Reclamação sobre atendimento precário e falta de resolução na Ouvidoria do Hospital Santa Lúcia Norte

Reclamação não respondida

Não respondida

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Brasília - DF

27/08/2026 às 11:16

ID: 257527989

Prezados, bom dia

Venho registrar uma reclamação formal sobre o atendimento recebido no Hospital Santa Lúcia Norte, na noite de 26/08/2026, diante de uma sequência de situações que considero incompatíveis com o padrão de atendimento esperado de um hospital particular.

Eu (gestante) e minha filha de 7 anos permanecemos por mais de 3 horas no hospital, enfrentando uma sequência de problemas e profissionais mal humorados e mal educados desde a recepção, atendimento médico e principalmente a funcionária Fabíola da sala de gesso, não sei nem descrever um ser humano desse. Está trabalhando no local errado.

Fui informada de que o sistema do hospital havia caído em razão de uma manutenção programada. Manutenção programada em um Pronto Socorro para o sistema do hospital todo ficar inoperante e os funcionários simplesmente falarem que não poderiam fazer nada. Não faz sentido o paciente procurar um PS. Problemas técnicos podem acontecer, mas o que considero inadmissível é a completa falta de organização e de acolhimento aos pacientes diante dessa situação.

Posteriormente, precisei aguardar atendimento na sala de gesso por mais de uma hora, inclusive permanecendo em pé enquanto aguardava a limpeza da sala. Considero inadmissível que um paciente permaneça por tanto tempo aguardando simplesmente porque uma sala não estava disponível para atendimento. Estamos falando de um hospital particular.


A profissional Fabíola da sala de gesso impondo ordens em vez de realizar seu trabalho que por sinal, nada eficaz. Profissional grosseira, mal educada e mal humorada.

Depois, precisamos aguardar mais de uma hora pela sala de gesso. Durante esse período, fiquei aguardando em pé enquanto a sala era limpa. Limpar Uma espera dessa duração, sem uma solução adequada e sem qualquer preocupação aparente com o paciente, é extremamente frustrante.

Mas o que considero mais absurdo aconteceu quando tentei procurar a Ouvidoria do próprio hospital.

Procurei a Ouvidoria duas vezes para registrar minha insatisfação.

Na primeira vez, o funcionário responsável saiu e disse que voltaria em 5 minutos. Esperei mais de 20 minutos e ele simplesmente não voltou.

Depois, ele me viu novamente em frente à sala de gesso, justamente enquanto eu reclamava da demora, da falta de organização e da falta de profissionalismo e empatia dos funcionários. Ele disse que iria resolver a situação e que voltaria para falar comigo.

Mais uma vez, não voltou. Estava fugindo da situação o tempo todo.

Fiquei esperando e, diante da falta de qualquer retorno, simplesmente desisti e fui embora. Ou seja: passamos mais 3 horas enfrentando um atendimento ruim e, quando tentei formalizar minha reclamação dentro do próprio hospital, nem a Ouvidoria me atendeu.

É muito fácil colocar a culpa em uma falha de sistema, em uma manutenção ou em qualquer outro problema operacional. O que não é aceitável é utilizar isso como justificativa para tratar pacientes com descaso.

Solicito:

O registro formal desta manifestação e o respectivo número de protocolo;
A apuração de toda a sequência de acontecimentos;
A identificação dos responsáveis pelos atendimentos mencionados;
A apuração da conduta da profissional da sala de gesso;
A apuração da conduta do funcionário da Ouvidoria, que por duas vezes afirmou que retornaria e não retornou;
Uma explicação formal sobre a manutenção programada do sistema e quais medidas foram adotadas para evitar que os pacientes fossem prejudicados;
Uma explicação sobre o tempo excessivo de espera para utilização da sala de gesso;
Informações sobre quais medidas serão adotadas pelo hospital para evitar que situações semelhantes voltem a acontecer.
Ressalto que minha reclamação não se limita ao tempo de espera. O que considero especialmente grave é o conjunto de falhas: desorganização, falta de comunicação, demora excessiva, paciente aguardando em pé, tratamento grosseiro por parte de profissional, ausência de empatia e, por fim, a própria Ouvidoria não cumprir seu papel de ouvir e acolher a reclamação do paciente.

Espero que esta manifestação seja tratada com a seriedade que a situação exige e que eu receba uma resposta formal e detalhada, e não apenas uma resposta genérica ou padronizada.

Aguardo retorno e providências.


Att,

Thâmara Ferreira

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