Desrespeito crasso ao Código de Defesa do Consumidor. Solicitação de direito a pagar entrada pelo valor mínimo exigido

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São Paulo - SP

03/03/2025 às 14:20

ID: 211251243

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A Inner Club é um clube noturno para quem procura recreação sexual. É um equipamento para o turismo da cidade de São Paulo. Apesar disso, infelizmente e lamentavelmente a casa desrespeita de maneira crassa o Código de Defesa do Consumidor ao cobrar ingressos claramente sexistas. Normalmente cobram os ingressos, R$ *******,00 para casais (Homem + Mulher), R$ 90,00 para mulheres desacompanhadas e R$ *******,00 para homens sozinhos ou desacompanhados, ou seja, inacreditáveis e inaceitáveis *******% de variação entre o menor ingresso e o maior ingresso. A cobrança dessa absurda e surreal diferença é claramente uma barreira para a entrada de homens, portanto discriminação de gênero e atentado aos Diretos Humanos, indo totalmente contra o Código de Defesa do Consumidor. Há uma alegação de que o serviço para homens seria mais completo, com mais direitos. Porém o que se vê na prática cotidiana é justamente ao contrário, apesar de cobrar *******% a mais de homens solteiros, o serviço é bem mais restrito. Homens são vigiados permanentemente por seguranças e não podem acessar a totalidade dos ambientes. Não justifica e é uma desinteligência tratar MUITO mal quem claramente financia o evento. O tratamento "vip" é dado justamente a quem paga menos! Legislação à parte, reivindico o direito de, como homem desacompanhado, pagar exatamente o mesmo valor que as mulheres solteiras pagam, ou que as mulheres solteiras, casais ou outros públicos que venham a inventar paguem o mesmo valor, como está no Código de Defesa do Consumidor. Independente da alegação que o Advogado da Inner utilize para justificar esse absurdo, a casa como um importante equipamento de turismo precisa encontrar uma forma de operar com absoluto respeito e compliance às leis do país, até para que turistas estrangeiros constatem que o que a Lei diz realmente é cumprido. Além disso, talvez não seja o caso da Inner e espero que não seja, a cobrança de entradas sexistas pode ser um indício de prática [Editado pelo Reclame Aqui] de lavagem de dinheiro. Não podemos aceitar essa prática. Que a empresa encontre uma forma de operar sem atentar contra Direitos Humanos.

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