Imobiliaria cobra multa no judiciário para solucionar cliente insatisfeito

Respondida
Curitiba - PR
03/04/2025 às 01:12
ID: 213813261
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas Reclamaçõescontratei essa imobiliária pelo modo diferenciado de trabalho que a imobiliária vem fazendo no Jardim Paulista Mas além de não prestarem o mesmo serviço para o meu imóvel fizeram um anúncio errado do meu imóvel desvalorizando o
ao invés de usarem em meu feedback para melhorarem ao contrário me acusam de querer mudar a forma de trabalho deles ,mas além de não aceitarem meu feedback passaram a me tratar de forma deselegante e sem a menor consideração como cliente ou consumidora que sou
me senti ofendida e diminuída da forma como me trataram,
Pedi o distrato a partir do momento que considerei a relação de consumo tóxica além de me sentir muito desconfortavel como se fosse obrigada a manter esse relacionamento tóxico,
Por conta do contrato assinado pelas duas partes conter multa por desistência,solicitei amigavelmente ao proprietário da imobiliária que pudéssemos fazer um distrato sem ônus para qualquer das partes, afinal a relação ficou prejudicada pela falta de tato e consideração deles para uma consumidora que sou
Aparentemente na opinião deles sou obrigada a ficar infeliz permanecendo com os serviços deles com a relação prejudicada ou pagar multa
Sem terem resolvido nada comigo tiraram as placas de venda do imóvel e me mandaram cobrança da multa
Sendo que solicitei distrato sem ônus para as 2 partes
NÃO ASSINEI NENHUM DISTRATO FALEI PRA ELES QUE SE QUERIAM MANTER A RELAÇÃO CoNSUMERISTA QUE ASSIM O FIZESSEM
IGNORARAM MINHAS FALAS E PEDIDOS DE SOLUÇÃO AMIGÁVEL E INGRESSARAM NO JUDICIÁRIO
Ou seja
Se não ficar satisfeito com os serviços deles e reclamar peça pra sair e pague a multa
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Resposta da empresa
28/04/2025 às 20:34
A senhora Adriana nos procurou querendo vender seu imóvel e após nosso corretor Eduardo ter ido ao imóvel avaliar, conhecer e fazer as fotos ela demorou cerca de 02 (dois) meses para assinar a autorização de venda, um documento exigido pelo CRECI para que possamos trabalhar, esse documento foi enviado para ela em Setembro/******* e ela assinou no dia 12/12/*******.
No dia 20/12/******* nós da imobiliária Silva Peroni entramos em férias coletivas e só retornamos no dia 06/01/*******, fato que foi previamente informado a todos e publicado com afinco em nossas redes sociais.
Por esse motivo não houveram atividades em nossa imobiliária nesses dias, e a senhora Adriana se mostrou muito insatisfeita com isso, pois acredita que deveríamos ter mantido as atividades normalmente.
O anuncio do imóvel da senhora Adriana foi feito exatamente igual a todos os nossos outros anúncios, até porque seguimos um mesmo padrão de postagem para todos os imóveis conforme pode ser verificado em nosso site e em nossas redes sociais por qualquer pessoa, e com o imóvel dela não foi diferente.
A descrição do imóvel foi feita exatamente como consta no documento do mesmo, inclusive é a mesma descrição que ela concordou e assinou no contrato, e só depois de já postado o imóvel em nossas redes é que a senhora Adriana nos informou sobre uma área "extra" que ela gostaria que constasse no anúncio mas que não estava documentada, assim que soubemos dessa informação fizemos a alteração do anúncio de imediado.
Contudo, a senhora Adriana nesse ponto já estava se dizendo extremamente insatisfeita pois segundo ela tudo estava demorando muito, mesmo que a demora tenha sido causada pela propria senhora Adriana que não assinou o documento em tempo hábil, e quando assintou foi logo antes das festas de final de ano.
Mesmo quando nós fizemos a alteração do jeito que ela pediu, ela invocou que o anuncio estava desvalorizando o imóvel dela e começou a tentar ditar como nós deveríamos trabalhar, o que não faz o menor sentido, por isso foi informado a ela que infelizmente nós não mudaríamos a nossa forma de trabalhar apenas porque ela decidiu que deveria ser assim, visto que foi inclusive a nossa forma de trabalhar que a fez querer ser atendida por nós lá no começo.
Desde então a senhora Adriana passou a exigir que tirassemos o imóvel dela de venda, fato que temos muito bem registrado, e começou a pedir que cancelassemos o contrato.
Foi passado para ela que nossa parte do contrato estava sendo cumprida e que infelizmente se ela quisesse cancelar o contrato, teria de ser cobrado a multa que ela concordou quando assinou.
Demos a ela a opção de continuar com a venda ou cancelar pagando a multa contratual, e nenhuma das duas opções ela aceitou, deixando claro que não queria que vendessemos o imóvel e também que não queria pagar a multa.
Por esse motivo o caso foi enviado ao nosso jurídico que antes de acionar na justiça tentou contato várias vezes buscando uma solução amigável dentro do que foi combinado em contrato (ou deixa a venda e esquece isso, ou paga a multa e cancela o contrato) e nenhuma tentativa foi bem sucedida, por esse motivo retiramos o imóvel dos anuncios e acionamos para cobrar a multa contratual.
Agora a senhora Adriana está dizendo que não tentamos nenhuma solução direto com ela, sendo que a única solução que ela disse que aceitaria seria se nós cancelássemos o contrato e não cobrassemos a multa, e nenhuma outra opção. Contudo, temos todas as conversas devidamente registradas, e temos como provar que isso não é verdade.