Atendimento infantil [Editado pelo Reclame Aqui] e falha na comunicação resultaram em estresse para a criança e a família

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São Paulo - SP

14/07/2026 às 09:04

ID: 253850369

**Atendimento infantil sem sensibilidade e decisão que prejudicou o próprio exame**

Hoje, às 9h30, levei meu filho de 7 anos à Indor para realizar um escaneamento dentário.

Como era um procedimento novo para ele e poderia causar certo desconforto, comecei a explicar tudo de forma lúdica, fazendo analogias com Lego, quebra-cabeças e outras situações que fazem parte do universo infantil. Minha filha, de 6 anos, estava ao meu lado registrando esse momento com algumas fotos e vídeos.

A estratégia estava funcionando muito bem. Meu filho estava tranquilo, colaborando e permitindo que o exame fosse realizado.

Em determinado momento, porém, a radiologista responsável pela clínica naquele dia entrou na sala e determinou que eu e minha filha saíssemos imediatamente.

Minha filha saiu chorando, sem entender por que não poderia permanecer ali. Poucos segundos depois, meu filho também começou a chorar intensamente e deixou de colaborar com o exame.

Cerca de cinco minutos depois, a própria profissional que estava realizando o escaneamento saiu da sala para me chamar de volta, pedindo que eu retornasse para acalmá-lo e ajudá-lo a concluir o procedimento.

Ou seja, fui retirada da sala justamente quando minha presença estava contribuindo para que o exame transcorresse de forma tranquila. Após minha saída, a situação se desestabilizou e, pouco depois, reconheceram que minha presença era importante para finalizar o procedimento.

O transtorno, porém, não terminou aí.

Ao final do exame, a mesma radiologista que havia determinado minha saída da sala informou que o escaneamento não havia dado certo e que seria necessário repetir todo o procedimento. Entretanto, meu filho já havia saído da clínica com o pai para outro compromisso previamente agendado. Eu permaneci na Indor para realizar meus próprios exames.

Mesmo após cerca de duas horas e meia, enquanto eu ainda estava na clínica, ninguém conseguia informar com segurança se o exame realmente precisaria ser repetido ou não. Permaneci aguardando uma definição, sem qualquer resposta conclusiva.

Diante da falta de informação, entrei em contato com a dentista responsável pelo tratamento do meu filho, que precisou acionar a diretoria da clínica para esclarecer a situação.

Somente cerca de seis horas após a realização do exame fomos finalmente informados de que, afinal, **não seria necessário repetir o escaneamento**.

Além do sofrimento desnecessário causado às crianças durante o atendimento, a família permaneceu durante horas sem uma informação precisa sobre a necessidade de repetir um procedimento que, por si só, já havia sido desgastante para uma criança de 7 anos.

Minha reclamação não é pelo exame em si, mas pela condução de todo o atendimento: a retirada desnecessária da mãe da sala, a falta de sensibilidade no atendimento infantil e a ausência de uma comunicação clara e eficiente após o procedimento.

Profissionais que trabalham com crianças sabem que a presença dos pais, quando está contribuindo para tranquilizar o paciente, pode ser um importante aliado. Da mesma forma, uma família não deveria permanecer por horas na incerteza sobre a necessidade de submeter novamente uma criança a um procedimento que, ao final, sequer precisou ser repetido.

Espero que a Indor reveja seus protocolos de atendimento infantil e também seus fluxos de comunicação interna, para que outras famílias não passem por uma experiência semelhante.


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Resposta da empresa

14/07/2026 às 17:19

Boa Tarde Sra. Lilian.
Agradecemos por relatar o ocorrido e lamentamos sinceramente que sua experiência em nossa clínica não tenha correspondido às suas expectativas. Nosso compromisso é oferecer um atendimento acolhedor, especialmente às crianças, sempre conciliando seu bem-estar com a realização de exames de qualidade e segurança.
Na ocasião, nossa equipe buscou conduzir o procedimento da melhor forma possível, priorizando a tranquilidade do paciente e a obtenção de um resultado confiável. O exame foi cuidadosamente avaliado pela equipe técnica antes da decisão final pela repetição, justamente para assegurar que a criança fosse submetida a um novo exame apenas se houvesse real necessidade.
O caso também foi acompanhado pelo nosso gestor técnico, que buscou contato telefônico para prestar os esclarecimentos necessários, porém não obteve sucesso.
Seu relato será considerado com muita atenção para aprimorarmos continuamente nossos processos de atendimento e comunicação.
Permanecemos à disposição para conversar diretamente e esclarecer qualquer ponto.
Contato: Daniela Moreira - ***** - ramal *****