Reclamar dessa empresa

São Paulo - SP

28/06/2026 às 05:47

ID: 252534979

Eu sou cliente assídua da loja de conveniência AmPm da Rua Ribeirão Claro, 91 no Itaim Bibi em São Paulo e simplesmente fui vítima de transfobia cometida pelo colaborador chamado Tiago que me negou a chave do banheiro feminino.

Contexto:
Trabalho em um hotel próximo à esse estabelecimento (e trabalho com o publico) e para happy hour eu e colegas de trabalho sempre vamos à essa loja de conveniência.

Durante minhas visitas passadas sempre fui bem tratada pelas meninas que trabalhavam no local
, e claro, a loja oferece o banheiro feminino e o masculino. Para ter acesso ao banheiro feminino o/a funcionario/a precisa nos dar a chave para acesso e as meninas sempre me entregaram a chave sem qualquer questionamento, ate porque estamos falando de um simples banheiro. Eu inclusive sempre ao ir no banheiro e via aquele balde azul cheio de água (pois tem um vazamento de meses lá), eu mesma usava essa água do balde para a descarga do banheiro, coisa que as meninas sempre me agradeciam pois ninguém fazia o mesmo.

Ao ir na loja na noite do dia 26 e 27 uma amiga utilizou o banheiro sem qualquer questionamento pois ela não é trans e esse colaborador Tiago (quem nunca tinhamos visto antes) fez questão de dar as chaves nas mãos dela. No retorno do banheiro eu pedi a chave à essa minha amiga e utilizei o banheiro normalmente.

Quando eu mesma fui ate esse colaborar e pedi a chave ele me negou a chave e disse que estava seguindo ordens de seus superiores e de que a partir dali teríamos que usar o banheiro masculino. Eu questionei desde quando essas ordens estavam sendo passadas e ele so me informou que a sua gerente se chamava Fabiola e que as ordens vinham dela.

Eu trabalho com o público há anos e durante um happy hour eu tive que educar o seu funcionário a como tratar o público por sua transfobia escancarada.

Revisem as câmeras e verão o vai-e-vem ridículo que eu tive com o seu funcionário e tenho diversas pessoas como testemunhas.

Após questionamentos e eu ter que educar o seu funcionário, a chave num passe de mágica me foi dada por outro colaborador seu que é conhecido por Sorriso, esse sim merece meu respeito e foi super educado.

Espero que vocês eduquem os seus funcionários em como tratar quem quer que seja. Tirei ate mesmo essa foto da Amstel sobre o mês do orgulho que fica logo na entrada da loja e que pra mim parece piada pronta ja que me senti super desrespeitada e espero sinceras desculpas de quem quer que seja superior desse rapaz.

Situação triste e revoltante em pleno ano 2026 depois de Cristo.

Obviamente irei buscar assessoria legal.

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Resposta da empresa

08/07/2026 às 16:19

Boa tarde, Gladia!

Inicialmente, em nome da AmPm, lamentamos o desconforto que essa situação possa ter causado.

Agradecemos por trazer essa questão ao nosso conhecimento e reforçamos que a tratamos com a seriedade e a atenção que o tema requer.

O respeito às pessoas, à diversidade e à inclusão são valores fundamentais para a AmPm e orientam o relacionamento esperado em toda a nossa rede. Situações que envolvam a percepção de tratamento desrespeitoso ou discriminatório são analisadas com atenção.

Esclarecemos que as lojas franqueadas são pessoas jurídicas independentes, com autonomia na condução de suas atividades comerciais e operacionais, observadas as disposições legais e regulatórias aplicáveis ao setor.

Ainda assim, considerando as informações compartilhadas, levaremos a questão ao conhecimento do franqueado responsável para avaliação e acompanhamento, reforçando nossas diretrizes de respeito, diversidade e inclusão, sempre em consonância com os instrumentos contratuais aplicáveis.

Seguimos à disposição sempre que precisar.

Atenciosamente,
Beatriz Renatta
Time de Relacionamento Ipiranga