Falha na prestação de serviço automotivo, informações contraditórias, cobrança indevida de itens não autorizados e risco à segurança

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Belo Horizonte - MG

08/06/2026 às 21:15

ID: 250851701

Falha na prestação de serviço, informações contraditórias, cobrança de itens não autorizados, problemas após o serviço e mensagem ofensiva após reclamação

No dia 02/06/2026 procurei a unidade da Impacto Prime localizada na Av. *****, n *****, bairro *****, em Betim/MG, para realizar a troca dos quatro amortecedores do meu Renault Logan.

Após a desmontagem do veículo, fui informado pela atendente ***** de que seria necessária também a substituição das duas molas dianteiras e de uma mola traseira.

Foi apresentado orçamento de aproximadamente R$ 400,00 por mola dianteira, totalizando cerca de R$ 800,00 pelo par. Como o valor me pareceu muito superior ao praticado no mercado, realizei uma pesquisa rápida e encontrei o par completo por aproximadamente R$ 350,00 a R$ 380,00.

Informei então que compraria as peças por conta própria. Em nenhum momento questionei a necessidade da troca; minha objeção era apenas em relação ao valor.

Nesse momento fui informado de que, caso as molas não fossem substituídas pela própria oficina, eu perderia a garantia de dois anos dos amortecedores instalados.

Como a garantia foi um dos fatores que me levou a escolher a empresa, fui até Belo Horizonte comprar as peças.

Ao retornar cerca de três horas depois, fui informado de que as molas dianteiras adquiridas não eram compatíveis com o veículo. Porém, nesse mesmo momento, fui surpreendido com uma informação completamente diferente da anterior: disseram que a garantia dos amortecedores não seria perdida mesmo mantendo as molas dianteiras originais.

Ou seja, a condição apresentada anteriormente como obrigatória para manutenção da garantia deixou de existir.

Caso essa informação tivesse sido prestada desde o início, eu não teria perdido horas do meu dia em deslocamento e compra de peças.

Também percebi mudança significativa na forma de atendimento após meu retorno, com impaciência, falta de cordialidade e elevação do tom de voz durante as discussões relacionadas ao serviço.

Durante a finalização do atendimento identifiquei a inclusão de peças e serviços que não haviam sido previamente autorizados por mim.

Ao questionar a cobrança, fui informado de que eu deveria ter observado as peças retiradas e deduzido quais componentes haviam sido substituídos.

Como consumidor leigo, não tenho obrigação de identificar peças automotivas nem presumir quais serviços foram realizados sem comunicação e autorização prévias.

Somente após questionamento e intervenção do gerente os itens contestados foram retirados da cobrança.

Após a retirada do veículo começaram a surgir problemas que não existiam antes da intervenção realizada pela oficina.

O carro passou a apresentar:

ruídos na suspensão;

batidas anormais;

perda de estabilidade;

sensação de insegurança durante a condução.

Ainda no mesmo dia da retirada do veículo, uma mola dianteira quebrou.

Diante da perda de confiança no serviço executado, procurei uma oficina independente para avaliação.

Segundo essa avaliação, foram identificados problemas como parafusos com aperto inadequado, componentes instalados incorretamente e utilização de componente destinado a outro modelo de veículo.

Mesmo após a correção de diversos itens, os ruídos na suspensão traseira continuaram presentes.

Posteriormente retornei à unidade buscando uma solução amigável.

A atendente ***** recusou-se a me atender e passei a tratar diretamente com o gerente *****.

O gerente solicitou que dois funcionários realizassem um teste de condução no veículo. Após o teste, os próprios funcionários confirmaram diretamente a mim que conseguiram ouvir os ruídos relatados, mas disseram não saber identificar a origem do problema.

Apesar disso, nenhuma análise técnica aprofundada foi realizada, o veículo não foi colocado no elevador para inspeção detalhada da suspensão e nenhuma solução efetiva foi apresentada, mesmo o serviço estando dentro do período de garantia.

Diante da ausência de solução, publiquei uma avaliação no Google relatando minha experiência.

Cerca de vinte minutos após a publicação, recebi uma mensagem via WhatsApp fazendo referência direta à minha reclamação.

A mensagem continha ataques pessoais e expressões como "[Editado pelo Reclame Aqui]", "[Editado pelo Reclame Aqui]", alegações de que eu teria "[Editado pelo Reclame Aqui]" a empresa, feito "[Editado pelo Reclame Aqui]" e que seria alguém acostumado a prejudicar estabelecimentos comerciais.

A mensagem não buscava entender os fatos, investigar o ocorrido ou apresentar solução para os problemas relatados, limitando-se a realizar ataques pessoais após o exercício legítimo do meu direito de avaliação como consumidor.

Possuo ordem de serviço, nota fiscal, comprovantes de pagamento e os registros integrais da mensagem recebida.

Meu objetivo nunca foi prejudicar a empresa, mas sim relatar fatos que ocorreram durante o atendimento e buscar solução para prejuízos e transtornos que surgiram após a execução do serviço.

Aguardo uma manifestação formal da empresa e uma proposta concreta para solução definitiva do caso.

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