Encerramento unilateral e arbitrário do Projeto Ativa Esporte em Nilópolis

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Nilópolis - RJ

18/12/2025 às 19:59

ID: 235274257

Indignação Encerramento Arbitrário do Projeto Ativa Esporte em Nilópolis

Participei do Projeto Ativa Esporte, realizado pelo Instituto Servir e Qualificar Chaya, mediante contrato de prestação de serviços para coordenar o Projeto de Futsal gratuito no núcleo de Nilópolis.

Durante a execução do projeto, surgiu uma exigência do próprio instituto para que um dos professores passasse a bater ponto. Diante disso, foi solicitada assistência e suporte aos administradores do instituto, uma vez que a cobrança partiu de um representante deles. No entanto, quando o suporte foi solicitado, simplesmente se negaram a prestar qualquer auxílio.

Questionei o fato de haver cobrança sem o devido suporte e também ressaltei que a responsabilidade por essa cobrança deveria ser de quem coordena e fiscaliza o serviço, e não de terceiros que não oferecem qualquer apoio operacional. A partir desse questionamento legítimo, não obtive retorno adequado.

Em seguida, tomei a decisão de sair do grupo de WhatsApp criado pelo instituto, pois não existe nenhuma cláusula no contrato que me obrigue a participar de grupos de redes sociais como condição para execução do serviço. Tentaram me adicionar novamente, recusei e informei que qualquer comunicação poderia ser feita de forma privada, o que é plenamente razoável e profissional.

Após cerca de dois dias, procurei a Sr *****, uma das responsáveis pelo instituto, e fui informado para aguardar orientações. Essas orientações vieram, na verdade, como uma decisão unilateral de encerramento do Projeto Ativa Esporte no núcleo de Nilópolis.

Ressalto que, além de coordenar o projeto, cedi o espaço físico, consegui duas pessoas para apoiar o projeto e dois professores para ministrarem aulas gratuitas de futsal, tudo visando o benefício da comunidade local.

O encerramento do projeto foi uma atitude arbitrária, desproporcional e covarde, que penalizou diretamente os alunos, crianças e jovens que estavam motivados e animados com as aulas de futsal e que, de uma hora para outra, ficaram sem qualquer explicação ou alternativa.

Lamento profundamente a postura do Instituto Servir e Qualificar Chaya, que demonstra falta de diálogo, falta de gestão e total desconsideração com a comunidade atendida, com os profissionais envolvidos e, principalmente, com os alunos que seriam os maiores beneficiados do projeto.

Espero que esta reclamação sirva para que situações como essa não voltem a ocorrer, e que o instituto reveja sua forma de atuação, respeito contratual e compromisso social.

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