Negligência médica no Hospital Socor levou a AVC hemorrágico grave e sequelas em paciente

Respondida
Belo Horizonte - MG
18/04/2026 às 22:27
ID: 246423553
Título: Negligência médica no Hospital Socor causou AVC hemorrágico grave e sequelas
Venho por meio desta formalizar minha reclamação contra o atendimento prestado ao meu irmão, *****, no dia 11 de abril de 2026, último sábado, no Hospital Socor, localizado na *****, bairro *****, em *****, *****, sob a responsabilidade do médico plantonista Dr. *****, CRM n *****. Tudo começou na manhã do dia 11 de abril, quando meu irmão passou mal em casa e apresentou parestesia em todo o lado direito do corpo, da região da orelha até o joelho. Diante desse quadro, que identifiquei como suspeito de Ataque isquemico temporária que serve de alerta para risco de AVC definitivo entrei em contato imediatamente com a Unimed para solicitar uma ambulância. Após relatar todos os sintomas, fui orientada pelo médico assistente a levar meu irmão urgentemente ao hospital mais próximo, sem esperar pelo atendimento móvel, pois a ambulância poderia demorar cerca de 40 minutos o que fizemos prontamente de carro.
Ao chegarmos ao Hospital Socor, o local estava vazio, o que permitiu que ele passasse rapidamente pela triagem. Informei a equipe todo o histórico dos sintomas e a suspeita de AIT. Naquele momento, a pressão arterial dele estava em 14 /8. Ele realizou um eletrocardiograma, cujo resultado deu normal, sem alterações. Em seguida, foi encaminhado para atendimento com o médico plantonista, Dr. *****, às 13h08. Como meu irmão estava consciente entrou no consultório sozinho, não entrei com ele no consultório, mas tenho certeza de que ele relatou todos os sintomas apresentados em casa.
Ao sair do atendimento, meu irmão recebeu apenas medicação endovenosa: Dramim e corticoides. Questionei-o sobre a realização de exames de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, essenciais para confirmar ou descartar um quadro de AIT ou AVC isquêmico, e ele me informou que o médico não havia solicitado nenhum exame desse tipo, apenas a medicação. Tentei conversar com o médico para questionar essa conduta, mas a porta do consultório estava fechada para atendimento de outro paciente. Antes que eu pudesse aguardar, meu irmão já havia recebido alta, com a receita de Flunarizina 10mg, para tomar um comprimido à noite durante sete dias.
Meu irmão tomou a medicação conforme orientada durante os dias seguintes, e quando foi na madrugada de quarta-feira, dia 15 de abril, ele teve um AVC grave. Nessa ocasião, todo o lado direito do corpo dele o mesmo lado que havia apresentado sintomas anteriormente ficou totalmente paralisado: o braço ficou sem movimento, todo o lado estava paralisado e ele apresentou pouca capacidade de fala. Ele não entrou em coma, mas ficou desacordado, e saiu de casa nessa condição.
Solicitei imediatamente uma ambulância da Unimed, e durante o transporte, os profissionais já confirmaram pelas características clínicas que se tratava de um AVC. Fomos levados até o Hospital Unimed, onde foram realizados todos os procedimentos necessários. Após a realização da tomografia computadorizada, foi confirmada uma hemorragia extensa no ventrículo cerebral.
Meu irmão ficou em estado gravíssimo, correndo risco iminente de óbito. Até o presente momento, ele se encontra internado no Hospital Unimed Contorno. Hoje, ele recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e foi transferido para o quarto, mas não há previsão de alta, pois ainda necessita de acompanhamento e cuidados contínuos. Todo esse quadro poderia ter sido evitado se, no dia 11 de abril, o Dr. ***** tivesse solicitado ao menos uma tomografia computadorizada para investigar corretamente a causa dos sintomas apresentados.
Todos os protocolos médicos recomendam que, diante de sintomas suspeitos de Ataque Isquêmico Transitório (AIT), mesmo que exames básicos como o eletrocardiograma apresentem resultados normais, sejam realizados exames de imagem imediatos para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado, evitando complicações graves ou até mesmo o óbito. O Dr. *****, mesmo diante de um quadro clínico claro e de uma suspeita expressa de AIT que é um sinal de risco elevado de AVC definitivo optou por não solicitar nenhum exame complementar, tratando o caso de forma superficial e inadequada. Essa negligência médica foi a causa direta do agravamento do quadro, do AVC hemorrágico e de todas as sequelas que meu irmão carregará para o resto da vida.
A vida dele foi salva, mas o estrago poderia ter sido totalmente evitado se o médico tivesse seguido os protocolos de atendimento e solicitado exames básicos na primeira consulta. Exijo que a instituição responsável pelo atendimento tome providências imediatas sobre a conduta desse profissional e que sejam adotadas medidas para que casos como esse não se repitam, pois vidas estão em jogo.Título: Negligência médica no Hospital Socorr causou AVC hemorrágico grave e sequelas irreversíveis
Venho por meio desta formalizar minha reclamação contra o atendimento prestado ao meu irmão, *****, no dia 11 de abril de 2026, último sábado, no Hospital Socorr, localizado na *****, bairro *****, em *****, *****, sob a responsabilidade do médico plantonista Dr. *****, CRM n *****.
Tudo começou na manhã do dia 11 de abril, quando meu irmão passou mal em casa e apresentou parestesia em todo o lado direito do corpo, da região da orelha até o joelho. Diante desse quadro, que identifiquei como suspeito de Ataque Isquêmico Transitório (AIT), também conhecido popularmente como AVC transitório um quadro de isquemia temporária que serve de alerta para risco de AVC definitivo entrei em contato imediatamente com a Unimed para solicitar uma ambulância. Após relatar todos os sintomas, fui orientada pelo meu médico assistente a levar meu irmão urgentemente ao hospital mais próximo, sem esperar pelo atendimento móvel, pois a ambulância poderia demorar cerca de 40 minutos o que fizemos prontamente de carro.
Ao chegarmos ao Hospital Socor o local estava vazio, o que permitiu que ele passasse rapidamente pela triagem. Informei a equipe todo o histórico dos sintomas . Naquele momento, a pressão arterial dele estava em 14 /8. Ele realizou um eletrocardiograma, sem alterações. Em seguida, foi encaminhado para atendimento com o médico plantonista, Dr. *****, às 13h08. Como meu irmão estava consciente entrou sozinho consultório, mas tenho certeza de que ele relatou todos os sintomas apresentados em casa.
Ao sair do atendimento, meu irmão recebeu apenas medicação endovenosa: Dramim e corticoides. Questionei-o sobre a realização de exames de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, essenciais para confirmar ou descartar um quadro de AIT ou AVC isquêmico, e ele me informou que o médico não havia solicitado nenhum exame desse tipo, apenas a medicação. Tentei conversar com o médico para questionar essa conduta, mas a porta do consultório estava fechada para atendimento de outro paciente. Antes que eu pudesse aguardar, meu irmão já havia recebido alta, com a receita de Flunarizina 10mg, para tomar um comprimido à noite durante sete dias.
Meu irmão tomou a medicação conforme orientada durante os dias seguintes, e quando foi na madrugada de quarta-feira, dia 15 de abril, ele teve um AVC grave. Nessa ocasião, todo o lado direito do corpo dele o mesmo lado que havia apresentado sintomas anteriormente ficou totalmente paralisado: o braço ficou sem movimento, todo o lado estava paralisado e ele apresentou pouca capacidade de fala. Ele não entrou em coma, mas ficou desacordado, foi levado as pressas para o hospital unimed onde foram realizados exames de imagem constatou AVC hemorrágico causando um estrago que poderia ter sido evitado se o medico plantonista tivesse realizado uma tomografia.
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Resposta da empresa
22/05/2026 às 07:28
Prezada Simone, excelente dia!
O Hospital SOCOR agradece a sua manifestação, pois ela contribui para a melhoria contínua do nosso atendimento e serviços.
Lamentamos o transtorno e pedimos que receba nossas sinceras desculpas. Tenha certeza de que estamos sempre trabalhando para melhor receber cada um de nossos pacientes e acompanhantes, prestando um atendimento humanizado e eficiente.
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