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Hospedagem de horror

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Reproduzo a seguir texto de minha esposa, que retrata o horror da hospedagem no IBEROSTAR BAHIA, localizado na Praia do Forte. Pelo que passamos, o mínimo que o hotel deveria fazer seria nos ressarcir dos valores que pagamos. Confiram:



Hospedei-me, com meus marido e filho, no IBEROSTAR BAHIA, localizado na Praia do Forte, durante o período de 01/12 a 05/12/2015.

Originalmente, a estada deveria ocorrer até o dia 06/12/2015, mas foram tantas situações absurdas que sofremos, que decidimos antecipar nosso check-out.

Os empregados do hotel tratam os hóspedes a coices e patadas, sendo extremamente emburrados, ríspidos, grosseiros e desatenciosos. Quando fazíamos qualquer solicitação que eles não podiam atender de imediato, diziam que não estava disponível o que queríamos. Foi o caso, por exemplo, de um pedido que fiz para me arrumarem copos descartáveis: limitaram-se a dizer que se eu quisesse que eu fosse pegá-los no bar, uma tremenda falta de respeito com o hóspede. Ressalte-se, ainda, que o bar fica muito longe do restaurante onde é servido o café da manhã. Depois que insisti muito na solicitação e passado longo tempo, além de ter sido necessário recorrer ao supervisor do restaurante, dignaram-se de trazer os copos descartáveis.

No transcurso de jantar no restaurante japonês, meu marido pediu um copo com suco de laranja a uma garçonete. Ela apenas respondeu, sem parar de andar, que somente havia sucos de abacaxi e goiaba e sumiu, impossibilitando que meu marido escolhesse algum dos dois. Para outras perguntas que ele fez à garçonete, como se havia sushi com mais camarão, ela respondeu de forma seca e por meio de monossílabo: não. Ele, compreensivelmente, se chateou e exigiu do maître que fosse atendido por outra garçonete.

Durante jantar no restaurante de frutos do mar, a garçonete perguntou se queríamos pedir os pratos principais. Eu disse que começaria a pedir o prato de meu filho (observe-se que eu já tinha conhecimento de que, em resort, os pedidos de todas as pessoas que ocupam cada mesa têm de ser feitos ao mesmo tempo) e, assim que eu continuei a falar, a garçonete me interrompeu abrupta e secamente, dizendo que eu teria de fazer logo todos os pedidos. Tendo eu respondido que conhecia esta peculiaridade, retomei a enunciar o pedido para meu filho. Este, que tem 6 anos, não se agradou de um item que pedi e choramingou um pouco. Pois bem: a garçonete afastou-se de imediato de nossa mesa sem nenhuma paciência. Quando a chamei de volta, ela simplesmente, acreditem, me chamou de bruxa em tom baixo e discreto, pensando que eu não perceberia. Foi necessário exigir do maître que outra garçonete passasse a nos atender. E, acreditem novamente, enquanto eu e meu marido falávamos com o maître, a garçonete ficava passando por trás do último com um sorriso irônico dirigido a mim, como se ela estivesse habituada a agir daquela maneira com os hóspedes e não receber nenhuma punição.

Um empregado que trabalha na estação de pizzas sequer nos respondeu quando perguntamos se ele podia preparar pizza de determinado sabor. E numa ocasião, depois de eu e outra hóspede não termos obtido respostas dele, ele jogou com raiva uma pizza no suporte onde nos servíamos, e foi com tanta força que quase metade da pizza transpôs os limites do referido suporte, entrando em contato com o balcão, que não estava limpo e assim ficou.

Passei fome neste hotel, só conseguia me alimentar de pizza e sorvete. Comida de péssima qualidade.

Pratos mal lavados. São quentes quando os pegamos, mas são impregnados de cheiro de comida. Um nojo, mal dá para conseguir utilizá-los.

Repito que a comida é exageradamente horrível. Ou não tem gosto de nada, parece isopor, ou, o que é pior, é estragada. Meu filho contraiu infecção alimentar e desidratou depois de tanto vomitar, diarreia e febre! Tivemos de ir para Salvador ás pressas, fazendo check-out antecipado, para tratá-lo no hospital. Graças a Deus ele foi atendido, medicado e respondeu bem ao tratamento com antibiótico, soros e outros medicamentos. O hotel foi espantosamente omisso quanto a esta situação e ás outras acimas citadas

Os quartos exalam um odor de mofo impossível de suportar, o que provocou uma forte crise de asma em mim logo nas primeiras horas em que chegamos. Foram necessárias duas trocas de quarto até que achássemos um mais ou menos livre de mofo.

Fizemos reclamações para Jailson (supervisor de restaurante), Ismael (chefe de relações públicas), Carolina (vinculada ao setor de relações públicas), Carlos (gerente do hotel), mas nada mudou.

Destaque-se que não fomos somente nós que nos espantamos negativamente com os sobreditos defeitos essenciais do IBEROSTAR. Vários outros hóspedes comungaram conosco a mesma opinião. Houve um senhor que falou para o supervisor de restaurante Jailson que os funcionários do hotel deveriam comer a mesma comida que ele e a esposa estavam sendo obrigados a ingerir. Outro casal que também tem um filho de 6 anos, que ficou amigo de meu filho, foi taxativo em afirmar que acharam a comida de péssima qualidade. A esposa de outro casal me disse que já não aguentava mais ficar levando patada dos empregados do hotel e não via a hora de retornar para casa.

Além do estresse, da desilusão, da grande preocupação com meu filho, mais uma consequência do inferno pelo qual passamos no IBEROSTAR foi um baita prejuízo, pois precisamos pagar por mais uma diária em hotel em Salvador e efetuamos gastos, não programados, com táxi, alimentação e medicamentos.

IBEROSTAR NUNCA MAIS! Corram desta arapuca!

Férias frustradas e sofridas.

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