Reclamação não respondida

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Brasília - DF

22/02/2025 às 22:26

ID: 210628443

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No dia 22 de fevereiro, por volta das 21h, eu estava na portaria do Hotel San Martin da Rede Andrade de Curitiba, realizando o check-in de uma reserva. Nesse momento, observei uma senhora acompanhada de uma adolescente e outra mulher no balcão da recepção.

Ouvi a senhora perguntar como poderia fazer o check-in, visto que a reserva já havia sido feita. A recepcionista informou que não seria possível, pois havia recebido orientação negativa do gerente do hotel. A recepcionista informou que a senhora poderia solicitar a restituição do pagamento.

A senhora questionou se teria que passar a noite na rua com a filha e perguntou se aceitariam o CPF da menina ou uma autorização para que a tia a acompanhasse. A recepcionista respondeu que o CPF só seria válido se estivesse no RG da menina e que a autorização era apenas para a tia conduzi-la, não para a mãe, pois, segundo a legislação, apenas os pais poderiam acompanhar a menor com a devida identificação.

Perguntei à mulher que as acompanhava se ela era a tia da menina, e ela respondeu que era apenas amiga da família. Após essa pergunta, a mãe da adolescente informou que a tia da menina estava hospedada no hotel. Nesse momento, perguntei à recepcionista se, considerando que a tia da menina estava no hotel, seria possível liberar o check-in da menina acompanhada pela tia.

A recepcionista respondeu que eu não deveria me intrometer, pois não tinha nada a ver com o problema, e que a menina não poderia entrar, pois a responsável era a mãe, não a tia. Argumentei que, se a menina pudesse fazer o check-in com a tia, não faria sentido impedi-la de entrar com a presença da mãe.

A recepcionista, em tom ríspido, alegou que eu não poderia me manifestar e que chamaria a guarda municipal. Diante disso, informei que ela poderia chamar a guarda municipal e a polícia militar, pois não havia impedimento legal para minha manifestação. Declarei que desejava fazer uma reclamação contra a atendente e solicitei sua identificação.

A recepcionista afirmou que faria uma reclamação contra mim, escondeu o crachá e me mostrou um documento que estava no balcão. Perguntei qual norma do hotel eu estaria infringindo, mas não obtive resposta. Insisti para que ela me apresentasse o crachá, e diante da recusa, informei que tiraria uma foto para identificá-la e fazer a reclamação ao hotel.

A recepcionista cobriu o rosto com a mão e, em seguida, com o celular, começou a me gravar. Mesmo assim, tirei uma foto da recepcionista e solicito que o hotel tome providências em relação à conduta da funcionária.

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