Irresponsável, Antiética e Injusta

Reclamação não respondida

Não respondida

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Jundiaí - SP

04/12/2019 às 15:23

ID: 97747383

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No dia 21/11 fiz a alça de acesso da Rodovia Geraldo Dias para ingressar na Rodovia João Cereser, aproximadamente no KM 63,7, em Jundiaí. Ao ingressar na Rodovia, no final da faixa de acesso, havia um espaço entre o caminhão da frota deles e o carro da frente do mesmo. Ao entrar na frente do caminhão, ele veio para cima para me jogar para o acostamento. Recuei para ele não bater na minha lateral. O trânsito estava muito lento, mas andou. Aí retornei para entrar na estrada e novamente ele veio. Mas como eu já estava 2/3 do carro na frente dele, na pista, ele não parou no congestionamento e deixou que seu caminhão batesse na lateral esquerda do meu carro. Certamente, não aconteceu nada com o caminhão, mas meu carro ficou com a lateral riscada da borracha e amassado sobre a roda traseira. Na hora não entendi o que havia ocorrido pois eu já estava praticamente toda na faixa. Depois, parei uns 300m a frente do ocorrido e ele veio para cima de mim, dizendo que eu estava ultrapassando ele pelo acostamento. Disse a ele que ele não precisava ter feito isto, pois ele agiu de má fé, uma vez que a única prejudicada seria eu. O caminhão que estava atrás dele parou e disse a ele para tirar foto do meu carro, pois eu estava no acostamento, mas este outro caminhão também havia parado no acostamento e isto não comprova os fatos. Fiz contato com a Gerente Administrativa da empresa JESUS DE MARI, que foi muito atenciosa no momento, mas não me deu retorno, desde então. Depois de várias tentativas por telefone e email, hoje ela respondeu ao último email dizendo que não vão arcar com a despesa do meu conserto, já que o motorista disse que eu era culpada. Obviamente quem age de má fé não vai assumir seu erro, até porque o conserto sairá do salário dele, conforme a Gerente. Várias inverdades foram ditas, durante os contatos. Não é a primeira vez que ocorre fato similar e eles pouco se importaram com os prejudicados. Novamente, um motorista dessa empresa se negou a assumir a culpa e a empresa não quis arcar com os custos. Fiquei traumatizada e nervosa com esse acontecimento e, o que me deixou pior, foram as mentiras e o descaso da empresa JESUS DE MARI ARTEFATOS DE CIMENTO. Uma empresa como esta não deveria usar o nome JESUS em vão. Confiar em uma empresa antiética, injusta e sem preocupação com a sociedade não merece estar no mercado e não merece o respeito dos consumidores e da sociedade. A empresa se mostrou despreocupada com ações causadas, pelos motoristas, em relação a qualquer indivíduo.

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