Cliente relata falta de transparência sobre limites de uso e bloqueio inesperado na plataforma Inner AI

Não respondida
Guarulhos - SP
28/05/2026 às 14:52
ID: 249954131
Sou cliente da Inner AI há aproximadamente dois anos, porém recentemente passei a utilizar a plataforma como minha principal ferramenta de trabalho, acreditando na proposta divulgada pela empresa de uso profissional e amplo dos modelos de IA.
O problema é que, logo na primeira semana de uso mais intenso e organizado, fui bloqueado pela chamada política de uso justo, sem qualquer transparência sobre:
* qual era o limite real do plano;
* quanto eu havia consumido;
* quanto faltava para atingir o bloqueio;
* ou quando o acesso seria normalizado.
A plataforma não possui medidor de uso, percentual consumido, aviso prévio ou documentação clara explicando os critérios aplicados. O usuário simplesmente descobre que perdeu acesso quando recebe a mensagem informando que atingiu o limite e deve aguardar o próximo ciclo.
Isso é extremamente problemático para quem utiliza IA profissionalmente no dia a dia, como programadores, contadores, advogados e outros profissionais que dependem da ferramenta para produtividade.
Entendo que qualquer empresa possa possuir mecanismos de proteção contra abuso de infraestrutura, porém o mínimo esperado é transparência com o consumidor.
Hoje a sensação é que o marketing transmite uma experiência de uso ampla e profissional, mas quando o cliente realmente começa a utilizar a plataforma de forma contínua, surgem limitações que não são claramente informadas antes da contratação.
Outro ponto negativo é o suporte, que demora bastante para responder e, quando responde, limita-se a informar genericamente que o usuário atingiu o limite conforme a política de uso justo, sem explicar objetivamente:
* qual foi o consumo;
* qual é o limite do plano;
* e quais critérios foram utilizados.
Diante disso, perdi completamente a confiança na plataforma para uso profissional e solicitei:
* cancelamento da assinatura;
* estorno/reembolso do valor pago;
* e encerramento da cobrança recorrente.
Caso a empresa se recuse a resolver amigavelmente, o próximo passo será registrar reclamação junto ao PROCON devido à falta de transparência sobre os limites reais do serviço e possível publicidade/marketing potencialmente enganoso em relação ao uso da plataforma.