Não são profissionais de confiança e sem experiência

Não resolvido
Niterói - RJ
21/07/2020 às 18:18
ID: 108909275
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesEm 19/05/******* assinei um contrato de prestação de serviços, onde a empresa JD CONSTRUCOES E REFORMAS se comprometeu em realizar os serviços em 10 dias, conforme contrato escrito pactuado.
Os serviços consistiam basicamente em pintura das paredes e teto, e reforma e pintura dos caixonetes, alisares e portas.
Ocorre que por inexperiência, negligência, imperícia, imprudência, ou simplesmente por má prestação de serviço, o representante da empresa solicitou por diversas vezes mais materiais para execução dos serviços, que eu solicitei ao meu pai que comprasse e entregasse com urgência na casa onde a obra estava sendo realizada, e pasmem, praticamente todos os dias eram solicitados materiais para obra, isto é, nos dias 20/05/*******, 21/05/*******, 22/05/*******, 23/05/*******, 24/05/*******, 27/05/*******, e 28/05/*******.
Causou muita estranheza o fato do representante da empresa solicitar materiais para obra praticamente todos os dias, tendo em vista que se estimou o prazo de 10 dias para conclusão da obra, deveria ter estimado os materiais necessários e quantidade, já que, em tese, alegava que tinha expertise no serviço que presta, ainda assim, de boa fé colaborei, e pedi para meu pai comprar e entregar os materiais todas as vezes que foram solicitados.
Sucede que, no dia 28/05/*******, que deveria ser o dia da entrega da obra pronta, eu realizei uma visita ao imóvel, para ver como estava o andamento da obra, e pasmem, foi assustadora a impressão que eu tive, existiam diversos DEFEITOS GROSSEIROS, como:
os funcionários da empresa pintaram as paredes e, por descuido, pintaram também os interruptores e tomadas, danificando-os em sua estética;
O piso que é de taco, não foi coberto, e assim os funcionários da empresa sujaram todo o chão de taco (madeira) com tinta branca, sendo tal ato uma demonstração de má-fé e/ou inexperiência;
caixonetes e alisares das portas não foram lixados e limpos antes da pintura (dava para ver farpas), assim, em vez de brancas estavam na cor marrom (mistura da tinta com a madeira), isto é, foram colocadas cruas, da forma como foram compradas por mim;
caixonetes não foram instalados de forma adequada, estando fora do nível e fora prumo (fora de esquadro), em uma das portas chega a passar um dedo da mão entre a porta e o caixonete;
as partes das paredes que foram emassadas não foram lixadas antes da aplicação de selador e tinta/pintura;
as sancas (moldura de gesso entre o teto e a parede) não foram pintadas;
os cantos/encontro das paredes não foram pintados;
os azulejos que segundo Réu solicitou, não foi utilizado;
soleira da porta do banheirinho (n 05), de mármore branco, foi retirado (sem autorização), que além do prejuízo, ficou sem o devido acabamento;
Para agravar ainda mais a situação, notei que o representante da empresa estava cometendo uma sequência de erros na execução dos serviços, como:
Utilização de tinta de madeira (esmalte sintético) para pintar a parede, que além de ter um custo muito mais elevado, não é apropriada para pintura de paredes, tratando-se de um desperdício de tinta;
Ao colocar a fechadura e dobradiças na porta da sala, o representante da empresa estava utilizando uma chave de fenda em vez de um formão, isto é, estava utilizando uma ferramenta de aperto de parafusos em vez de uma ferramenta de corte utilizada para entalhar ou esculpir madeira, sendo esta a apropriada para colocação de portas de madeira/fechaduras/dobradiças.
Deve-se levar em consideração ainda, que os defeitos acima mencionados, para serem corrigidos precisarão de mais material, ou seja, o material comprado por mim foi praticamente jogado fora (tinta de parede, tinta de madeira, cachonetes, alisares, selador, etc.)
Nesse contexto, como se não bastasse a quantidade de falhas cometidas, o representante da empresa ainda informou que não conseguiria entregar a obra no dia combinado, e pediu que as obras fossem paralisadas por uma semana, para somente dia 08/06/******* retomá-las e também para corrigir todos os defeitos.
Essa foi a gota dágua, e acabei rompendo o contrato.
Assim, o representante da empresa, demonstrou insatisfação quanto à rescisão proposta (inclusive afirmando ser sujeito homem), tendo indagado sobre o valor que faltava ser pago pelo serviço (R$ 1.*******,00 - hum mil e cem reais), sendo respondido por mim que havia diversas pendências nos serviços realizados, que para consertá-los ficaria em valor superior aos R$ 1.*******,00, e que ainda não foram concluídos os serviços contratados, sem contar o material que foi desperdiçado e mal utilizado, isto é, descartado por ele e seus funcionários.
Pois bem, a via crucis vivenciada por mim não acabou por aí. Para tornar ainda mais perversa essa história, COINCIDENTEMENTE, por acaso, no dia seguinte à rescisão contratual, isto é, no dia 04/06/*******, o meu pai, ao visitar o imóvel da obra, constatou o arrombamento da porta de entrada da casa onde são guardados materiais de construção e outros equipamentos e eletrônicos como cortador de grama e lavadora de alta pressão.
Mas curiosamente, embora tivessem alguns equipamentos como ora citados, somente a lavadora de alta pressão da marca Wap foi furtada (valor da nota fiscal R$ *******,90) e uma caixa de som (com valor aproximado de R$ 1.*******,00), sendo deixados outros pertences de valor (fato bastante curioso, o [Editado pelo Reclame Aqui]ão invadir a casa e só furtar dois objetos).
Assim que tomou conhecimento dos fatos [Editado pelo Reclame Aqui], eu enviei uma mensagem via whatsapp (às 11:19h) para o representante da empresa, dizendo Agora nós vamos resolver o assunto na Delegacia de Polícia e na Justiça Joaquim, sendo respondido por ele: (...) Qualquer assunto só trato pessoalmente, não sou homem de whatsapp nao.
O fato [Editado pelo Reclame Aqui] ora em comento foi noticiado à Polícia Civil, e está sob investigação, sob o REGISTRO DE OCORRÊNCIA N **************/*******, na 75 Delegacia de Polícia Civil, para que seja instaurado o devido inquérito policial e haja a apuração dos fatos, dando base à competente ação penal contra o(s) autor (es) do fato, para que ao final, seja(m) condenado(s) na forma da lei penal em vigor.
Assim, não me restou alternativa, senão o ajuizamento de um processo judicial contra a empresa, que está aguardando julgamento, processo n 0005991-84.*******.8.19.*******.
Fica aqui registrado o meu descontentamento com o péssimo serviço prestado por esta empresa.
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Consideração final do consumidor
07/04/2023 às 09:20
Trata-se de pessoas aventureiras...
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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