Reclamação sindicância Tamareiras

Respondida
São Paulo - SP
03/03/2026 às 22:00
ID: 242247849
Boa noite
Faz um ano e 4 meses que o ***** é síndico do condomínio tamareiras. O primeiro ano não teve melhorias mas tbm não estava tão ruim, mas esse segundo mandato dele até saco de lixo está faltando começou a tirar pessoas que trabalham no condomínio, pois não aceitou que os moradores não aprovaram o aumento no condomínio, agora está tirando tudo que tínhamos. Estamos com um parquinho destruído para as crianças o esgoto podre do lado da última torre e agora está deixando faltar o básico, sacos de lixo e material de limpeza. Os próprios moradores foram com sacos de lixo recolher para não deixar jogados de qualquer jeito. O profissional deixa a desejar fora isso que correto tem várias outras coisas que não estou colocando aqui
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Resposta da empresa
18/03/2026 às 14:43
Prezada Sra. Sergiana,
Recebemos sua manifestação e consideramos importante esclarecer os pontos apresentados com base na realidade da gestão e nas decisões coletivas do próprio condomínio.
Inicialmente, é importante destacar que o cenário atual não é resultado de decisões isoladas, mas sim de um fato objetivo: a não aprovação da previsão orçamentária em assembleia pelos próprios moradores.
A partir do momento em que um orçamento, que prevê todos os custos necessários para manter a operação completa do condomínio, não é aprovado, a gestão é obrigada a adequar os gastos à arrecadação existente. Qualquer síndico minimamente responsável e preparado adotaria exatamente essa postura.
Para facilitar o entendimento, é uma lógica simples.
Se uma família tem uma determinada renda e, por algum motivo, essa renda diminui ou não comporta todos os gastos, ela precisa reorganizar suas despesas, cortando itens não essenciais, para conseguir manter o básico funcionando e evitar dívidas. No condomínio, a lógica é exatamente a mesma.
Sobre os pontos mencionados:
Sacos de lixo não se tratam de item essencial. O descarte continua sendo realizado normalmente com os sacos trazidos pelos próprios moradores. A suspensão temporária foi uma medida de contenção de custos, sem interrupção do serviço.
Equipe e limpeza passaram por readequação para compatibilização com o cenário financeiro atual. Não se trata de retirar tudo, mas sim de ajustar a operação àquilo que é possível manter sem gerar déficit.
Demandas estruturais, como parquinho e esgoto, dependem diretamente de disponibilidade orçamentária e, muitas vezes, de aprovação em assembleia para execução. No caso específico do playground, a reforma foi levada para deliberação e não foi aprovada pelos próprios moradores, conforme registrado em ata da última assembleia. Ou seja, trata-se de uma decisão coletiva, definida por voto.
Cabe ressaltar que, no primeiro momento citado pela senhora, o condomínio operava com uma condição diferente, justamente porque havia previsão orçamentária compatível. Ao não aprovar o orçamento posteriormente, o próprio condomínio optou, ainda que indiretamente, por um cenário de restrição.
Reforçamos que a gestão não atua de forma arbitrária, mas sim dentro das limitações impostas pelas decisões coletivas. Não reorganizar os gastos, que uma atitude irresponsável e irregular.
Por fim, destacamos que toda a gestão foi conduzida com responsabilidade, transparência e compromisso com o equilíbrio financeiro, buscando sempre manter o funcionamento do condomínio dentro da realidade existente.
Atenciosamente,
Síndico Israel Calmona