Gerência inadequada

Não resolvido
Mogi Guaçu - SP
15/02/2025 às 03:06
ID: 209995193
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesBom dia!
Eu e minha filha estávamos hospedadas no Hotel Fazenda Colina, sofremos diversas situações constrangedoras, por isso resolvi reivindicar meus direitos.
Fomos [Editado pelo Reclame Aqui] e coagidas pelo gerente Bruno.
Acabamos de chegar do hospital e fui medicada, ainda estou muito, o médico pediu para eu fazer repouso intensivo.
O que aconteceu conosco não pode voltar a se repetir.
Tivemos de chamar a polícia militar no hotel porque o gerente estava totalmente descontrolado.
Eu passei mal nos últimos dois dias, ingeri margarina achando que era manteiga.
Estava sem placa informativa durante toda a nossa estada no hotel, minha filha também passou mal, eu tenho H.pylore e minha filha intolerância a gordura vegetal e hidrogenada.
Temos toda documentação médica aqui para provar. Detalhe, meu advogado disse que em caso de emergência médica por negligência do hotel, o hóspede tem o direito de ficar no quarto em repouso.
Não tivemos esse atendimento e vamos tomar as medidas cabíveis.
Tenho certeza que se fosse o dono do hotel ou um gerente educado, isso jamais teria acontecido.
Como não havia placas no recinto alimentação, por desencargo de consciência, perguntei várias vezes se era manteiga ou margarina, afirmaram que era manteiga, por isso acabei ingerindo, se tivesse escrito margarina, jamais teríamos comido.
Foi eu chamar a polícia militar que o Bruno, gerente do hotel, mandou colocar as placas.
Outra coisa, como passamos mal, ficamos sem comer em várias refeições.
Fora essas alimentações ainda fomos prejudicadas por terem poucos hóspedes, pois quando chegamos ao restaurante a comida não estava servida, voltamos para o quarto, pois achávamos que tínhamos perdido o horário, ficamos 2 dias sem almoçar.
Nos outros dias a mesma coisa, mas como era mais cedo, perguntei para a moça da cozinha, ela disse que não colocam a mesa quanto é pouco hóspede, coisa que não foi especificado em momento algum, ela pediu para sentarmos que iria levar o almoço, veio arroz, feijão e porco, não comemos porco, foi avisado na restrição alimentar, o local está totalmente desorganizado. Foi um erro atrás do outro.
No outro dia pego a funcionária falando mal de mim por reclamar da comida, em nenhum momento reclamei da alimentação, a comida é ótima, mas não posso comer algo que passo mal, apenas expliquei meu ponto de vista.
O gerente ao invés de corrigir, foi o pior de todos, foi mal educado, não me respeitou. Sou uma mulher idosa e estava passando mal, vomitando sangue e com pressão baixa.
Ele fez um acordo conosco e depois descumpriu. O combinado foi de sairmos cedo sem nenhum ressarcimento e sem conflitos para então descansarmos ou sairmos no check-out normal com o estorno das refeições que não nos disponibilizaram e que não tivemos a chance de usufruir por termos ficado doentes com o erro da restrição alimentar.
Chegou ao ponto de chamarmos a polícia militar, pois o gerente nos ameaçou, bateu na nossa porta fazendo escândalo e para piorar coagiu os próprios funcionários do recinto para não me ajudarem, eu mesma presenciei ele falando mal de mim e de minha filha para algumas pessoas e ainda colocando o funcionário em circunstância de coerção.
A PM orientou que eu separasse todas essas informações como provas para anexar junto ao boletim de ocorrência para entrarmos com o processo judicial.
Esse gerente precisa ser demitido imediatamente, ele vai matar um hóspede qualquer dia, pois além de tudo isso ele teve a audácia de dizer a seguinte frase: se uma criança cair da tirolesa ou de um cavalo, vai morrer, pois não vou chamar polícia militar, corpo de bombeiro ou resgate, se quiser, a pessoa que chame.
Isso foi dito devido eu ter pedido o uso do telefone fixo, pois o celular não pega no hotel.
Como estávamos passando mal, poderíamos precisar de resgate ou uma ambulância, ele novamente se negou a ajudar.
Graças a Deus que eu ando com todos os medicamentos e consegui controlar um pouco da dor.
A área do hotel não tem rede nem para uso emergencial, sabendo disso é obrigação do gerente ou da recepção ajudar o hóspede.
Ele ter proibido o uso do telefone foi omissão de socorro. Isso é muito grave.
Vocês precisam dar uma solução para a nossa situação. Ele ficou de ressarcir, mas não fez nenhum pagamento.
Eu deixei bem claro que se ele nos deixasse repousar que sairíamos cedinho, mas ele se negou em ajudar e disse que os superiores dele não permitiam, por isso vim aqui, quero saber o que aconteceu de verdade.
Como não foi cumprido o acordo da parte dele o pagamento do estorno precisa ser feito, pois saímos no horário normal.
Sair nessas condições, com muita dor, pegando chuva, estrada e neblina, é pedir para sofrer um acidente.
Um adendo, a polícia militar só foi chamada após eu sair do quarto e me arrastar até a recepção pedindo socorro para outra funcionária. Ela viu que eu estava muito debilitada e precisava de ajuda, do contrário, não teríamos ninguém para nos amparar.
Após termos passado por tudo isso, ele disse que só aceitaria que saíssemos hoje cedo se pagássemos outra diária, isso é um absurdo, eu não queria ficar no hotel por vaidade, era necessidade.
Como poderíamos pagar a mais sendo que nós que fomos [Editado pelo Reclame Aqui]?
Caso vocês não consigam dar uma solução para nossa situação, vou anexar a conversa do gerente junto ao processo, pois o acordo foi feito e meu advogado estava de testemunha junto ao pedido de ressarcimento, o Bruno fez um documento e eu li em viva voz para todos estarem de acordo, mas quando ele voltou para assinarmos o papel, ele disse que vocês (diretoria) recusaram-se a estornar o valor.
Como fica essa situação?
Bom, essa foi a orientação do meu advogado, tentar entrar em um acordo com vocês, caso não haja nenhuma solução, vamos tomar as medidas cabíveis junto ao boletim de ocorrência.
Estou acompanhando agumas plataformas de turismo e o próprio Google para analisar as avaliações do hotel, infelizmente eu deveria ter visto isso antes, é unânime, muita gente reclamando de coisas similares, não vi nenhum elogio para o gerente Bruno, inclusive alguns funcionários relataram para mim e para minha filha que antes de ele assumir a gerência, o hotel estava muito melhor, muita gente tem reclamado dele.
Inclusive o próprio dono da rede teve de assumir alguns casos de reclamações para não manchar a reputação e imagem do hotel. Não vou citar o nome dos funcionários que reclamaram dele, mas posso ratificar que não sou a única hóspede indignada com essa situação, e também não foi apenas um funcionário a se queixar da gerência do Bruno.
Amanhã, aso vocês puderem entrar em contato comigo, eu agradeceria muito, pois quero ouvir de vocês se realmente se negaram nos a ajudar, como o Bruno relatou, se impediram nossa saída para hoje cedo e se realmente falaram o que ele nos disse.
Eu nunca vi isso na minha vida, um gerente bater na porta e expulsar o hóspede, nunca vi um gerente ameaçar um hóspede e muito menos coagi-lo da forma que ele fez.
Caso queiram, posso enviar a conversa dele para vocês lerem, assim saberão quem está dizendo ou não a verdade. Inclusive eu pedi para a PM pegar o documento e os vídeos de segurança para comprovar as coisas que aconteceram, mas o Bruno se negou a fazer.
Aguardo um respaldo.
Grata!
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Resposta da empresa
17/02/2025 às 14:30
Prezada,
Lamentamos que sua experiência não tenha atendido às suas expectativas. Prezamos pela transparência e pelo bom atendimento a todos os nossos hóspedes, garantindo sempre um ambiente de respeito e cordialidade.
Sobre os pontos mencionados, esclarecemos que todas as regras do hotel são comunicadas previamente e seguidas de acordo com nossos procedimentos internos. Em relação às suas solicitações, todas foram tratadas diretamente com sua filha durante a estadia das senhoras, dentro das possibilidades e políticas do hotel. Ressaltamos ainda que sempre buscamos resolver qualquer questão de maneira respeitosa e profissional, prezando pelo bem-estar de todos os envolvidos.
Atenciosamente
Equipe Menino da Porteira
Réplica do consumidor
17/02/2025 às 15:17
Boa tarde!
Estou passando mal até hoje, não houve a sinalização da alimentação e dos pratos servidos.
Ingerimos gordura vegetal e hidrogenada (margarina), afirmaram para nós que era manteiga.
5 dias comendo algo que não podemos, isso não foi informado em momento algum, inclusive eu perguntei desde o primeiro dia se era manteiga, pois se estivesse escrito que era margarina, eu e minha filha não teríamos comido.
Réplica do consumidor
17/02/2025 às 15:46
Boa tarde!
Fizeram o acordo de ressarcir as refeições que não tivemos a chance de usufruir por termos ficado doentes, fato este ocasionado pelo erro de vocês, mas não cumpriram.
O acordo foi presenciado pelo gerente do hotel, por mim, pela minha filha e pelo nosso advogado, inclusive o próprio gerente viu que o valor estava errado e falou que iria corrigir, mas não o fez, falou que vocês (diretoria) se negaram a nos reembolsar, que negarem também nossa saída para o outro dia cedo.
O que pedimos foi o seguinte, ou que pagassem o que não consumimos ou que nós deixasse sair no outro dia cedo.
Perante ao que sofremos, isso era irrisório.
Outro detalhe, por duas vezes ficamos sem refeição, não colocaram o almoço por alegarem que havia poucos hóspedes, vocês mencionaram em resposta, que tudo foi dito e explicado para minha filha, mostre-nos em que momento que vocês disseram que não haveria almoço, pagamos por algo que não tivemos.
Nunca mais voltaremos para esse hotel.
Exijo que façam o reembolso que fora acordado, do contrário, como temos todas as provas, vamos mover uma ação judicial contra o hotel.
Fico no aguardo.
Consideração final do consumidor
18/02/2025 às 20:33
Precariedade total, problema não resolvido, reembolso acordado, porém não realizado.
A gestão desde hotel está condenada, concordo plenamente com a opinião do consumidor que fez a reclamação no mesmo dia que eu, não piso nunca mais no Hotel Fazenda Colina.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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