Descredenciamento de hospital durante parto e UTI neonatal resultou em cobrança [Editado pelo Reclame Aqui] e remoção coagida

Não respondida
Osasco - SP
18/04/2026 às 07:39
ID: 246379541
Possuo um plano que foi descredenciado pelo hospital, mas só soube a partir do momento que eu fui fazer meu parto. Estava em carência e paguei o parto, imaginando que o restante estaria coberto. Houve uma intercorrência no parto e bebê nasceu com desconforto respiratório e precisou de UTI neonatal. Eles internaram ele de imediato. Mas colocaram como particular sem consultar o plano. Eu que pedi para meu marido ir até o guichê de internação e ver com eles sobre cobertura. Então descobrimos o descredenciamento. Em nenhum momento o hospital veio até nós comunicar sobre a cobertura ou até a consulta com o plano. Eu fiquei tentando intermediar o contato dos dois para resolução do problema, sendo que segundo a ANS que a cobertura é obrigatória em caso de urgência e emergência, mas tanto a Gama quanto o hospital Sepaco ficavam entrando em contato comigo para que resolvesse. Hospital considerou como particular alegando que a Gama não paga eles desde dezembro. A assistente social do hospital em nenhum momento entrou em contato conosco para uma resolução. Abri um chamado na Gama referente ao pedido de cobertura por urgência e emergência sob o número: ***** junto a Gama saúde.Depois de todo tratamento feito no hospital, faltando 1 dia para a alta hospitalar, o hospital resolve solicitar ao plano remoção para outro hospital, mas não solicitou o pagamento da UTI ao mesmo. Não deixaram eu escolher o hospital, simplesmente fui apenas comunicada. Não assinei ou autorizei a remoção, mas fui coagida a aceitar. Me senti muito humilhada num momento de fragilidade, após uma cesária e recuperação difícil, que na verdade, não me recuperei até agora, pois não tive paz em nenhum momento para descansar, pés muito inchados no quarto dia pós parto, e muito dor na barriga. Meu filho estava de alta da UTI e esperando enfermaria para alta final após avaliação de 24h. Mesmo com a alta programada o hospital decidiu solicitar ao plano remoção. O plano atendeu. Perguntei a médica planista sobre a alta ser direta e não precisar ir para o quarto, mas ela disse que não poderia fazer, mas que uma remoção seria desnecessária e não seria segura para um recém nascido de 5 dias. Fora que o RN apresentou assaduras severas, e não foi feito nada. E o hospital querendo que pagássemos, sendo que ele poderia solicitar ao plano. E dizendo que a única forma de eu não pagar seria processando o plano e entrando com liminar. Além disso disseram que se eu não aceitasse a transferência iria me prejudicar em causas futuras. Me senti muito humilhada, chorei muito Estou num momento muito frágil, com uma cesária de 6 dias, com um bebê que passou pela UTI. Estou aqui nesse outro hospital, que tem uma estrutura bem inferior, com enfermeiros trabalhando com várias crianças e adultos, numa situação mista, e com contato com os RN. Correndo risco de contaminação, infecções e a temida bronquiolite. Não se preocuparam em nenhum momento com a segurança do RN e ou o bem estar da mãe. Apenas queria que saíssemos do hospital, me senti muito humilhada!! Uma forma mesquinha, faltando apenas 1 dia para alta pra casa.