Procedimento ilegal da UNIBRA

Não respondida
Olinda - PE
31/01/2024 às 19:44
ID: 181693151
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesNa manhã do dia 29 de janeiro de *******, me dirigi a Universidade com o intuito de pagar uma pendência financeira referente ao semestre de *******.2, no qual cursei o primeiro período do Curso de Enfermagem, iniciado em agosto de *******. Na recepção da reitoria, pedi uma ficha de negociação financeira (NC002) e aguardei para ser atendida no atendimento III. Ao ser chamada no painel, fui encaminhada para a sala de negociação de número 34 e fui recebida pela funcionária do financeiro, Rayane. Informei que queria quitas e pendência e gerar uma declaração específica que eu precisaria levar para a empresa. A mesma me informou que eu não poderia ter a declaração, que não existia aquele tipo de declaração na instituição (segue modelo em anexo), então informei pra ela que não necessariamente precisaria ser idêntica à que eu estava apresentando, mas, que teria que ter as informações de quitação da semestralidade, os meus dados e alguns que, como já falado, encontra-se no modelo da declaração em anexo. Mesmo assim, a funcionária Rayane insistiu que a instituição não tinha aquele tipo de documento e que não poderia me dar. Pedi para que fosse chamada a pessoa superior a ela já que eu só faria a quitação dos valores mediante a Declaração que precisaria apresentar a empresa do meu marido pois, a mesma, no semestre em que cursei, havia disponibilizado um percentual do valor para pagamento da mensalidade e, por isto, eu precisava dar baixa na empresa dele quanto aos valores pagos. Inicialmente Rayane resistiu, mas, depois de muita insistência chamou, segundo ela, a supervisora do financeiro, Rita. O discurso de Rita foi o mesmo, não existiria nenhum modelo de declaração deste tipo na Instituição e que o que eu poderia pegar seria apenas o imposto de renda no portal do aluno da UNIBRA. Sendo que existe, sim, o modelo da declaração já que, quando fui fazer a matrícula, em abril de *******, solicitei uma declaração nos mesmos moldes para dar entrada na bolsa educação da empresa do meu companheiro e me foi disponibilizada, em julho de *******, como também pode ser constatado em anexo e mostrei o modelo para a funcionária.
Depois disso, as funcionárias do financeiro pediram que eu fosse na secretaria acadêmica, que ficava em outro prédio, para verificar com eles a possibilidade da Declaração já que viram no histórico de solicitações que a que eu havia pedido em julho de ******* (Declaração de matrícula especial), que paguei um valor de R$30,00 para tê-la, teria sido emitida deste setor e , assim, o fiz.
Chegando na Secretaria acadêmica, fui atendida pela atendente Mariana, a mesma confirmou que a instituição não tinha nenhum modelo que pudesse me disponibilizar após a quitação dos valores, apenas o comprovante de pagamento e o Imposto de Renda comprovariam o que eu tinha pago. Mais uma vez, expliquei que já havia sido disponibilizado para mim, após a matrícula, uma declaração nos moldes da que eu precisava, então, tinha, sim, como fazerem a declaração. Fiquei chateada e cheguei a dizer que na hora de fazer a matrícula podia tudo, mas, na hora que eu realmente estava precisando de um documento meu, por direito, eles estariam negando. Expliquei que não estava querendo que forjassem nada, nem que dissessem algo que não estava acontecendo, mas, apenas, que me dessem a declaração com os meus dados, o ano que cursei, o curso que cursei e o valor que foi pago, mas, não consegui nada. Mariana foi chamar outra funcionária pois eu insistia que precisava falar com um superior delas, mas a superior não veio. Quem veio foi Ana, uma outra atendente, aparentemente mais experiente que, ao ir para dentro de alguma sala interna, pediu que eu voltasse no financeiro, e, caso o financeiro autorizasse, elas fariam a declaração.
Voltei no primeiro local que estava, peguei novamente uma ficha de atendimento para negociação financeira (NC004) e, após esperar, fui chamada para a sala de negociação 36. Nesta sala, fui recebida por Thaisa Roberta, tive que explicar tudo novamente e ela insistiu na negativa da declaração, eu, por outro lado, insisti que eles precisariam resolver já que tinha sido a informação que me passaram na secretaria e que eles (o financeiro e a secretaria) precisariam alinhar a fala já que eu não tinha nada a ver com os procedimentos internos, só queria fazer o pagamento e ter a declaração. Após quase 1h de espera, Rita, a supervisora do financeiro, veio falar comigo novamente dizendo que estava em contato com Celine, supervisora da secretaria, e que a mesma disse que seria, sim, possível fazer a declaração! Não exatamente do mesmo modelo, e, com outras palavras (sic) mas que teriam todas as informações que eu precisava. Neste momento, Rita me deu o seu número de telefone e pediu que eu mandasse por aplicativo de whatsapp a foto do modelo da Declaração que eu precisava, pois, a mesma estava falando com Celine, também por whatsapp e ela iria providenciar a confecção. Estávamos na sala eu, Rita e Thaisa e, mesmo assim, fiz questão de repetir o que ela havia dito para que ela confirmasse que, se eu pagasse, teria a declaração. Rita, por sua vez, confirmou que sim! Perguntei com quem eu devia falar na secretaria, Rita disse que com qualquer atendente e, caso tivesse algum problema quanto a confecção, pedisse para falar com Celine porque ela tava ciente de todo o procedimento e resolveria.
Com isso, efetuei o pagamento do débito no valor de R$*******,00 e segui com todos os comprovantes novamente para o outro prédio, o da secretaria para fazer a solicitação da Declaração, como havia sido orientado. Ao chegar na secretaria, procurei Mariana, que havia me atendido no primeiro momento e relatei pra ela tudo o que havia acontecido no financeiro e o motivo do meu retorno para abrir uma solicitação da declaração. Mariana entrou novamente em uma sala sem estar em minha visão e voltou falando que a supervisora havia dito que não poderia solicitar a Declaração pois eu não estava matriculada na instituição. Mais uma vez informei que não estava querendo nenhum documento que indicasse que eu estava vinculada a Universidade, mas, sim, o documento que, de uma forma ou de outra, informasse que o período em que cursei estava quitado e, mesmo assim, ela continuou irredutível, pedi pra falar com o jurídico, me foi negado, pedi para falar com a ouvidoria, me foi negado. A atendente Mariana me encaminhou para a sala de Celine a mesma foi arrogante e disse que não podia fazer nada se eu não me matriculasse. Eu disse a ela que sabia que aquele procedimento não era correto, que eles não poderiam me forçar a me matricular para obter um documento que era meu por direito, mas, a mesma simplesmente pediu que eu me retirasse da sala pois se eu nao efetuasse a matrícula, não havia mais nada pra tratar comigo, que ela não tinha o que fazer. Mais uma vez pedi pra falar com algum superior, Celine disse que o superior estava de férias e que era só com ela. Me neguei a sair da sala até que tudo se resolvesse, Celine chamou o segurança da instituição que ficou me intimidando na porta da sala da mesma. Eu insisti, não sai! Celine disse que eu ficasse lá e saiu da sala. Fiquei lá sozinha por alguns minutos e foi quando liguei para a Gerência de fiscalização do Procon para obter orientações do que eu poderia fazer naquela situação. Com isso, fui orientada a fazer essa denúncia. Quando eu estava ao telefone com o Procon, a mesma voltou a sala com uma outra funcionária e o segurança da instituição me expulsando da sala e confirmando que eu só teria o documento se eu fosse matriculada novamente. O segurança me acompanhou até a saída, fui escoltada por ele. Saí da UNIBRA mais de meio dia. Fiquei por 4h na instituição tentando resolver uma coisa simples, sai de lá sem resolver e ainda sofri com todo constrangimento e despreparo da equipe.
Aguardo retorno quanto a este caso pois o mesmo já foi encaminhado ao procon e, ainda esta semana, caso não tenha resoluto idade, serão encaminhados a justiça com os devidos pedidos legais.