ME COBRARAM ALUGUEL NO PERÍODO EM QUE O APARTAMENTO NÃO ESTAVA HABITÁVEL

Não resolvido
Rio de Janeiro - RJ
06/12/2017 às 10:22
ID: 30963969
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesApós olhar vários imóveis, decidimos alugar um na imobiliária GRANKASA.
Antes de assinar o contrato questionei que dia seria feito a vistoria para que eu pudesse ir junto e a imobiliária me informou que o procedimento deles era fazerem sozinhos e caso houvesse ressalva eu teria 5 dias úteis para questionar. Se fosse informado que teria que pagar por dias sem estar morando não teria pegado as chaves e nem o apartamento.
No dia 09/11/******* celebramos o contrato de locação do Imóvel situado a Av. Nossa Senhora de Copacabana.
No dia 10/11/******* fui na imobiliária para retirar as chaves. Lá fui informada que eu deveria verificar a vistoria efetuada pela imobiliária e teria um prazo de 5 dias úteis para fazer as ressalvas.
No dia 11/11/******* fui ao imóvel efetuar a vistoria, limpeza e troca de chave, porém na vistoria me deparei com o imóvel com vários problemas de vazamentos em todos os itens (cozinha, tanque, banheiro, chuveiro, pia e vaso sanitário), aquecedor com problema e alguns problemas de marcenaria.
Minha mudança estava programada para o dia 12/11, porém com todos esses problemas não foi possível mudar, pois o apartamento não estava HABITÁVEL, reprogramamos a mudança para o dia 18/11/17.
No dia 13/11/******* enviei a ressalva da vistoria do imóvel, ao qual existiam vários problemas de vazamentos em todos os itens (cozinha, tanque, banheiro, chuveiro, pia e vaso sanitário), aquecedor com problema e alguns problemas de marcenaria.
Entre os dias 13/11 a 18/11 sai cedo do meu trabalho e me desloquei ao apartamento para que pudesse abrir o mesmo, para que fosse feitos os orçamentos. Relevante ressaltar que eu não estava morando e perdi horas de trabalho. Foram vários orçamentos de marceneiros, bombeiros e aquecedor. Reagendei minha mudança com a transportadora para o dia 25/11.
No dia 14/11/******* já enviei um e-mail dizendo que o apartamento NÃO estava HABITÁVEL, e que eu não pagaria pelos dias em que não estivesse morando, porém a imobiliária sequer respondeu o mesmo.
No dia 15/11/17 o Sr. Erick foi ao apartamento para conferir comigo a vistoria e pôde verificar que existiam todos os itens com problema, ele me informou que a vistoria feita por eles já tinha bastante tempo. Questionei que não era possível uma imobiliária liberar um apartamento para o cliente com todas essas pendências.
No dia 18/11/17 o técnico da empresa Tecval foi verificar o aquecedor e ver qual problema e o mesmo detectou que estava vasando gás e a chama não estava apagando, concluindo que poderia haver risco de explosão tendo em vista o superaquecimento do aquecedor.
No dia 20/11/17, deixei a chave na portaria a pedido da imobiliária para que o bombeiro particular da proprietária fosse executar os serviços de hidráulica, sendo eles: Acerto de vazamentos da pia da cozinha, do tanque, pia do banheiro, descarga do banheiro, e troca de chuveiro, pois estava vazando.
No dia 21/11/17 o bombeiro retornou e trocou o chuveiro que estava pendente.
No mesmo dia 21/11/17 enviei o orçamento do aquecedor para imobiliária (tendo em vista dia 20/11 ser feriado). Após liguei e falei com a Adriana e a mesma me informou que a proprietária não aprovou o orçamento do gás, pois o bombeiro da mesma verificou e disse que estava funcionando normalmente. Acontece que o bombeiro hidráulico não é especialista em gás. Por isso que chamamos uma empresa indicada pela própria proprietária para fazer o orçamento. Nesse mesmo dia me desloquei para imobiliária e conversei com a Sra. Ana Lúcia e conversamos e explanei seria risco de vida de minha família, pois era um item de segurança, então chegamos ao consentimento que gás era item de segurança e a mesma me solicitou eu fizesse o serviço e enviasse a nota fiscal que a mesma iria ressarcir.
No mesmo dia 21/11 liguei para empresa e conseguir somente um agendamento com a Tecval para execução dos serviços dia 23/11.
No dia 23/11 o técnico da Tecval executou o serviço ao qual duraram 04 horas.
No dia 25/11 efetuei minha mudança para o imóvel.
No dia 27/11 Recebi o boleto de cobrança do aluguel considerando o período desde a assinatura do contrato. Na verdade o apartamento só ficou HABITÁVEL no dia 24/11/17, portanto o boleto encontra-se incorreto, pois o período devido é de 24/11 a 30/11/17.
O imóvel alugado NÃO estava em estado de servir ao uso que se destina (ART.22), pois o mesmo encontrava-se com problemas de vazamentos em todos os itens (cozinha, tanque, banheiro, chuveiro, pia e vaso sanitário), aquecedor com problema (risco de explosão) e alguns problemas de
marcenaria. Não era possível MORAR no mesmo.
Alegaram O (ART.26) Se os reparos durarem mais de dez dias, o locatário terá direito ao abatimento do aluguel, proporcional ao período excedente; se mais de trinta dias, poderá resilir o contrato, no meu caso eu NÃO estava MORANDO, nem se quer consegui entrar no imóvel, pois não estava habitável. Então não cabe esse artigo, até porque pularam o ART.22 que seria o imóvel estar HABITÁVEL.
Informei a imobiliária os relatos acima, dia a dia por telefone e alguns e-mails trocados, informei que não pagaria pelos dias que não estava morando, pois o apartamento NÃO ESTAVA HABITÁVEL,
falei no telefone com a Sras, Taisa, Milena, Adriana e as mesmas ficaram caladas e nem se quer responderam meu e-mail. A imobiliária ficou calada diante dos meus questionamentos de pagamento dos valores. Quem cala consente.
Tentei ao máximo chegarmos a um acordo com a mesma, porém não obtive êxito. Minha advogada entrou em contato com a advogada deles mas sem sucesso.
A Imobiliária preferiu ter problemas já no primeiro contato. No PRIMEIRO BOLETO DE ALUGUEL.
Diante da situação tive que recorrer a justiça para que pudesse ser ressarcida.
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Consideração final do consumidor
27/01/2020 às 10:35
Péssimo atendimento
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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