Descaso, falta de informação, higiene inadequada, possível negligência e restrição injustificada no hospital.

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Curitiba - PR

14/08/2025 às 22:49

ID: 224574429

Temos um familiar neste hospital há bastante tempo, pois trata-se de um quadro delicado.
Infelizmente temos enfrentado várias situações desagradáveis que não desejo a nenhum ser humano. Só é possível ter informações com um médico(a) na visita do horário do almoço, na visita da noite não tem ninguém que possa lhe atualizar sobre o quadro do paciente. A equipe de enfermagem é uma montanha russa, alguns poucos lhe tratam com empatia e lhe dão algumas poucas informações, mas a grande maioria, ignora completamente as famílias. Nosso familiar tem lentes dos olhos da cirurgia das cataratas, então é sensível a luz. A gente repete essa informação incansavelmente, foi colocado no quadro "manter as luzes apagadas sempre que possível", pois dia sim e outro também ao chegar a luz está acesa.. os olhos muitas vezes cheios de ramela, algumas vezes inclusive grudado, vou até alguém para pedir algodão ou gaze e eu mesma limpo, mas só o fato de eu pedir parece que estou incomodando, muitas vezes me dão sem sequer dizer uma palavra. Já peguei também "mentirinhas", quando indaguei a equipe de enfermagem sobre como era possível que em 24hrs tivesse sido utilizada 11 fraldas, e tive a resposta que poderiam ter ocorrido episódios de diarréia e eu até aceitei a resposta em um primeiro momento, mas ao conversar com a Dra, perguntei sobre os episódios de diarréia, e ela me respondeu que não havia tido episódio nas últimas 36hrs, e quando eu retornei a falar a enfermeira e disse que era impossível 11 fraldas sumir, e ela concordou comigo. Resultado, desse dia em diante, estamos levando de forma fracionada (4 ao dia) e desde então sem nenhuma surpresa nem sequer as 4 diárias são usadas.. enfim, passado o sumiço das fraldas, as ramelas que eu mesma limpo, as luzes que nunca estão apagadas, nas últimas visitas, cheguei e perguntei se minha familiar estava com dor, e ela indicou que estava com dor no pé.. fui olhar e pela mudança de posição, o pé dela estava prensado na grade lateral, então é claro que estava doendo, pois chegava a estar amassado/afundado, e como não está sendo possível se comunicar por conta da traqueostomia, fica difícil! Outro episódio que chama a atenção é diversas família se comunicarem, fazerem chamada de vídeo, tirarem fotos ou fazer vídeos para atualizar os demais familiares a cerca do quadro do paciente, e em uma ocasião uma enfermeira me abordou falando para eu apagar o vídeo, perguntei por que e ela disse que não era permitido, segui questionando por que outras famílias fazem, por que nunca ninguém nos informou, qual seria a lei/regimento, por que não fomos informados formalmente, pois com a distância e correria do dia a dia, trata-se de uma forma de comunicação e atualização do quadro.. enfim, ela disse que tinha uma lei mas que ela não sabia me informar, mas que ela iria pedir para que me informassem, mas até então isso não ocorreu.
Qual a razão para tratar de forma tão desdenhosa, paciente e familiares? Se em pouquíssimo tempo que estamos lá presenciamos coisas assim imagina a maior parte do tempo que não estamos lá..

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Consideração final do consumidor

23/10/2025 às 08:52

Além de todo o descaso relatado, a instituição nem sequer responde (porque no fundo não há resposta). Trata-se de um estabelecimento terrível, horrendo, um lugar onde nenhum ser humano merece estar! CORRAM DESSE HOSPITAL!!!

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