filho perguntou se o convênio cobriria as despesas e o suposto médico alegou que estava e contato com o convênio para verificar de haveria a cobertura, neste momento a ligação foi interrompida pois, a namorada do meu filho informou que eu estava no celular informando que era um [Editado pelo Reclame Aqui], não houve novo contato.
Imediatamente meu filhou ligou para o hospital informado o ocorrido e que alguém deveria ir até meu quarto dar explicações e me acalmar, ninguém apareceu para este fim.
Meu filho alertou o hospital sobre possíveis pessoas passando dados dos pacientes, número do ramal do quarto e condição de saúde, pois o suposto médico já tinha dados referente ao meu estado.
Tomei a decisão de sair do hospital, pois ninguém me procurou e quando disse a enfermeira que sairia do hospital por estar insegura ela mencionou que não tinha dito nada que era [Editado pelo Reclame Aqui], sendo que havia sim mencionado, solicitei meus exames ela informou que não poderia entregar, liguei para meu filho que já estava a caminho do hospital e informei a ele que não iriam entregar os exames, ele ligou novamente conversou com a responsável pelo setor de enfermeira e perguntou o porque da não liberação dos exames, depois de alguns minutos a enfermeira foi quarto dizendo que entregar os laudos dos exames, perguntei o porquê da mudança do procedimento informou que haviam solicitado que entregasse.
Desde do momento da internação onde não foi explicado os reais motivos e todos os fatos expostos acima, e mais não terem identificado o real motivo da minha dor que era abdominal do lado direito que foi o motivo da ida ao PS e a falta de amparo com relação ocorrido, decidi assinar Declaração de Alta à Pedido, pois fiquei insegura em realizar a cirurgia e por todas as informações desencontradas.
O hospital precisa de alguma forma proteger as informações dos pacientes, inibindo tal ação, é ocorrendo precisa prestar suporte ao paciente, fato que não ocorreu.

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Resposta da empresa

02/07/2020 às 15:53

Paciente: Itamara de Mello
Paciente deu entrada no hospital com quadro de dor no flanco direito no dia 26/06/*******.Durante exames para investigação foi detectado em exames de imagem, conforme laudo de tomografia em anexo, calculo renal a esquerda medindo 8 mm com densidade de 766UH.
Foi dado seguimento pela clinica médica á investigação para o quadro doloroso de hemiabdome a direita como solicitação de ultrassonografia para descartar presença de colelitíase. A dor cedeu após uso de analgésicos segundo informações em prontuário.
Devido quadro de nefrolitíase a esquerda foi oferecido á paciente a possibilidade de tratamento naquela internação uma vez que cálculos maiores de 5 mm existe a possibilidade de complicação como obstrução da via urinária em caso de migração para a bexiga .Além disso ,foi observado micro hematuria no exame de urina, o que o documenta já alteração renal frente á presença do cálculo. Nos exames de laboratório foi observado pequena alteração da função renal com aumento da uréia.
Foi oferecido três possibilidade para tratamento do cálculo, conforme consta no texto apresentado pela paciente.
1-Litotripsia extracorpórea: procedimento não invasivo, eletivo, porém com taxas de stone free pequenas.
2-Observação do quadro e seguimento ambulatorial para tratamento em segundo tempo.
3-Procedimento cirúrgico: Ureterorrenolitotripsia flexivel -procedimento que consiste no tratamento via endoscó[Editado pelo Reclame Aqui] do calculo renal ,em que temos maiores taxas de sucesso para tratamento do cálculo e maiores taxas stone free-livre de pedras.
Outrossim temos a ciência da existência de uma suposta [Editado pelo Reclame Aqui], atuando na cidade de São Paulo com a finalidade de solicitar depósitos bancário para autorizar algum tipo de procedimento e/ou medicação que supostamente não foi autorizado.
Deixamos claro que este tipo de conduta não e realizada por colaborador autorizado pelo hospital. Na pagina 14 do manual de orientação ao paciente internado, consta cuidado com os [Editado pelo Reclame Aqui] onde o hospital reforça sua postura.

Atenciosamente
SAC
Serviço de Atendimento ao Cliente
Hospital Presidente

Réplica do consumidor

02/07/2020 às 21:15

Meu relato se junta aos muitos que temos aqui, e que são bem semelhantes ao meu.

O Hospital precisa trabalhar para preservar os dados do paciente (segurança da informação) e também no momento que ocorrer uma situação como a relatada, prestar assistência ao paciente.

Quanto a necessidade de internação já procurei 2 especialista que avaliaram o caso e descartaram a necessidade.

Itamara de Mello