Iberia se recusa a reembolsar passagem mesmo com impossibilidade médica comprovada por gravidez de risco para viagem aérea

Não respondida
São Paulo - SP
22/07/2026 às 13:33
ID: 254563013
Em março de 2026 adquiri diretamente no site da Iberia duas passagens aéreas (reserva *****), no valor total de R$ 15.072,26, para uma viagem entre São Paulo e Madrid.
Após a compra, minha esposa engravidou. Na data do voo, ela estará com aproximadamente 34 semanas de gestação, e sua obstetra emitiu uma declaração médica informando que ela não está apta a realizar viagens aéreas, em razão de contraindicação médica.
Antes da viagem, entrei em contato pelos canais oficiais da Iberia, anexando toda a documentação médica e solicitando o reembolso integral das passagens, uma vez que se trata de uma situação de saúde superveniente, alheia à nossa vontade.
Infelizmente, o atendimento foi extremamente frustrante.
A primeira solicitação foi respondida com uma mensagem automática e genérica, sem qualquer análise efetiva da documentação médica apresentada.
Em seguida, fui orientado pela própria central de atendimento a utilizar o canal de atendimento em português. No entanto, esse canal apenas informou que poderia haver análise para emissão de voucher caso eu abrisse uma solicitação pelo site, sendo que eu já havia informado que esse mesmo canal não analisou corretamente o meu caso. Além disso, deixei claro desde o início que não tenho interesse em crédito, voucher ou remarcação, mas sim no reembolso integral.
Diante da ausência de solução, registrei uma reclamação no Consumidor.gov.br. A Iberia respondeu apenas que encaminharia o caso para análise em Madri e pediu que eu aguardasse. Desde então, não apresentou qualquer solução ou decisão definitiva.
Em nenhum momento a empresa analisou efetivamente a impossibilidade médica apresentada, limitando-se a repetir sua política comercial.
Meu objetivo é apenas obter o reembolso integral dos valores pagos, considerando que a viagem se tornou inviável por motivo de saúde devidamente comprovado.
Espero que a Iberia reveja sua posição e resolva o problema de forma amigável, evitando a necessidade de recorrer ao PROCON e ao Poder Judiciário.