Reclamação de Sinistro na Justos Seguros: Divergência de Valor e Recusa de Oficina de Confiança

Não respondida
Santana de Parnaíba - SP
08/06/2026 às 15:36
ID: 250813551
Sou cliente da Justos Seguros há anos e nunca havia acionado o seguro até agora. Inclusive, em novembro de 2025, tive um problema em que o próprio guincho da seguradora danificou meu veículo, e mesmo assim optei por não dar sequencia no reparo, mesmo estando aprovado, confiando na empresa e evitando transtornos.
No entanto, ao precisar utilizar o seguro pela primeira vez (sinistro n *****), a experiência tem sido extremamente frustrante.
O sinistro foi aberto em 15/04/2026. Alguns dias depois, em 23/04/2026, fui informado de que a seguradora não havia chegado a um acordo com a oficina de minha confiança (GILLICAR), sob a justificativa de que o valor de mão de obra estaria acima do praticado no mercado, gerando uma diferença de de valor a ser pago por mim.
Desde então, venho tentando resolver a situação de forma transparente e objetiva. Solicitei detalhamento técnico dos critérios utilizados pela seguradora, incluindo parâmetros de mercado, composição dos custos e justificativa clara da divergência. Também solicitei a realização de nova vistoria, já que não houve inspeção recente no veículo.
Em 30/04/2026, recebi retorno informando que a divergência está relacionada exclusivamente ao valor da mão de obra e que a análise foi feita com base em referências de mercado. No entanto, a seguradora se recusou a realizar nova vistoria, alegando que isso não alteraria o cenário.
Além disso, ao analisar o orçamento revisado pela seguradora, identifiquei reduções extremamente agressivas e sem explicação adequada, incluindo itens como faróis com redução de até 80% do valor, o que levanta sérias dúvidas sobre a qualidade e viabilidade do reparo proposto.
Atualmente, me encontro em uma situação completamente inaceitável: estou há meses tentando resolver um sinistro simples, com o veículo danificado, sem poder utilizá-lo plenamente, inclusive evitando viagens à noite devido ao farol comprometido, e sem qualquer previsão concreta de solução.
A seguradora, na prática, impõe apenas duas alternativas: ou eu assumo uma diferença relevante de valores, ou sou obrigado a abrir mão da oficina de minha confiança. Não há abertura real para discussão técnica transparente, nem esforço efetivo para resolver o problema. A oficina tentou contato por diversas vezes para tentar um acordo, mas sem sucesso.
Minha principal insatisfação está na falta de transparência, na recusa em realizar uma reavaliação adequada do veículo, na demora excessiva e na condução burocrática de um caso que deveria ser simples.
Diante disso, considero a experiência extremamente abaixo do esperado, especialmente considerando o tempo de relacionamento com a seguradora e o fato de nunca ter acionado o seguro anteriormente.
Espero uma solução justa, com reavaliação técnica adequada, transparência nos critérios utilizados e autorização do reparo em minha oficina de confiança, em condições compatíveis com o mercado.