Negligência e má qualidade no atendimento da UTI do Hospital Quinta D'or resultaram na [Editado pelo Reclame Aqui] da paciente.

Não resolvido
Rio de Janeiro - RJ
15/07/2026 às 09:52
ID: 253959365
Vivenciei a rotinha da UTI do Quinta D'or no período de 05 a 14/07/2026.
Minha avó de 97 anos quebrou o fêmur e precisou operar e foi direcionada para UTI para recuperação.
Eu tive a sorte de ter uma avó de 97 anos lúcida e mesmo após a cirurgia ainda estava lúcida e sentia, se comunicava muito bem.
Estava debilitada pela cirurgia, por outros quadros que vinham surgindo que são considerados"normais" para quem está no dia a dia de um hospital. Mas, para nós que acompanhamos muitos se agravam por demoras, falta de atenção.
Infelizmente a perdemos, sabemos que faz parte do processo da vida.
Venho relatar falhas graves no atendimento e na rotina do Hospital Quinta D'or.
Não podemos generalizar, mas posso garantir que 80% dos profissionais desta instituição não deveriam atuar na área da saúde. Pessoas sem empatia, sempre com muita má vontade, erram muito em coisas simples, médicos que parecem estar fazendo um favor quando precisamos relatar alguma situação, equipamentos que não funcionam.
É um verdadeiro show de horrores.
Ficava no período da noite com a minha avó e as noites no hospital são desesperadoras. AS equipes de enfermagens somem, o médico plantonista tbm, todos dormem. Normalmente, fica 1 enfermeira que está exausta e com um péssimo humor.
Dizem que ficam monitorando através do equipamentos, não acreditem. Eles não conseguem ministrar uma medicação no horário seja dia ou noite, se você os chama para relatar alguma situação ficam nitidamente bravos.
Foram vários nomes de profissionais que ouvi, vários tive raiva, vários desejei que Deus fizesse a justiça através da troca de papéis. Contudo, uma médica recém formada me impactou de forma muito negativa, aquela menina deve ser orgulho da família por ser médica, mas o que a família dela não sabe é que ela é uma péssima pessoa, que para mim já é um motivo de desgosto para qualquer familiar.
Ana, Ana é o nome da médica, se não me engano, visitou na ultima segunda 12/07, que diante de tantos profissionais [Editado pelo Reclame Aqui] se destacou como péssima. Ser humano ruim, não deveria trabalhar com pessoas ou, como sugestão, deveria fazer um curso que a ensinasse a saber se comunicar melhor.
Creio que estamos vivendo em um mundo em que muitos médicos fazem medicina, mas não amam gente.
Aí está o problema, se sentem Deuses, mas não são. Se colocam acima das pessoas.
Minha avó faleceu porque todos vamos um dia, mas a CERTEZA que a negligência, falta de cuidado, omissão de atendimento desta instituição é algo que eu senti na pele.
Minha avó [Editado pelo Reclame Aqui] com sede e com fome, disseram que era delírio, mas tenho fotos da boca da minha avó seca com aparência de pedra de tão seca. Após 4 dias com essa secura, foi que uma enfermeira passou e me disse que havia saliva artificial, e após eu solicitar que conseguiram. Esse é o exemplo mais bobinho de todos os fatos que posso relatar, mas para mostrar a falta de interesse em ajudar a dar mais conforto ao paciente.
Eles deixam tudo chegar ao limite.
No nosso caso, como minha avó era idosa, eles não se esforçavam, mas como disse ela estava lúcida até o último minuto.
Ela sentia, ela falava, ela pedia ajuda. Minha avó sabia os horários, o tempo que estava ali, quantas filhas tinha, conversava comigo sobre familiares, ela sentiu cada negligência, ela sentiu cada omissão.
O mais surpreendente de tudo é que quando chamavámos um enfermeiro demorava muito, médico se chamássemos era humilhação, pq a má vontade era sobrenatural. Enfim, no momento que minha avó estava de fato falecendo e minha mãe PRECISOU chamar, não viram nos monitores, vieram vários profissionais ao mesmo tempo assistir, uns 10 ou mais.
Ali eu entendi, eles não queriam curar, este hospital só tem residentes, profissionais que estão começando a vida profissional, eles querem estudar casos. Querem assistir, querem aprender e para aprender tem que haver sofrimento de alguém.
Minha avó só foi vista no momento que ela podia ser usada para ensinar aos médicos inexperientes como entubar alguém.
Para as equipes médicas, tudo o que relatei pode ser normal, reforço não é normal o atendimento de vocês.
Vocês são [Editado pelo Reclame Aqui] no que fazem.
Situações podem ser embasadas em literatura, no [Editado pelo Reclame Aqui], mas jamais deixar de ouvir e deixar de dar atenção ao paciente deixou de ser necessário.
Novamente, meu descontentamento não é pq minha avó faleceu no Quinta D'or, e sim pq sei que se vcs fizessem o mínimo esperado de profissionais que escolhem dedicar a vida para "cuidar", "servir" pessoas, os últimos dias da minha avó teriam sido mais leves.
Morrer não precisa ser tão doloroso, ela poderia sim ter sido assistida e cuidada com empatia. Isso faltou em 80% dos atendimentos.
OBS: A maioria dos pacientes da UTI ficam sem acompanhantes, muitos passavam a noite gritando, talvez o numero de reclamações seja baixo, afinal mortos não podem reclamar.
Ah, a reclamação não está sendo feita após a [Editado pelo Reclame Aqui] da minha avó, cheguei a procurar a ouvidoria, conversei com a Dra. Juliana..sempre busquei apoio para que pudessem melhorar, mas caráter, senso ético precisa nascer com as pessoas..muitos profissionais ali não estavam preocupados com isso.
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Resposta da empresa
17/07/2026 às 14:25
Prezada Sra. Patricia, boa tarde
Esclarecemos que foram realizadas tentativas de contato com os telefones informados na reclamação, porém sem sucesso.
Diante disso, colocamos à sua disposição a Central de Atendimento da Ouvidoria Corporativa através do telefone 3003-4330 de segunda a sexta das 8h às 18h para que sejam prestados os esclarecimentos necessários.
Cordialmente,
Ouvidoria Rede DOr.
Réplica da empresa
17/07/2026 às 14:32
Prezada Sra. Patricia, boa tarde
Esclarecemos que foram realizadas tentativas de contato com os telefones informados na reclamação, porém sem sucesso.
Diante disso, colocamos à sua disposição a Central de Atendimento da Ouvidoria Corporativa através do telefone 3003-4330 de segunda a sexta das 8h às 18h para que sejam prestados os esclarecimentos necessários.
Cordialmente,
Ouvidoria Rede DOr.
Consideração final do consumidor
20/07/2026 às 08:27
Péssimo em tudo
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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