Hotel se recusa a estornar valor de reserva após emergência médica da filha da hóspede e demonstra descaso no atendimento

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Itatiba - SP

20/12/2025 às 18:11

ID: 235453657

Entrei em contato com o hotel, e no dia 04/11/2025, fiz um pix no valor de 2.871,08. O valor cheio da reserva, ou seja, comprei a viagem inteira. Efetuei a reserva para o dia 14/11/2025 até o dia 16/11/2025, conforme voucher encaminhado. Ocorre que, minha filha acordou vomitando, e eu pedi para o hotel já que havia pago a quantia toda da reserva (e não apenas 50%), mudar a data para o dia 21, até o dia 23 de novembro. O atendente Enzo, me disse que teria um acréscimo de 1.858,07, por ser feriado, já que queria mudar a data. Então, sugeri estorno do valor. E a empresa se recusa a devolver o valor. Eu não assinei um contrato, apenas me foi enviado via WhatsApp sobre os termos de desistência. ***** é o nome da minha filha. Segue abaixo os prints, o atestado que a pediatra deu para minha filha, porque exigiram que eu enviasse um atestado para que pudessem mudar a data. Visto que, peguei pavor pela forma como fui atendida e desejo o estorno apenas!

O caso está no PROCON, como Processo Administrativo, também ando com um planejamento de dias e horários para me encontrar com a equipe do Celso Russomano em São Paulo.

Ninguém em sã consciência gostaria de frequentar um local que:
- Foi esnobe enquanto a filha estava doente, não permitindo que houvesse contato via ligação, ou pessoalmente para resolver o conflito com alguém da gerência. Tanto que fiz o Boletim de Ocorrência falando sobre essa negligência por parte da Gestão como já anexado aqui. E recorri ao PROCON também. Porque se trata de uma prática abusiva. E se tratando da minha filha, percebi uma falta de consideração muito grande. Porque ela realmente ficou doente, e até a receita com a posologia das medicações eu enviei no WhatsApp. Falta de consideração porque paguei o valor cheio de uma viagem. E não apenas a metade. Acreditei que já que depositei a minha confiança na empresa, a mesma também teria depositado em mim. E ao menos me trataria melhor quando eu passasse por algum problema no pós venda, como passei. Mas nos deram as costas.
- Visualizou no mesmo dia as mensagens sobre a situação do atestado da Heloísa, e ignorou o fato por horas. Decidindo responder apenas no dia seguinte. Onde uma colaboradora extremamente educada me pediu desculpas. Kathelen.
- Entretanto, a direção disse na avaliação do Google que eu não enviei a documentação, sendo que eu enviei. E afirmou não apenas no Google, mas no Tripdivisor também, que eu ameacei a equipe. Duas vezes. Sendo que já havia explicado o conceito do que são ameaças. E que procurar medidas jurídicas cabíveis é algo que todo consumidor tem direito. Para tentar manchar a minha imagem, e melhorar a do hotel. Quais foram as ameaças?!
- Contradição, falta de sincronia entre a equipe. Um colaborador se desculpa no privado, e a direção decide ser sarcástica e hostil publicamente. Que segurança o consumidor possui?!
- Relata no PROCON que há distorção dos fatos. Mas qual distorção? Distorção do que? Qual é a mentira? Qual é a omissão?

Sei que também vou ser ignorada por aqui e que o problema não será resolvido.
Mas o meu objetivo é o de explanar quando pesquisarem - Muito cuidado com a Gestão, com o atendimento, principalmente se sua filha estiver doente.
Não paguem o valor cheio da viagem! Paguem apenas 50% como eu.

Junielly

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