Reclamação em réplica

Em réplica

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Brusque - SC

13/09/2021 às 14:36

ID: 129542437

Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa

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Como já informado no relato anterior, a imobiliária colocou para locação uma casa com vício oculto, nesse caso, o barranco alto e íngreme atrás da casa que não tem segurança contra desmoronamento e que em período de chuva esse risco cresce exponencialmente. Quando a casa foi locada eu perguntei se o barranco apresentava risco e me foi afirmado que não havia risco. Mas sim, há. Choveu e o barranco desmoronou em parte. Entramos em contato e esperamos por 5 meses para alguma providência ser tomada. A imobiliária sempre dizia que não podia fazer nada porque era "apenas" a administradora e que avisava os proprietários sempre que eu entrava em contato. Pois bem, depois então de 5 meses foi um pessoal totalmente desqualificado para fazer a tal "obra de reparo" no barranco. Resultado: caos total, um erro em cima de outro erro, sem projeto, sem nada. Quebraram telhas, romperam o cano da caixa da água, quebraram a caixa da água, quebraram o piso, quebraram e lascaram as quinas da casa, arrebentaram a fiação das câmeras de segurança, ou seja, um serviço amador ridiculamente realizado, chocante. Stress total. O resultado foi que escavaram a terra da base do barranco e o barranco, deixando um ângulo reto de quase 90 graus, absolutamente perigoso, sem escoras, sem talude, sem contenção, sem calhas de escoamento, sem drenos, sem nada, nada. A terra ficou exposta e choveu muito nesse período, sendo que ficar em casa nos temporais era um stress absurdo, sempre na expectativa de que o barranco viesse a baixo. Depois de um tempo foi uma empresa até a casa e jateou uma cobertura vegetal, chamada hidrossemeadura, que demorou 6 meses pra crescer, enquanto isso, chuuuvaaa. Stress. Tentamos centenas de vezes fazer com que entendessem a situação perigosa que lá estava e nos disseram simplesmente: vcs podem se mudar se quiserem, os proprietários "deixam" vcs saírem sem pagar multa. Aqui está um dos maiores absurdos dessa história. Locaram com vício oculto, nos expuseram ao perigo, e dentro do prazo de locação de 30 meses nos dizem que podemos nos mudar se quisermos, que não haverá multa. CLARO que não haveria multa. Isso tudo ocorreu nos primeiros 12 meses por culpa dos proprietários e da administradora, nunca por nossa culpa, somos SÓ as vítimas, inclusive nossos pagamentos da locação são feitos sempre adiantados. Em reunião na Moresco, nos disseram que os proprietários tinham o direito de pedir a desocupação, coisa que obviamente não procede. Evidentemente pediram a desocupação porque não queriam gastar dinheiro numa obra correta de contenção de barranco. Nos disseram que o "jurídico" da Moresco confirmou que os proprietários estavam certos. Aqui destaco que, ou o "jurídico" da Imobiliária Moresco é muito ruim, amador, não capacitado para o labor, ou foi ato de má fé, um blefe, pra ver no que daria. Eu e minha esposa questionamos a não veracidade da afirmação, com isto.

Art. 2 A Lei n 8.*******, de 18 de outubro de *******, passa a vigorar com as seguintes alterações:

"Art. 4 Durante o prazo estipulado para a duração do contrato, não poderá o locador reaver o imóvel alugado. O locatário, todavia, poderá devolvê-lo, pagando a multa pactuada, proporcionalmente ao período de cumprimento do contrato, ou, na sua falta, a que for judicialmente estipulada.

Depois disso, não voltaram a afirmar tal falácia. Imaginamos nós que é praxe dessa imobiliária performar esse tipo de atitude com inquilinos, porque ao que se percebe, eles entendem como clientes apenas proprietários, não inquilinos. Apenas para registrar.

Nós discutimos o contrato e afirmamos em reunião que os proprietários haviam quebrado o contrato e que nós concordaríamos em nos mudar recebendo os valores descritos na quebra de contrato, os mesmos valores que nós, inquilinos teríamos que pagar no caso de uma quebra de contrato, acrescidos dos custos de mudança, desinstalação e reinstalação de móveis e eletros. Nos disseram que não havia quebra de contrato por parte deles, claro, o que era de se esperar deles, de fato. Não contentes com isso tudo, com esse grande problema de sua responsabilidade, ao fim dos primeiros 12 meses, veio o período de reajuste de aluguel, baseado no IGPM (porque não há outro índice como opção, somos obrigados a aceitar esse índice) e simplesmente os proprietários, irredutíveis, não quiseram negociar e não abriram mão de um reajuste de 31%. A falta de noção e o descaso com o inquilino é algo revoltante, que merece punição e indenização da parte prejudicada, no caso, eu e minha esposa.

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Resposta da empresa

06/10/2021 às 13:55

Olá, Miguel!

Já tivemos contato com vocês outras vezes, inclusive com reuniões presenciais para tratar sobre esse assunto, como você mencionou.

É importante ressaltar que, ao contrario do que foi afirmado, em momento nenhum a Imobiliária Moresco deixou vocês desamparados, pois nossos clientes (sejam eles inquilinos ou proprietários) são igualmente importantes; inquilinos sem proprietários oferecendo produtos não existiriam e o contrário é inversamente proporcional.

Entendemos que seu caso seja delicado, porém como intermediadores, temos o papel de mediar tanto as necessidades do inquilino em relação ao imóvel quanto as possibilidades do proprietário. Nem sempre o proprietário quer, ou como neste caso, tem condições de fazer determinada obra no imóvel. Sendo assim, o proprietário entendeu que, como você não estava de acordo com as condições apresentadas no imóvel pouco mais de um mês após sua mudança, permitiria que você rescindisse o contrato sem ter que pagar a multa, que é aplicada até o 12 mês após a data da assinatura do contrato. Como foi explicado para você, nossos contratos são de 36 meses, com isenção de multa após o 13 mês.

Outro detalhe importante a ser mencionado é que, diferente do que você afirma, o barranco sempre esteve nos fundos do imóvel. Sendo assim, suas afirmações sobre o vício oculto não são verdadeiras, uma vez que você visitou o imóvel antes de iniciar qualquer tipo de negociação, questionou sobre o barranco (de acordo com o seu relato acima) e ainda assim deu continuidade à locação. A funcionária que te acompanhou e disse que achava que o barranco não seria problema, não fez nenhuma afirmação equivocada. Primeiro porque disse que achava, portanto não afirmou nada, até mesmo porque causas naturais não são previsíveis. Se neste caso fosse, você mesmo poderia optar por não dar continuidade na visita e procurado outro imóvel.

Quanto aos profissionais que foram até o imóvel executar o serviço, são de total responsabilidade do proprietário, afinal de contas é ele quem define quem fará o serviço no imóvel, que é de sua propriedade. Os problemas gerados após a limpeza do barranco não foram passíveis de atenção do proprietário, bem como não seriam cobrados como responsabilidade de vocês na vistoria final para a desocupação do imóvel. Neste caso, os concertos efetivados por vocês, não estavam autorizados pelo proprietário e foram feitos por conta própria. Nós como intermediadores entramos em sua defesa para que os valores fossem repassados novamente para vocês, entendendo que vocês fizeram os concertos por se sentirem mais confortáveis assim.

Após os primeiros 12 meses do seu contrato, chegou o reajuste, que é aplicado de acordo com o IGPM (índice utilizado pela totalidade de imobiliárias para os reajustes). Entendemos que o reajuste vem sendo fator prejudicial para os inquilinos e tentamos negociação com todos os proprietários, a fim de não prejudicar nenhuma das partes. No seu caso, como o proprietário tinha ciência de seu descontentamento, não aceitou negociação e aplicou o valor total no reajuste, na tentativa de finalizar todos os problemas no período e não mais disponibilizar o imóvel para aluguel, visto que não se encontra em condições de executar qualquer serviço.

Nosso departamento jurídico reitera que fizemos tudo que esteve ao nosso alcance e que diferente do que você afirma, não temos nenhum tipo de descaso com nossos clientes. Inclusive ficamos extremamente incomodados com todo o ocorrido no seu caso. Este não é o objetivo da Imobiliária Moresco, para nós, a experiência em seu lar, deve ser sempre agradável.

Réplica da empresa

06/10/2021 às 13:56

Olá, Miguel!

Já tivemos contato com vocês outras vezes, inclusive com reuniões presenciais para tratar sobre esse assunto, como você mencionou.

É importante ressaltar que, ao contrario do que foi afirmado, em momento nenhum a Imobiliária Moresco deixou vocês desamparados, pois nossos clientes (sejam eles inquilinos ou proprietários) são igualmente importantes; inquilinos sem proprietários oferecendo produtos não existiriam e o contrário é inversamente proporcional.

Entendemos que seu caso seja delicado, porém como intermediadores, temos o papel de mediar tanto as necessidades do inquilino em relação ao imóvel quanto as possibilidades do proprietário. Nem sempre o proprietário quer, ou como neste caso, tem condições de fazer determinada obra no imóvel. Sendo assim, o proprietário entendeu que, como você não estava de acordo com as condições apresentadas no imóvel pouco mais de um mês após sua mudança, permitiria que você rescindisse o contrato sem ter que pagar a multa, que é aplicada até o 12 mês após a data da assinatura do contrato. Como foi explicado para você, nossos contratos são de 36 meses, com isenção de multa após o 13 mês.

Outro detalhe importante a ser mencionado é que, diferente do que você afirma, o barranco sempre esteve nos fundos do imóvel. Sendo assim, suas afirmações sobre o vício oculto não são verdadeiras, uma vez que você visitou o imóvel antes de iniciar qualquer tipo de negociação, questionou sobre o barranco (de acordo com o seu relato acima) e ainda assim deu continuidade à locação. A funcionária que te acompanhou e disse que achava que o barranco não seria problema, não fez nenhuma afirmação equivocada. Primeiro porque disse que achava, portanto não afirmou nada, até mesmo porque causas naturais não são previsíveis. Se neste caso fosse, você mesmo poderia optar por não dar continuidade na visita e procurado outro imóvel.

Quanto aos profissionais que foram até o imóvel executar o serviço, são de total responsabilidade do proprietário, afinal de contas é ele quem define quem fará o serviço no imóvel, que é de sua propriedade. Os problemas gerados após a limpeza do barranco não foram passíveis de atenção do proprietário, bem como não seriam cobrados como responsabilidade de vocês na vistoria final para a desocupação do imóvel. Neste caso, os concertos efetivados por vocês, não estavam autorizados pelo proprietário e foram feitos por conta própria. Nós como intermediadores entramos em sua defesa para que os valores fossem repassados novamente para vocês, entendendo que vocês fizeram os concertos por se sentirem mais confortáveis assim.

Após os primeiros 12 meses do seu contrato, chegou o reajuste, que é aplicado de acordo com o IGPM (índice utilizado pela totalidade de imobiliárias para os reajustes). Entendemos que o reajuste vem sendo fator prejudicial para os inquilinos e tentamos negociação com todos os proprietários, a fim de não prejudicar nenhuma das partes. No seu caso, como o proprietário tinha ciência de seu descontentamento, não aceitou negociação e aplicou o valor total no reajuste, na tentativa de finalizar todos os problemas no período e não mais disponibilizar o imóvel para aluguel, visto que não se encontra em condições de executar qualquer serviço.

Nosso departamento jurídico reitera que fizemos tudo que esteve ao nosso alcance e que diferente do que você afirma, não temos nenhum tipo de descaso com nossos clientes. Inclusive ficamos extremamente incomodados com todo o ocorrido no seu caso. Este não é o objetivo da Imobiliária Moresco, para nós, a experiência em seu lar, deve ser sempre agradável.

Réplica do consumidor

06/10/2021 às 15:11

Já respondi na outra reclamação mas posso responder de novo que sim, havia vício oculto e o imóvel foi colocado para locação. Nós, como inquilinos, acreditamos que se a imobiliária Moresco colocou um imóvel para locação, é porque estava segura disso, de que haveria segurança para locação. Mas não há. A Moresco assumiu o risco e repassou o ônus pro inquilino. A resposta dada na réplica da outra reclamação explica detalhadamente tudo o que houve. Está lá.