Funcionária de hotel retém documento e chama a polícia por discriminação e constrangimento no check-out

Reclamação não respondida

Não respondida

Reclamar dessa empresa

São Paulo - SP

20/08/2026 às 14:48

ID: 256971515

Cumprimento de regras, retenção de documento, discriminação e acionamento da polícia no check-out

Gostaria de registrar minha profunda indignação com a postura da funcionária Viviane no hotel. O que deveria ser um momento de descanso em família transformou-se em uma experiência extremamente abusiva, preconceituosa e traumatizante.

Meu compromisso em seguir a legislação foi claro desde o início: na sexta-feira, como eu não estava com os documentos físicos de guarda em mãos, meus filhos sequer dormiram no hotel foram para a casa de uma tia, mesmo a diária já estando paga de sexta a segunda-feira. Apenas no sábado, após meu irmão trazer a documentação física de São Paulo, realizei o check-in com tudo regularizado. Segui rigorosamente as regras do hotel.

Porém, nada justifica o absurdo ocorrido no check-out. A funcionária Viviane se recusou a devolver o meu documento original, exigindo que eu reconhecesse em cartório um termo destinado exclusivamente a terceiros (pessoas que viajam com menores sem os pais ou responsáveis). Eu sou a responsável legal e estava presente. Para encobrir o erro, distorceu as regras do próprio hotel e recusou a decisão judicial original da guarda, alegando que "não tinha QR Code" ignorando que a validade de um documento expedido por um Juiz de Direito não depende desse tipo de código.

Não bastasse o despreparo técnico, a funcionária Viviane ultrapassou todos os limites ao reforçar por inúmeras vezes que eu não era a "mãe biológica", usando isso para tentar diminuir meu papel como mãe. A maternidade legal e afetiva possui o mesmo valor perante a lei. Além de discriminar minha família, ela ainda fez comentários invasivos e inadequados sobre como eu deveria criar minha filha.

Para tentar me intimidar e não devolver meus documentos, a funcionária chamou a Polícia Militar. O resultado foi o desgaste de registrar um Boletim de Ocorrência e um atraso de mais de duas horas no hotel. O tempo que usaríamos para aproveitar a cidade virou um estresse absoluto. Minha filha, mesmo orientada a ficar afastada, percebeu todo o transtorno e entendeu que o motivo do conflito era a sua guarda.

Após todo esse constrangimento, meus documentos originais foram finalmente devolvidos. A postura da funcionária foi discriminatória, ilegal e inadmissível. Exijo um posicionamento formal por escrito e providências imediatas da administração.

Compartilhe