Não resolvidoNão resolvido

Impedem crianças de entrar fora do horário. Jardim dos Passarinhos (Cotia-SP)

Jardim dos Passarinhos
Osasco - SP
06/11/2018 às 14:47
ID: 39783861
Status da reclamação:
Não resolvidoNão resolvido

Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano

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Em setembro de 2018 a escola, de forma unilateral, criou uma regra que impedia a entrada das crianças que chegassem atrasadas. Mas, veja bem, essa é uma escola infantil para crianças de 1-6 anos e isso não estava previsto no contrato de prestação de serviços.

A regra impedia a entrada das crianças após as 8:30 e possibilitava o retorno apenas às 10:00 horas. Foi enviado e-mail para todos os pais, não havendo NENHUMA outra possibilidade de acolhimento às crianças.

No primeiro momento percebemos que havia um problema contratual. O contrato escolar não estipulava essa limitação. E, portanto, o serviço não estava sendo cumprido.
Mas, a princípio, não nos preocupamos. Nós moramos perto da escola, e raras vezes chegamos atrasado. Seria uma imposição contratual abusiva, mas que não nos impactaria.
Sabíamos que a filosofia Waldorf propõe a participação dos pais nas decisões importantes da escola. E vimos que ali a decisão havia sido tomada de forma unilateral, contrariando os preceitos da iniciativa Waldorf.

Quando soubemos da primeira criança que foi impedida de entrar na escola ficamos preocupados.
Enxergamos mais do que a questão burocrática. Vimos o sofrimento da criança, por ser exposta a uma condição vexatória.
Muitos pais pareciam enxergar o mesmo que nós. Que aquilo estava em uma esfera maior que a simples falta de comunicação escolar ou um problema contratual. Era uma questão de empatia, de se colocar no lugar da criança.


Foi então que aconteceu com a gente.
Às 8:30 nossa família chegou no portão. Três minutos depois uma das professoras abre e dá o verdicto: - São 8:33 horas, o portão está trancado.
A recomendação foi de não voltar aquele dia, mas caso quisesse poderia voltar depois das 10.

Meu filho com apenas 4 anos, ficou chocado.
Quando cheguei a noite em casa fui conversar com ele. E ele logo contou:
- Fui para a escola e a professora não deixou entrar.
- E como você se sentiu?
- Triste. Eu queria ir para a escola. Sexta-feira tem sobremesa.

Ele passou o dia entristecido.
No dia seguinte decidimos ir à festa da primavera. E vimos que ele estava insatisfeito. Vi ele questionar a professora sobre o porquê dela não o ter deixado entrar.
Percebi que ele se sentiu traído. Que havia um laço criado entre ele e a professora, e que este laço havia sido quebrado.

Penso na questão do vínculo entre o professor e o aluno. Em como se fala tanto no olhar "individualizado" com cada criança. Mas vejo claramente a diferença entre o discurso e o ato.

O cerne da questão é que quando a escola perde o controle sobre algo, ela passa a criar regras que atinge a todos. E, deixa de olhar para o lado mais fraco: as crianças.

São as crianças que sofrem com essa decisões autoritárias.
Colocar uma criança em um situação de constrangimento, para resolver um problema estrutural, é desumano e ilegal.

Por isso decidimos tirar nosso filho da escola Jardim dos Passarinhos. Foi a melhor decisão que já tomamos. Existem inúmeras escolas infantis na Granja Viana, todas melhores do que o Jardim dos Passarinhos. Nas outras escolas o acolhimento às crianças é feito de forma natural e empática. E todas as outras escolas possuem estrutura para receber a criança independente do horário que ela chegar.

Devo relatar também, que já havia pedido anteriormente o ressarcimento do valor do dia em que meu filho foi impedido de entrar. As respostas que obtive foram no primeiro momento evasivas, e em seguida foram distorcidas. Um dos responsáveis pela escola chegou a me escrever dizendo que "poderia ter esperado no jardim da escola", o que é uma grande mentira.

Outras crianças passaram pela mesma situação que meu filho. E os pais também relataram no grupo do Whatsapp.

Meu objetivo com esta reclamação é, em primeiro lugar, alertar outros pais sobre a escola. Em segundo lugar, solicito o reembolso do dia em que meu filho foi impedido de entrar na escola. O contrato de prestação de serviços não continha nenhuma cláusula sobre exceções sobre horários. Desta forma há um descumprimento do contrato.

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Resposta da empresa

08/11/2018 às 16:27

Prezados,

Em resposta a Leandro Thomaz, inicialmente cabe parabenizar pela sinceridade, que parece ter se restringido ao título, onde reconhece o atraso no dia fatídico.

Somos uma iniciativa Waldorf e prezamos que os preceitos dessa filosofia sejam empregues em todos os âmbitos, incluindo nas regras e normas da escola. A filosofia Waldorf busca formar e educar cidadãos, desde a educação infantil, desenvolvendo mais do que os preceitos de educação, desenvolvendo caráter e responsabilidade. Zelamos pelo bem estar e pelos processos de aprendizagem das crianças.

Conforme contrato e regimento interno o horário das atividades inicia às 08:00 horas da manhã, havendo tolerância para entrada até às 08:30. Tal atitude se dá para evitar que as crianças, cujos pais atrasaram, não prejudiquem o desenvolvimento das atividades já iniciadas.

Acontece que para pouquíssimos pais, o horário dos filhos não é tido como prioridade, sendo que por vezes levavam seus filhos à escola às 09:00 ou 9:30, o que estava prejudicando o desenvolvimento da criança, bem como as atividades que já tinham se iniciado a mais de hora.

Diante deste quadro, a escola convocou reunião, onde Leandro esteve presente e cientificou todos os pais que o atraso máximo tolerado seria de 30 minutos - tempo mais do que razoável - e, que após esse período a criança poderia ficar brincando nas instalações e jardins da escola, acompanhados dos pais, até que se iniciasse o próximo ciclo de atividades, às 10:00, ou os pais poderiam ir com os filhos pra casa e retornar em seguida.

Na reunião citada, abordamos outro ponto de vista relacionado aos atrasos, falando do respeito ao grupo de crianças cujos pais conduziram-nas pontualmente à escola e que estavam sendo prejudicadas por aquelas que chegavam mais tarde, quebrando o ritmo e a dinâmica das atividades.

Estipulamos uma certa tolerância, pois precisávamos ajustar as regras e condutas da escola, afinal, prestamos contas aos órgãos de educação e principalmente temos um dever com todas as crianças.

Após referida reunião, foi ainda encaminhado e-mail aos pais comunicando o enrijecimento das normas, e que o atraso de pouquíssimos estava prejudicando o desenvolvimento das atividades de todos.

No dia dos fatos narrados por Leandro, a tolerância de 30 minutos, foi respeitada, mas Mayra (esposa de Leandro), chegou além desse horário (já era habitual chegar por volta de 8h20, 8h30 mesmo após tanta explicação e levando em consideração que o horário estipulado em contrato e nos procedimentos normativos seja 8h para o início da aula).

Mayra foi recebida por uma professora, que a informou que havia uma atividade em andamento e que ela poderia aguardar até o próximo horário de entrada, às 10h. Como estava também com seu filho mais novo, não quis entrar para ficar esperando durante esse tempo.

Nenhuma criança foi ou será impedida de entrar na escola, apenas não poderá ingressar após esse período em uma atividade já iniciada, devendo esperar no espaço disponível e agradável que oferecemos para que os pais aguardem tranquilamente com as crianças até o horário da entrada em sala.

No dia seguinte ao ocorrido, em nossa Festa da Primavera, Mayra e Leandro chegaram atrasados novamente, mesmo tendo recebido a programação da festa. Perderam a atividade de confecção de coroas de flores, fazendo com que seu filho estivesse sem a mesma, conforme fotografias tiradas no evento. Mesmo tendo sido oferecido à ele por amigos, recusou, demonstrando sua insatisfação.

Desta forma, o episódio fatídico se revela como tentativa fugaz de não se cumprir normas, o que não pode ser aceito num ambiente onde está se formando o caráter de seres humanos.

Ficamos extremamente felizes que Leandro tenha encontrado facilmente uma escola que se adeque a sua forma de pensar e seus atrasos constantes, deixamos claro aos demais pais, que leram esse relato, que o Jardim dos Passarinhos é o lugar ideal para auxiliar na educação de seus filhos, com preceitos de moral e ética, já que a educação começa a ser transmitida em casa

Nós do Jardim dos Passarinhos seguimos com as portas abertas para todos aqueles que buscam desenvolver-se e ampliar a visão sobre o ser humano.

À propósito, teremos um evento especial no próximo sábado, dia 10/11/2018, às 8h45min. Convidamos todos para a vivência de uma manhã no nosso Jardim, com o preparo de pães, sucos e aula de Euritmia, seguida de uma roda de conversa. As inscrições podem ser feitas pelo email atendimento@jardimdospassarinhos.com.br ou pelo telefone 11 47022475. Vagas limitadas.

Edmur Jr

Réplica do consumidor

09/11/2018 às 17:20

Percebendo o tom maldoso e irônico com que foi tratado o caso, só me resta agradecer pela confirmação de que tomamos, assim como outros pais, a melhor decisão de tirar nosso filho dessa escola.

Sabemos que esse mesmo tratamento segue com as crianças que continuaram na escola, e isso é muito triste. Vejo o que meu filho sentiu. E como a escola foi (e ainda é) incapaz de perceber o quanto isso agride a uma criança.

Ficou claro que a direção da escola, personificada na figura da Gisele Aparecida Salvetti, não conseguiu reconhecer os próprios erros e ver nisso uma oportunidade de melhorar a comunicação com os pais e o tratamento dado às crianças. Tanto é, que se omitiu inclusive na réplica desta reclamação, o que foi realizada por um terceiro (o marido).

Como contra fatos não há argumentos, só restou aos responsáveis pela escola a agressão, distorção da narrativa e uma tentativa frustada de tornar a vítima como culpada.

O que mais me preocupa nessa história é que, se mesmo em uma questão tão clara para tantos pais, houve esse tipo de tratamento, imagine o mesmo tipo de tratamento com as crianças em vez dos pais.

No mais, continuamos no aguardo do ressarcimento do dia em que fomos impedidos de entrar na escola. E reafirmo que não consta no contrato de prestação de serviços cláusula que afirmasse que não poderíamos chegar após as 8:30.

Réplica da empresa

25/11/2018 às 20:29

Primeiramente, excelente dia aos senhores.

É com grande pesar que informo que esta resposta fora orientada por nosso setor jurídico e, por isso, alguns dias se passaram desde a réplica apresentada pelo reclamante, sr. Leandro.

Inicio citando breve esclarecimento acerca de nosso método.

A Pedagogia Waldorf é uma abordagem pedagógica baseada na filosofia da educação do filósofo austríaco Rudolf Steiner, fundador da antroposofia. A pedagogia procura integrar de maneira holística o desenvolvimento físico, espiritual, intelectual e artístico dos alunos. O objetivo é desenvolver indivíduos livres, integrados, socialmente competentes e moralmente responsáveis. As escolas e professores possuem grande autonomia para determinar o currículo, metodologia e governança.

Em primeiro momento destacamos que o ambiente escolar, independente da idade do educando, visa disciplinar, educar e orientar aquele que estiver sob nossos cuidados. Desta forma, ao contrário do que tenta apontar o sr. Leandro, muitos são os elogios acerca de nossos métodos e, por vezes, nossa firmeza.

É nosso dever formar bons cidadãos, preparados para enfrentar a vida adulta. E isso requer responsabilidades.

As crianças aprendem por imitação e esse é mais um motivo para sugerir seriedade daqueles que os educam em conjunto com a escola.

No mercado de trabalho não existirá tolerância de horário e isso não poderá ser dado diariamente ao cidadão. Nós, ao contrário, possibilitamos que os pais atrasem TODOS OS DIAS com o compromisso que assumiram não só conosco, mas com seus filhos, por um longo tempo de 30 minutos.

Como bem apontado pelo reclamante Leandro, nosso contrato não previa o tempo limite para ingresso nas atividades já iniciadas após atraso - frise-se - dos pais. Por isso, como também salientado por ele, fora enviado e-mail para todos os responsáveis para que tomassem ciência da nova política e ainda o assunto foi tratado em reunião pedagógica, e mais uma vez, como este asseverou, não deu importância, pois não seria prejudicado dada sua pontualidade.

Muito diversamente do alegado, nossa atitude em não permitir que um aluno ingresse em uma atividade já iniciada há mais de 30 minutos visa que este não seja constrangido por seus colegas por não acompanhar o andamento, podendo se posicionar junto aos demais para o início da próxima atividade que tem início às 10:00.

Durante este intervalo, disponibilizamos espaço nas dependências da escola para que os pais possam estar com seus filhos aguardando seu ingresso e até para que, da melhor forma, possam esclarecer, caso sintam-se à vontade, de que o mesmo não está junto com sua turma pois o pai atrasou e chegou fora do horário combinado e que, também por isso, é tão importante que se tenha comprometimento com horários.

Muito nos preocupa que um pai engajado para com a educação de seu filho, desaprove a ideia de que ele terá que respeitar regras e de que caso não chegue a tempo do inicio de uma atividade, não poderá ocupar o mesmo lugar daqueles que chegaram antes e encontram-se preparados para aquele momento.

Neste passo, há que se fazer um paralelo à vida como um todo. Nossa missão é de que as crianças entendam, desde logo, que sem comprometimento e responsabilidade não se alcança êxito. Destacamos, neste momento, que a educação infantil é um trabalho conjunto. Assim, dependemos muito da participação dos senhores pais para que tenhamos nossos objetivos alcançados.

Pois bem, finalizo este texto apontando que, conforme reclamação e réplica apresentadas, fatos mendazes, bem como difamação e citação ao nome da sócia como pessoa física foram feitas e, por isso as medidas judiciais estão sendo tomadas.

Atentamos ao fato de que diversos apontamentos feitos carecem de provas, as quais serão solicitadas em momento oportuno como garantia de suas alegações, do contrário aguardamos breve pedido de desculpa pelas afirmações inverídicas.

O Jardim dos Passarinhos permanece de portas abertas a todos que pretendam educar seus filhos de forma participativa e responsável.

Edmur Jr

Réplica do consumidor

14/12/2018 às 13:49

Primeiramente, em relação ao contrato finalmente a escola assumiu que não existia nenhuma cláusula em relação ao horário de entrada. E, no e-mail enviado a todos os pais, deixam igualmente claro que os pais poderiam retornar somente após as 10 horas. Ou seja, não foi disponibilizado espaço nas dependências da escola, contrariando o que a escola afirmou na réplica.
Por estas razões, e com base nesses documentos, é justo e correto que a escola nos devolva o valor desse dia de aula.
Correto também seria que a escola, e a professora, pedisse desculpas ao meu filho pelo constrangimento sofrido ao impedir sua entrada. Correto também seria que a escola pedisse desculpas às outras crianças e pais que passaram pela mesma situação.
Veja que matriculamos nosso filho nessa escola antes mesmo dela existir com sua estrutura física completa. Participamos de todos os eventos e palestras, pois acreditamos na educação participativa e no exemplo dos pais.
Mas, apesar de tudo isso, quando a escola perdeu o controle sobre a entrada das crianças tratou de criar uma cláusula de forma unilateral. E, tão logo, ocorreram estes incidentes tratou de culpar os pais.
Aliás este foi o padrão da resposta e da réplica da escola: culpar a vítima. E o fazem em uma tentativa desesperada de desviar a atenção dos seus erros. No caso, tratam como se o dano moral que meu filho passou fosse irrelevante. Uma criança de 4 anos não deveria e não poderia passar por uma situação de tal constrangimento. Isso não é postura de educadores.
Em relação à tentativa de nos ameaçar com um processo de calúnia é totalmente infundada. Dado que tudo que dissemos está embasado em documentos, provas e testemunhas. E, que, quando nos referimos ao nome da diretora, nos referíamos ao nome da pessoa jurídica presente no contrato.
Triste fico em ver que meu filho e outras crianças tenham passado por essa situação. E que a preocupação da escola seja com o mercado de trabalho, em vez de se preocupar em primeiro lugar com a felicidade, confiança e integridade das crianças.

Consideração final do consumidor

14/12/2018 às 14:16

Péssimo atendimento. Não indico esta escola para ninguém.

O problema foi resolvido?
Não resolvidoNão resolvido
Voltaria a fazer negócio?
Não
Nota do atendimento
0

Consideração final da empresa

11/03/2019 às 15:54

Boa tarde aos senhores,

A fim de findar as repercussões acerca do caso, vemo-nos na obrigação de, uma vez mais, falar a respeito.
Nossa instituição, como bem se sabe, é fundamentada na pedagogia Waldorf e, por isso, questões que envolvam a postura adotada em diversos temas, o sistema e o conteúdo a serem ensinado para nossas crianças são, para nós, tratadas com extrema seriedade.
Embora tenhamos conversado demasiadamente com os pais sobre as novas políticas que foram adotadas referente aos horários, nota-se que algumas pessoas preferem justificar seus atrasos ao cumprimento do combinado, mesmo que isso implique em uma distorção no processo educativo da criança, tentando buscar culpados por uma irresponsabilidade de seus deveres como pais.
Desde o início desta reclamação buscamos demonstrar a necessidade de tratar o caso com o devido rigor e seriedade, pelo bem da instituição, como forma de democracia, onde todos seguem as mesmas regras, bem como as crianças sejam, desde os primórdios, introduzidas na vida da forma correta.
Há de se destacar que esta questão jamais tratou-se de perda ou ganho financeiro para nossa escola, sendo certo que seria muito mais cômodo à nós, efetivamente, fazer um pedido de desculpas (que julgamos indevida) e um cheque ou depósito no valor do dia de aula perdido pelo aluno (80 reais).
Contudo, a problemática vai muito além do que os pais possam julgar como interessante a eles. Trata-se de um postura utilizada por uma escola, a qual é estudada e analisada minuciosamente para que, com todo respeito ao ser humano e as regras impostas não só por nós, mas por toda a sociedade, possamos desempenhar nossa função e missão como educadores e formadores de futuros adultos, responsáveis por seus atos e omissões e cumpridores de suas obrigações.
Por fim, não é de nossa política e caráter enquanto empresa proferir ameaças. Apenas informamos, para quem tiver interesse, que as medidas cabíveis estão sendo adotadas e, com relação a testemunhas, com certeza serão requeridas em momento oportuno. Ademais cabe-nos destacar que, até a presente data, ainda não recebemos nenhuma outra queixa ou tomamos conhecimento de situação semelhante.
Continuamos de portas abertas para receber com alegria aqueles que queiram realmente transmitir a seus filhos um ensino com bases na Pedagogia Waldorf, com valores legítimos.

Edmur Jr

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