Moto apreendida por placa quebrada e concessionária se nega a arcar com despesas

Em réplica
São Paulo - SP
27/01/2026 às 15:53
ID: 238986701
Comprei uma moto com eles, no dia que tirei a moto expliquei pra eles da placa que estava quebrada eles falaram que iria pedir uma placa novo a moto acabou sendo presa e não querem arcar com as despesas. Falei com meu advogado pra resolver
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Resposta da empresa
28/01/2026 às 16:39
Prezados,
A JP Motos preza pela transparência e pelo correto esclarecimento dos fatos. Diante da reclamação apresentada, é importante registrar a real dinâmica dos acontecimentos, para evitar interpretações equivocadas.
No momento da venda da motocicleta (23/09/2025) e da retirada pelo cliente (24/09/2025), não havia qualquer apontamento ou irregularidade referente à placa. Tal fato é comprovado pelo laudo de transferência realizado em 29/09/2025, o qual foi integralmente aprovado, sem qualquer observação quanto à ausência ou problema na placa.
Ressaltamos que:
Em 08/10/2025, informamos ao cliente que a ATPV estava disponível para retirada e assinatura em cartório;
Em 27/10/2025, realizamos nova cobrança para retirada da ATPV;
Em 05/11/2025, o cliente retirou a ATPV para reconhecimento em cartório;
Em 04/12/2025 e 20/12/2025, entramos em contato solicitando a devolução da ATPV para dar sequência à transferência, informando inclusive que o laudo anterior encontrava-se vencido;
Somente em 21/01/2026, o cliente devolveu a ATPV-e, realizando então novo laudo de transferência, no qual, pela primeira vez, constou apontamento referente à placa.
É fundamental esclarecer que a apreensão da motocicleta ocorrida em 26/01/2026 deu-se por condução do veículo sem placa.
Mesmo não havendo responsabilidade da loja, a JP Motos adotou postura colaborativa, providenciando:
Emissão da documentação em 27/01/2026, entregue ao cliente;
Laudo de transferência e emissão da placa em 28/01/2026, já entregue ao cliente, com custo integralmente assumido pela loja, como medida de boa-fé e para rápida solução da situação.
Diante disso, fica claro que:
A motocicleta foi vendida regular, sem apontamentos;
O cliente demorou a concluir os trâmites obrigatórios de transferência;
A irregularidade surgiu apenas após o vencimento do primeiro laudo;
A apreensão decorreu de circulação sem placa, conforme guia de apreensão apresentada, fato alheio à conduta da JP Motos.
Reafirmamos nosso compromisso com o cliente e com a resolução responsável das situações, sempre pautados pela boa-fé, legalidade e transparência.
Atenciosamente,
JP Motos
Réplica do consumidor
28/01/2026 às 16:44
O fato de não ter feito a transferência não justifica a placa ruim, no dia que comprei a moto já tinha pautado sobre a placa ruim.. perante o artigo do consumido a agência tem por obrigado fazer a entrega do veículo em condições seguras e regulares para circulação, a própria vendedora tinha ciência da placa. Tem meu contato para resolvermos de forma amigável o assunto