TELA DO MOTOROLA RAZR DOBRÁVEL QUEIMOU DURANTE COLOCAÇÃO DE PELÍCULA E EMPRESA SE RECUSA A COBRIR O DANO.

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Araraquara - SP

06/05/2026 às 00:27

ID: 247833859

O celular MOTOROLA RAZR 40 ULTRA 5G - 8/256 XT2321-1 foi adquirido em 15/12/2024 em nome da *****, numa promoção da Claro, foram dois aparelhos iguais, um para ela e outro para mim.
Em 18/01/2026 estivemos em Ribeirão Preto, no Shopping Ribeirão e, passando pelo quiosque da Iplus (*****, CNPJ. *****, IE. ***** situado na Av. *****, ***** - Quiosque ***** - *****), resolvi colocar uma película de proteção no celular. Conversamos com a funcionária, que disse se chamar Ana e ela se prontificou a colocar a película. Ao colocar, ficaram bolhas e ela começou a forçar a tela com uma espátula para retirar as bolhas e foi nesse momento que a tela frontal (interna) apagou. Ao perceber o que havia acontecido, a funcionária entrou em desespero, começou a abrir e fechar o aparelho, na tentativa de que a tela interna voltasse a funcionar, começou a chorar, retirou rapidamente a película que tinha colocado e disse que ia ligar para o gerente. Ao telefone, explicou para ele o que havia acontecido e ele se prontificou a vir imediatamente ao quiosque para solucionar, pediu para falar comigo ao telefone e disse que eu não me preocupasse, pois a empresa daria uma solução de um jeito ou de outro e que logo ele estaria lá no quiosque para ver o que poderia ser feito. Depois de um tempo chegou o gerente, informando ser o João Pedro, acalmou a funcionária, que nessa altura estava em completo desespero e pediu para contarmos o que havia acontecido novamente, o que foi relatado. Informou que naquele tipo de aparelho com tela dobrável não poderia ser colocada película daquela forma e nem aquela que ela havia colocado e pediu, então, que eu o autorizasse a levar o celular em uma assistência técnica que tem no próprio Shopping Ribeirão para verificar o que poderia ser feito. Retornou após algum tempo, informando que somente uma assistência técnica autorizada da Motorola poderia fazer o serviço. Pediu que eu deixasse o celular com eles, pois iria providenciar o envio para uma autorizada. À noite, recebo uma mensagem solicitando a Nota Fiscal do aparelho, que lhe foi enviada no dia 19/01, quando então fui informado que nenhuma autorizada poderia fazer o serviço e que ele teria que enviar diretamente para a Motorola (mensagem dele: Estou entrando em contato pois nenhuma autorizada pode fazer a manutenção nem dar laudo técnico sobre a situação do aparelho, estamos entrando em contato diretamente com a Motorola lá de São Paulo para enviar o aparelho. Não tem nenhuma assistência técnica autorizada que faça esse tipo de manutenção pois esses aparelhos são muito sensíveis e não são vendidas telas em lugar nenhum). Posteriormente ele me informou que tinha entrado em contato com a Motorola e que precisava do IMEI do aparelho para dar andamento à solução, o que foi prontamente passado.
No dia 21/01, ele me enviou um áudio informando que tinha acabado de postar o aparelho para a Motorola.
No dia 26/01 ele me informou, por ligação, que a Motorola havia retornado o laudo para eles, dizendo que o problema com a tela era uma situação crônica dos aparelhos da marca e que a tela iria parar de funcionar a qualquer momento e que tinha sido um azar que tivesse quebrado nas mãos da funcionária deles e que, portanto, não teria sido a atuação da funcionária que havia estragado a tela e, assim, a empresa deles não tinha nenhuma responsabilidade sobre o ocorrido. Eu solicitei que ele me enviasse o referido laudo e, no dia seguinte, ele me encaminha uma cópia de uma mensagem que recebera do técnico supostamente da Motorola (via WhatsApp), conforme segue:

Olá, ***** tudo bem?
Sou o Alex do centro de reparo PLL, estou entrando em contato referente ao
seu Motorola que nos encaminhou para reparo.
A análise do seu produto foi concluída.
Será necessário a troca da frontal completa + adesivos que fica no valor de R$3.768,60

E me passou um link para efetuar o pagamento:

Esse valor parcelamos em 3x sem juros e a garantia de 90 dias
Segue link para pagamento.
https://erp-b2b.grupopll.com.br/cliente/
Sinistro: *****

Também me enviou um print parcial de um suposto laudo, com o número *****, com os seguintes dizeres: Frontal interna sem funcionamento possivelmente defeito na dobra que impede o funcionamento do display
Eu solicitei, então, que me enviasse o laudo oficial da Motorola completo, conforme ele havia me dito que tinha recebido, onde, segundo suas informações, constasse tudo o que ele me havia falado que a Motorola tinha colocado no laudo, ao que ele me informou que estava entrando em contato com o técnico solicitando o laudo para me enviar.
No dia 27/01, por telefone, ele me disse que não havia laudo e que não tinham encaminhado o aparelho para a Motorola e sim para uma empresa em São Paulo que faz serviços em celular e ofereceu de comprar o celular, pois não queria ter problemas com a empresa (uma vez que, segundo informou, era gerente há pouco tempo). Disse que tinha uma reserva e compraria o meu celular estragado se eu garantisse que não acionaria a empresa Iplus judicialmente. Fez a proposta de pagar entre R$1.000,00 e R$1.500,00 por ser um aparelho usado. Eu informei a ele que não aceitaria esse valor, pois um aparelho usado, nas mesmas condições do meu estava na internet por mais de R$1.800,00, quando ele me informou que pagaria esse valor. Para solucionar o problema, pois a falta do celular estava me causando prejuízos, aceitei vender o aparelho para ele com a condição de que ele conseguisse recuperar e me passar tudo o que eu tenho no celular, o que foi aceito por ele.
Pouco tempo depois, ele entrou em contato, informando que havia chegado a um acordo com a empresa Iplus, solicitando meus dados e dizendo que iria me enviar um termo referente à compra do aparelho e que devolveriam o valor que eu havia pago pela colocação da película juntamente com o valor referente à compra do celular.
No dia 02/02, me enviou uma MINUTA DE TERMO DE ACORDO EXTRAJUDICIAL E QUITAÇÃO PLENA, com diversos erros (inclusive no nome da empresa deles e no meu CPF), se eximindo de culpa pelo ocorrido, dizendo que a culpa era minha e informando que por mera liberalidade estariam efetuando o pagamento dos R$1.800,00. Eu não concordei com a Minuta e a reescrevi, consertando os erros e apresentando resumidamente o que efetivamente aconteceu e devolvi a ele.
Depois disso, não tive mais contato até o dia 13/02 quando lhe escrevi perguntando se não havia dado certo o acordo. Posteriormente ele me respondeu, dizendo que o caso estava com o advogado deles e mais tarde me pediu para que eu não mais conversasse com ele que, qualquer coisa deveria me dirigir diretamente ao Departamento Jurídico deles, informando a pessoa com quem deveria falar e o telefone. Solicitei, então, que ele deixasse o celular no jeito, pois iria buscá-lo, o que fiz no dia 15/02, ou seja, meu celular ficou em posse da empresa todo esse tempo. Entrei contato com o "Departamento Jurídico" conforme o gerente havia me indicado que fizesse, através de minha advogada, para tentar um acordo, mas fui ameaçado de sofrer um processo criminal!

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