Lentes de contato com pedido em atraso há 46 dias e pedido de estorno não efetuado.

Resolvido
Rio de Janeiro - RJ
17/06/2023 às 23:39
ID: 166627325
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesMeu dissabor com o IORJ começa no atendimento com o oftalmologista, acredito eu, se tratar de um profissional iniciante e mal especializado. Aquilo pelo que passei não foi um atendimento, foi um constrangimento.
Usuário de lentes de contato há mais de 20 anos, fato informado durante a marcação do exame, para aquele profissional o uso de lentes de contato parecia ser novidade. Fez um alarde quando eu disse que usava lentes de contato anual, dizendo que as lentes de contato são fabricadas com um período máximo de 2 meses num discurso que nem consegui argumentar que aquela informação não procedia, pois eu havia sido acompanhado por uma profissional da área (contatóloga). Completamente desconfortável com aquela situação, não obstante, o fato de estar vulnerável e dependente, pois estava sem o amparo das minhas lentes para fazer o exame de vista e preciso de ajuda para ser guiado devido o alto grau de miopia que possuo, não consegui reagir diante daquela situação. Enfim, fomos para o exame de vista no auto refrator de Greens, se eu já estava tenso, agora então, havia travado por completo. O cidadão não sabia manusear o equipamento e pediu auxílio a um colega para movimentar a ferramenta, jogou na minha cara sem ajustar altura e largura e eu que desse meu jeito de me encaixar ali naquele aparelho que, nitidamente, não estava adaptado meu rosto. A todo momento se ausentando da sala e pedindo ajuda a um colega sobre procedimentos, pedindo indicação de colírio.. parecia completamente perdido. Até quando pedi o atestado médico para levar a empresa, foi um caso, dizendo não ter autorização e novamente buscando informação a terceiros até liberar o período de tempo que estive ali presente.
Saindo daquela sala fui até a recepção para fazer uma reclamação e fui informado que só poderia ser feita por e-mail, recebo um pedaço de papel com o endereço para onde deveria ser encaminhado: "*******)". Enviei o e-mail no dia seguinte, 24 de março de *******, até hoje nunca respondido.
Fui levado até a Alice, contatóloga da clínica, gentilmente, informou sobre marcas de lentes de contato, preços, forma de pagamento e explicou os períodos do uso das lentes de contato o que corroborou com o conhecimento que eu já tinha. No dia seguinte, voltei a clínica e encomendei as lentes que chegariam com até 10 dias úteis e ganhei um par de lentes de testes para usar enquanto as novas não chegassem.
As lentes foram entregues aos 12 de abril de ******* na clínica. Junto com as lentes de contato veio um par de teste com o mesmo grau encomendado que eu deveria usar primeiro antes de abrir as caixinhas. Ao colocá-las eu não conseguia ler absolutamente nada, nem de longe menos ainda de perto que enxergo perfeitamente. Informei o ocorrido a contatóloga. Foi pedido que eu usasse essas mesmas lentes por pelo menos duas horas porque poderia se tratar de vício, usei durante essas duas horas, ainda que durante esse tempo eu tenha me sentido muito mal, zonzo, pois o grau estava errado. Constatado que, de fato, a conversão do grau estava correta, pediu que eu aguardasse que iria passar para a supervisão o ocorrido e pedir um novo exame.
Fiz um novo exame com um outro profissional aos 2 de maio de *******, agora com a dra. Isabela Araújo Schmidt, onde me senti inteiramente seguro e acolhido. Nesse 2 exame detectou-se uma divergência do 1 exame, ausência de astigmatismo no olho esquerdo onde no 1 exame foi detectado que havia.
Nesse período a contatóloga se desligou da clínica, mas tanto ela quanto a clínica informaram que ela, a Alice, continuaria tratando dos casos em aberto enquanto um novo profissional não ocupasse o posto que deveria ser na semana seguinte aquela aos 08 de maio de *******, mas até anteontem 15 de junho de ******* ninguém havia ocupado o cargo.
No mesmo dia ao 2 exame encaminho a receita a contatóloga que disse que pediria a troca.
Aos 24 de maio de *******, 16 dias úteis depois do envio da receita e, supostamente ao pedido de troca, pergunto a contatóloga via WhatsApp se ela tinha notícia de quanto tempo mais teríamos de aguardar até a chegada das lentes. Por áudio ela responde que esperava que eu entendesse, mas como ela não estava mais na clínica e a pessoa que a auxiliava não estava presente ela não tinha como saber. Não sentindo confiança no que escutei fui a clínica no dia seguinte. Chegando a clínica pergunto a recepcionista (Elizângela) pela contatóloga, ela responde que não havia ninguém. Então, digo que preciso saber de um pedido que deveria ter chegado e que estava bastante atrasado, ela responde que tem que aguardar que quando chegasse eles ligariam, então pergunto quem ligaria, pois o contato com a clínica partia sempre de mim, nunca sabiam nada e todas as vezes eu tinha de falar a mesma coisa sempre que ligava. A falta de comunicação impera nesse lugar. Peço para chamar um responsável e fico aguardando por um bom tempo, até que levanto e me imponho para que alguém venha falar comigo, então uma moça surge e diz que estava buscando entender meu caso, por isso a demora. Disse que iria procurar o que havia acontecido, mas precisaria do número do ******* a supervisora e entraria em contato comigo, pergunto seu nome, Luciana. O contato nunca existiu. Informo a contatóloga da visita a clínica, e peço o número do pedido que, informa não ter número de pedido, pois é feito por nome do paciente.
Aos 30 de maio de ******* a contatóloga pede para que eu leve as caixas com as lentes a clínica, pois as lentes estavam chegando e eu precisaria devolver as que estavam em minha posse. No dia seguinte, devolvo as lentes a Luciana, aquela que disse que entraria em contato comigo depois de informar a supervisora e, ela me entrega outra lente de teste que eu deveria usar e conforme eu verificasse como iriam se comportar eles pediriam os pares exatamente iguais. Porém o comportamento foi o mesmo, para longe é relativamente bom, mas prejudica minha visão de curta distância que é perfeita, mas usando durante tanto tempo esses testes, ainda me auxiliem no dia a dia, temo prejudicar ainda mais minha visão.
Aos 12 de junho de ******* ligo para a clínica, sou atendido pelo Tiago, peço para falar com a Luciana e ele pergunta o assunto. Digo que quero pedir o estorno de um ******* ao tempo que deveria ter sido entregue e a falta de comunicação da empresa, então preciso saber se ela estaria disponível em tal horário para procedermos com estorno. Ele diz que precisa entender melhor a situação para me ajudar, expliquei tudo que ocorreu, então escuto ele dizer que irá passar a informação para o setor responsável e me retornará. De fato, retornou dizendo que o doutor Gustavo precisava falar comigo antes de fazer o estorno. O doutor Gustavo e eu nos encontramos na última quinta-feira 15 de junho de *******. Enquanto aguardo na recepção ouço alguém falar para a recepcionista para pôr me nome no sistema que o doutor Gustavo já iria me atender, então pergunto a recepcionista se o doutor Gustavo faria parte da administração e ela responde que sim. Ao entrar em sua sala ele me pergunta como poderia me ajudar. Sem entender o significado daquelas palavras, respondo que imaginava que aquelas deveriam ser minhas palavras. Nesse momento, não sei precisar quem dos dois parecia entender menos aquela situação, pois eu estava ali porque segundo o Tiago havia dito, era ele, o doutor Gustavo quem queria falar comigo antes de estornar o valor que paguei pelas lentes de contato que nem chegaram a ser pedidas mesmo depois um mês e meio. Novamente fui obrigado a relatar tudo novamente para mais alguém. Naquela mesma tarde, o Tiago, que já havia bloqueado meu telefone para recebimento de chamadas não sei se decisão sua ou a mando da empresa, me envia mensagem via WhatsApp pedindo que eu informe uma chave de pix para realizar o estorno. Outra vez, sem prazo. No dia seguinte, como o pix não caiu em minha conta, envio mensagem para o Tiago via WhatsApp da empresa (IORJ), que como eles não informaram prazo para estorno, então eu mesmo assumiria o compromisso de determinar um prazo e seria naquele mesmo dia até às 23h59. Recebo um: vou verificar. Quase 48 horas depois e a verificação ou o estorno não foram feitos.
Enfim, essa foi minha saga pelo IORJ, total falta de comunicação da empresa, funcionários reunidos em bando fitando com olhares constrangedores para saber quem é o tal cliente/paciente exigindo seus direitos porque parece estranho quando alguém não aceita o mau tratamento que lhes dão, a falta de resposta do setor de reclamações, a supervisora que será contatada, mas nunca entra em contato ou resolve o problema. Estive presente fisicamente no endereço da clínica não uma, duas, três vezes foram várias e ninguém resolveu nada.
Prometi que se o tratamento descortês continuasse eu iria expô-los aqui, esse eu acabo de cumprir, o próximo meu advogado dará continuidade.
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Consideração final do consumidor
11/01/2024 às 18:53
Funcionários debochados!
O problema foi resolvido?

Resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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