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São Paulo - SP

24/05/2024 às 13:32

ID: 189459751

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No sábado, 18/05, fui com minha companheira ao Emilio Ribas, na Avenida Doutor Arnaldo, buscando profilaxia para raiva, por conta de uma mordida que ela recebeu na mão. A mordida aconteceu no dia 13/05, e o cão [Editado pelo Reclame Aqui] no dia 16/05 o que significa que, seguindo o protocolo de profilaxia para raiva, implicaria na vacinação. Para minha surpresa a médica que atendeu no dia não achou que a vacina seria a conduta adequada, por conta de uma sorologia feita em ******* que apresentava anticorpos contra raiva. Como não havia como fazer o pedido de sorologia no sábado, segundo a médica por falta de uma etiqueta, ela sugeriu que a gente voltasse ao hospital na segunda-feira, pois ela providenciaria o pedido de sorologia para ver se ela ainda estava imunizada. Fomos informados que a sorologia demoraria de 45 a 60 dias, consequentemente tornando inviável o processo de PPE, mas que não havia risco.
Nesse primeiro momento ficamos tranquilos, afinal, havíamos sido informados de que não havia risco de raiva.
Não conseguimos buscar o pedido na segunda-feira, e hoje, 24/05, minha companheira voltou ao Emílio Ribas, para buscar o pedido de sorologia. Para nossa surpresa, a médica que atendeu minha companheira no dia de hoje (24/05), ficou extremamente preocupada com a conduta realizada no sábado, especialmente considerando o fato de que NÃO HAVIAM MÉDICOS PRESENTES no sábado, e fomos atendidos por uma enfermeira. Isso não seria problema caso tivéssemos sidos informados, ou a conduta tivesse seguido o *******, o GRANDE PROBLEMA foi que em momento nenhum fomos informados de que ela era enfermeira, e além disso, a outra mulher que estava no ambulatório, e estava responsável por vacinar, falou que era só esperar e que já seríamos atendidos pela doutora(sic), levando a crer que quem nos atenderia seria, efetivamente, era uma médica.
Hoje, a médica infectologista responsável aplicou DUAS DOSES de anti-rábica na minha companheira, devido ao ATRASO no início da profilaxia, que foi gerado pela profissional de enfermagem que trabalha no hospital Emílio Ribas.
A conduta da profissional é extremamente grave, especialmente tratando-se de uma doença com taxa de letalidade próxima a *******%, e danos neurológicos irreversíveis para aqueles que sobreviveram.
Fizemos uma denúncia formal junto à secretaria municipal de saúde.
Gostaria de saber o nome da profissional de enfermagem que seguiu essa conduta, para realizar a denúncia junto ao COREN.

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