Negligência médica, retaliação e tratamento desumano no hospital Saint Nicholas

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Poá - SP

04/09/2025 às 20:18

ID: 226150235

No dia 30 de agosto de 2025 minha neta teve uma crise respiratória muita dificuldade para respirar, peito carregado e muito chorosa, levamos ela ao hospital Saint Nicholas em Suzano SP, na primeira visita o médico pediatra não diagnosticou o problema disse que era dor na barriga pediu RX do abdômen e disse que era apenas gases, não passou inalação mesmo vendo que ela estava com o peito cheio e com falta de ar apenas medicou como se fosse dor por causa dos gases e mandou pra casa, ela continuou gritando de dor sem conseguir dormir ou se alimentar e a crise respiratória se agravou, levamos ela novamente no mesmo hospital que foi atendida por uma outro pediatra, que solicitou exames e pediu a internação dela na UTI pediátrica, alí ela fez o teste do cotonete para saber se era covid, influenza ou bronquiolite, todos deram negativos. Somente no dia seguinte um outro pediatra me informou que minha neta estava com bronquiolite, não sei pra quê serve este teste do cotonete já que não diagnosticou a patologia. No dia da internação eu pedi para a enfermeira diminuir o ar condicionado porque minha neta estava espirrando e gelada, a mesma fez o contrário o ar que estava em 23 ela colocou no 21 deixando o ambiente ainda mais frio, eu reclamei com ela e foi aí que a retaliação de todos os lados contra mim começou. No segundo dia de internação já de madrugada minha neta ainda muito chorosa, com choro de dor, vomitando, sem ter dormido quase nada, com o peito cheio e tossindo, fui atrás de uma fisioterapeuta pedir que ela aspirasse minha neta porque ela não conseguia dormir com o peito cheio engasgando com o catarro que esta espesso e conforme ela engasgava ela vomitava, então a fisioterapeuta veio até o leito fez uma aspiração superficial mas que melhorou bastante, na mesma noite eu estava tentando acalmar a criança e tentando fazê-la dormir, entrou uma enfermeira no quarto e começou a procurar algo, se dirigiu até o meu armário abriu a gaveta sem pedir licença ou permissão, quando vi perguntei o que foi que aconteceu e ela disse que estava procurando um remédio que havia sumido, então eu lhe disse pode pegar minhas bolsas e abrir pode olhar tudo, e assim ela fez, tirou pra fora do armário tudo que era meu e vasculhou não encontrando nada. Pela manhã me transferiram de quarto para o leito *****. A retaliação contra mim continuou, pedi pra uma outra fisio que estava cobrindo o plantão para que aspirasse a nenê porque a secreção havia aumentado, ela se recusou disse que poderia fazer uma lavagem e eu disse que não fizesse lavagem nasal porque minha neta estava com Otite, que preferia a aspiração, mas a profissional se recusou a fazer. Na hora da café da manhã a funcionária responsável por levar o café me perguntou se eu queria modificar algo na alimentação e eu respondi que sim porque o pão já não estava me fazendo bem que eu queria mudar pra torrada, se ela poderia colocar uma observação, pois já estavam me ofertando todos os dias um pacotinho de torrada, mas como eu dispensei o pão pedi que viesse somente a torrado no lugar, pra minha surpresa, tiraram a torrada e vinha somente o pão. No dia seguinte no dia 02, foi feita a troca do plantão e a enfermeira da noite responsável pelo leito em que eu estava foi passar o plantão para suas colegas e na minha frente ela conversando com as colegas colocou uma pasta que estava em sua mão na frente do rosto e ficou por alguns minutos conversando com as colegas dessa forma segurando a porta do meu quarto e com a cara coberta pela pasta, totalmente sem ética nenhuma. No período da tarde o pediatra resolveu dar alta pra minha neta da UTI a mandando para o quarto, mas eu lhe disse que ela ainda estava muito debilitada e que não concordava, mas mesmo assim ele insistiu em transferi-la para um outro andar no qual não foi me informado onde seria, e eu na minha inocência achei que ela iria ser transferida para a pediatria mesmo porque ela tem só 1 ano e três meses, novamente pra minha surpresa ela foi transferida para um apartamento de isolamento no terceiro andar que é um andar de adultos, e só fiquei sabendo quando cheguei lá então me disseram que não havia vaga na pediatria para minha neta, mas isso não foi tudo, quando entrei no quarto não tinha berço tinha somente uma cama, e eu pedi um berço porque a nenê é muito ativa já anda e não tinha condições de deixá-la na cama, falei com todos responsáveis possíveis e todos disseram que não havia berço disponível para minha neta, então pedi que minha filha fosse até o hospital pra solicitarmos a transferência dela, e como que num passe de mágica apareceu um berço em poucos minutos então desistimos da transferência, porém quando chegou a hora da ceia da criança que é a última refeição todos já estavam cientes que a minha neta só come sopa ou papinha batida e era o que vinha para ela todos os dias, mas neste dia veio um pacotinho de biscoito de polvilho aquele bem duro e um copo de chá, a moça responsável por levar a refeição olhou para mim com ar de deboche e disse, "olha vó não tem papinha nem sopinha só tem isso tudo bem" ? e eu na maior educação respondi tá bom pode deixar aí. Moral da história, se você parar num hospital como esse e for reclamar de qualquer coisa ou simplesmente você for questionar algo ou reivindicar algo, você fica marcada por TODOS lá dentro e começam a te tratar igual cachorro, um vai te queimando pro outro, até setores que não tem nada haver entram na [Editado pelo Reclame Aqui], eu nunca havia sofrido tanta humilhação na minha vida, nem mesmo nos hospitais do sus nunca fui tão mal tratada dessa forma, com exceção de alguns técnicos, auxiliares e médicos claro não posso generalizar muitos lá foram excepcionais, mas infelizmente me deparei com pessoas horríveis, sem caráter, maldosas e desumanas, traumas que será difícil esquecer. Tenho provas, vídeos e imagens, porque contra fatos não há argumentos.

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Consideração final do consumidor

12/09/2025 às 00:08

Me desloco até São Paulo mas nunca mais volto nesse hospital, ninguém merece ser tratado da maneira que eu fui.

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