Caos no atendimento de emergência Samaritano Barra/RJ

Respondida
Rio de Janeiro - RJ
16/10/2023 às 20:48
ID: 174085425
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesRelatando uma experiência frustrante e traumática ocorrida em 19/09/23 na unidade Samaritano Barra da Tijuca.
Por volta das 12:30h dei entrada na emergência sentindo sintomas de tosse produtiva, garganta arranhando e taquicardia e fui atendida pela Dr(a). (Editado pelo Reclame AQUI) -primeira médica.
Nesta oportunidade, a médica nem olhou na minha cara direito e se quer tocou em mim para me examinar, principalmente a minha garganta e me auscultar e pediu os exames que a médica da telemedicina do Einstein havia me sugerido ir ao hospital para ser examinada/auscultada e realizar exames como sangue/hemograma, tomografia seios da face e pulmão para descartar infecções secundárias do COVID como pneumonia, sinusite, etc.. e, como estava encerrando o plantão, passou o meu atendimento para a segunda médica chamada Dr(a). (Editado pelo Reclame AQUI).
Aqui já inicia a desorganização do hospital, onde tive que explicar detalhadamente todos os sintomas para a médica seguinte Dr(a). (Editado pelo Reclame AQUI) que me relatou que meus exames de sangue e tomografias estavam todos ok e iria me liberar e quando estávamos quase finalizando o atendimento, por ter relatado histórico familiar de risco coronariano, realizamos um ECG e aí começou a minha tortura.
A médica Dra (Editado pelo Reclame AQUI) se dirigiu até a emergência cardiológica do hospital Vitória para mostrar o meu ECG e tirar dúvidas com a cardiologista Dr(a). (Editado pelo Reclame AQUI) - terceira médica, voltando para a sala de atendimento no Samaritano, a médica simplesmente jogou uma bomba em cima de mim, de forma despreparada e sem fundamentos, dizendo que havia algumas alterações no meu ECG, que seriam isquemias, e que eu estaria tendo um infarto ou embolia pulmonar!
Nesse momento eu cheguei a falar que se eu não estivesse infartando iria infartar com a notícia.
Cheguei perguntar se eu poderia fazer uso de calmante para conter um pouco da imensa ansiedade que a notícia, da forma que foi dada, me gerou (algo que até hoje me transtorna), foi quando a enfermagem me deu 7 gotas de Rivotril.
Após essa notícia houve uma nova coleta de sangue para dosar d-dímero e tromponina (que não foi curvada!!!) e fui colocada em uma cadeira de rodas e conduzida para o setor de cardiologia para realizar exames de ecocardiagrama.
Após exaustivas horas da notícia bombástica aguardando na recepção desconfortável do outro hospital ao lado (Vitória) pois o cardiologista não foi me atender no Samaritano onde dei entrada e tive que ir transferida para o hospital Vitória (se eu quisesse o atendimento deste hospital, mesmo sendo do mesmo grupo, eu teria ido desde o início). Um despreparo total, uma morosidade para a cardiologista me atender (isso porque estava em protocolo de infarte/embolia pulmonar segunda a médica), me deixaram jogada na recepção sozinha com meu acompanhante sem nenhuma assistência. Nesse intervalo, o alarme de incêndio tocou intermitentemente e os funcionários com total despreparo para informar a suposta infartanda o que estaria acontecendo ou o procedimento a realizar, isso me deixou ainda mais nervosa.
Depois de ir até o box da enfermagem e pedir para falar com a cardiologista pois já havia visto no aplicativo NAV que meus exames haviam saído, a médica totalmente fria, sem sequer tocar em mim para me examinar, disse que meus exames haviam dado tudo OK, não realizaram o protocolo de infarte! Comuniquei a médica que não havia almoçado e a médica me liberou para ir a lanchonete fora do hospital e a enfermeira me falou que ela deveria ter solicitado uma alimentação a copa pois eu não poderia ficar andando pois o meu ECG teria dado alterado.
Nessa altura continuava com batimentos cardíacos chegando a ******* bpm (conforme último ECG) e a primeira cardiologista sumiu e passou o atendimento para uma quarta médica, a cardiologista chamada (Editado pelo Reclame AQUI), onde precisei, novamente, relatar todo o meu caso pois a médica estava totalmente perdida.
Esta cardiologista também manteve o discurso de que não saberia o que estava acontecendo e não conseguiu explicar o porquê da alteração no meu ECG e dos meus batimentos estarem altos, mesmo que em repouso e me prescreveu mais calmante RIVOTRIL, o que não resolveu em nada.
Após horas, passando por 4 médicas, todas igualmente despreparada para o caso, fui liberada ainda taquicardia ******* bpm, sem um diagnóstico claro e contando com a sorte.
Foram horas de horror, péssimo atendimento e despreparo, não tive cuidados e acomodação adequada para o meu caso. Era o tempo todo eu precisando andar até o box da enfermagem atrás de atendimentos!
Médica não deveria ter me dado alta até descartar ao máximo que realmente eu não estaria infartando, como por exemplo curvado a tramponina e realizado, cintilografia e se fosse o caso ter me internado para melhores cuidados.
Médicas demostravam total despreparo, uma das vezes que estive no box da enfermagem para cobrar atendimento da médica, ouvi ela relatando/compartilhando e/ou pedindo ajuda ao telefone sobre o meu caso, passando informações sobre mim inverídicas, como por exemplo que eu era atleta, nova e passando o histórico todo distorcido que ela mesmo não sabia!
No dia seguinte, agendei um cardiologista e fui até o consultório dele, durante o meu relato fui informada por ele que a equipe que havia me atendido na vitória não havia seguido o protocolo, que ele lutou arduamente com a Amil para colocar cintilografia no protocolo e que deveriam ter realizado o exame na emergência, deveriam ter curvado tramponina mesmo sendo sensível e que deveriam ter descartado ao máximo um infarto antes de me dar alta. Ou seja, disse que eu contei com o fator SORTE! Hoje me encontro sobre tratamento psiquiátrico pois desenvolvi uma síndrome do jaleco branco decorrente toda essa situação e estou realizando um Check up cardiológico completo e minucioso com uma cardiologista particular e tendo que dispender, além de um tempo precioso, de recursos financeiros para algo que poderia e deveria ter sido tratado e resolvido da forma correta, e não servido como trauma para a paciente que busca ajuda médica.
Para completar, já solicitei os exames realizados na emergência (tomografia e raio-X realizados em duas datas distintas) por diversas vezes, sendo a última sob *******, e até o momento não os recebi em minha residência, muito menos nenhum retorno sobre o caso! Uma verdadeira bagunça!
Compartilhe
Resposta da empresa
27/10/2023 às 16:21
Prezada Cristiane,
Primeiramente, desejamos que estejas bem.
Informamos que, tentamos contato pelo telefone disponível no site, contudo não conseguimos falar com a Senhora, por gentileza, caso seja de sua vontade poderia nos passar qual melhor horário para retornarmos a ligação.
Atenciosamente,
Hospital Samaritano