Discriminação com criança autista

Não resolvido
Rio de Janeiro - RJ
23/02/2022 às 15:20
ID: 138970267
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesSou pai de uma menina de três anos diagnosticada com autismo. Matriculei minha filha nesta instituição achando se tratar de uma instituição inclusiva, que atenderia minha filha de forma digna e respeitosa. Desde o início procurei manter um diálogo aberto, transmiti todos os cuidados que deveriam ter, e jamais desejei que minha filha tivesse tratamento diferenciado, mas que certamente deveriam observá-la com outros olhos diante da condição dela. No entanto, o que ocorreu ao longo do tempo foi triste e lamentável, a saber: inicialmente minha filha foi excluída da primeira foto da turma postada em rede social da instituição (esperava ao menos que ela estivesse no colo de alguém), nos trabalhos transmitidos aos alunos não há sequer um rabisco como se fosse feito pela minha filha, ou seja, sequer houve tentativa de se comunicar com a criança, que ficava vagando pela sala de aula e se interagindo com uma caixa de som. Depois veio questionamentos da instituição em relação ao fato da minha filha ainda tomar mamadeira, quando afirmaram que não seria possível entregar mamadeira com o pó em pote para misturar, que isto estaria sendo muito trabalhoso, que estaria atrapalhando o recreio das crianças. Esclareci que pela manhã ela não costuma se alimentar de outra coisa e indaguei se seria realmente muito trabalhoso, pois o processo de virar um pó em uma mamadeira e agitar para misturar não demanda nem 30 segundos. A abordagem sobre a questão da mamadeira ocorreu na porta da escola, com outros pais presentes, pela coordenadora da instituição, que abordou minha esposa, mãe da minha filha, de forma ríspida, sem margem à diálogo, ao afirmar que não poderiam mais dar a mamadeira para minha filha, que se fosse o caso teria que enviar já pronta. No entanto, o preparo com leite em pó deve ser realizado no ato e prontamente consumido. Ou seja, não teria como levar o leite pronto. Evidentemente que a reação da minha esposa foi a de questionar tal fato, tendo reagido à abordagem infeliz da coordenadora. Diferente seria se tal abordagem tivesse sido feita de forma isolada, individualmente, de outra forma, com outro tom. Sou advogado, não desejo processar a instituição, mas não poderia deixar de registrar o meu descontentamento com tal fato, ou melhor, sequência de fatos. Enfim, meu coração de pai não sentiu plenamento acolhido por parte desta instituição de ensino, estou triste, ferido, pois luto com todas as forças para que minha filha se torne uma pessoa plenamente capaz, e não esperava ver tão cedo a minha filha sofrer com atos discriminatórios. Lamento muito!! Eis um desabafo de um pai de coração ferido!!!
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Consideração final do consumidor
23/06/2022 às 11:03
Como não obtive resposta nada poderei informar a respeito, mas apenas enfatizar que não indicaria esta instituição a ninguém.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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