KM Proteção Veicular: Demora, Descaso e Batalha Judicial para Reparo de Moto Após Acidente

Em réplica
Feira de Santana - BA
21/05/2026 às 13:35
ID: 249301127
ALERTA SOBRE MINHA EXPERIÊNCIA COM A KM Proteção Veicular
Em ***** sofri um grave acidente de moto envolvendo um ciclista. O SAMU foi acionado e fui levado ao hospital. Minha moto, uma Honda PCX, ficou completamente destruída.
Após sair do hospital, procurei a KM Proteção Veicular para acionar a proteção do veículo. Entreguei toda a documentação exigida:
* boletim de ocorrência;
* relatório médico;
* relatório do SAMU;
* orçamento do reparo.
Levei a moto até a concessionária autorizada Honda, onde sempre realizei todas as revisões. O orçamento do conserto ficou em aproximadamente R$ 13 mil, enquanto a tabela FIPE da moto era cerca de R$ 15 mil.
Mesmo assim, após semanas de demora e muita cobrança, a associação exigiu um novo orçamento em uma oficina credenciada por eles. Fiz o procedimento, e o segundo orçamento ficou ainda MAIOR que o primeiro.
Depois de mais semanas de espera, fui surpreendido com a informação de que eu deveria autorizar o reparo da moto, mesmo existindo dano estrutural grave no eixo/chassi principal.
Ao questionar sobre a perda total, ouvi da empresa a seguinte resposta:
Moto não dá perda total.
Me recusei a autorizar o reparo fora da concessionária Honda, pois sempre cuidei da minha moto com peças originais e não aceitaria um serviço que pudesse comprometer minha segurança.
Após isso, minhas mensagens passaram a ser ignoradas.
Não tive outra alternativa além de procurar a Justiça.
Na primeira audiência, a Justiça condenou a empresa ao pagamento:
do valor da tabela FIPE da moto;
de indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil.
A empresa recorreu da decisão.
Perdeu.
Recorreu novamente.
Perdeu de novo.
Mesmo após a Justiça determinar prazo de 15 dias para pagamento, a empresa não cumpriu a decisão judicial.
Foi necessário entrar com pedido de execução e penhora.
Somente depois disso a empresa procurou meu advogado oferecendo um acordo abaixo do valor determinado pela Justiça e ainda parcelado em 5 vezes.
Hoje ***** e ainda nada foi resolvido, estou buscando todos os meios legais possíveis para solucionar meu problema.
Estou compartilhando minha experiência para alertar outras pessoas sobre tudo o que enfrentei durante esse processo.
Quem paga proteção veicular espera apoio no momento mais difícil, não meses de desgaste, demora, descaso e batalha judicial para ter um direito reconhecido.
Eu oriento a todos que ainda não estão com sua moto assegurada, não façam proteção com esta segurador e aqueles que tem seus veículos na KM, retirem imediatamente pois eles são [Editado pelo Reclame Aqui].
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Resposta da empresa
31/05/2026 às 21:37
Olá, Welligton
Recebemos sua reclamação e neste momento, informamos que já estamos apurando internamente todas as informações e detalhes envolvidos em seu processo. Assim que tivermos a conclusão dessa análise, retornaremos com um posicionamento mais detalhado e claro a respeito das providências que porventura serão adotadas.
Nos colocamos à disposição para qualquer esclarecimento adicional durante esse período de verificação.
Atenciosamente,
KM Proteção Veicular
Réplica do consumidor
03/06/2026 às 12:40
ALERTA A TODOS OS CONSUMIDORES
Há mais de um ano e meio estou vivendo esta situação que jamais imaginei enfrentar quando decidi contratar uma proteção veicular para minha Moto.
Meu acidente aconteceu em dezembro de dois mil e vinte e quatro. Após ser socorrido pelo SAMU e encaminhado ao hospital, iniciei todos os procedimentos exigidos pela KM Proteção Veicular, acreditando que teria o suporte pelo qual paguei durante todo o período em que mantive meu veículo protegido.
Entreguei documentos, apresentei relatórios médicos, boletins e todas as informações solicitadas. Fiz tudo o que estava ao meu alcance. No entanto, o tempo passou, os meses se transformaram em mais de um ano e meio de espera, estamos indo para dois anos e eu continuo sem minha moto e sem uma solução definitiva para o meu caso.
O que torna essa situação ainda mais revoltante é que, desde o acionamento da proteção veicular em dezembro de dois mil e vinte e quatro, continuo recebendo mensalmente e pagando os boletos de cobrança da KM Proteção Veicular. Mesmo estando sem a moto há todo esse período e aguardando a resolução do meu caso, os boletos continuam sendo emitidos e pagos todos os meses, gerando mais um prejuízo financeiro em uma situação que já é extremamente desgastante.
Durante esse período, fui obrigado a buscar meus direitos na Justiça. Mesmo diante de toda essa longa batalha judicial, continuo aguardando o encerramento definitivo do processo e o recebimento da indenização que me é devida. Além disso, eles ainda me apresentaram uma proposta de acordo com valor inferior ao que foi definido pela justiça e ainda parcelada em cinco vezes.
Enquanto isso, minha vida segue sendo afetada diariamente. Além de perder meu meio de transporte, enfrentei prejuízos financeiros, dificuldades pessoais, custos contínuos e um desgaste emocional enorme. É difícil compreender como uma pessoa pode permanecer por tanto tempo sem o veículo, sem a indenização e, ao mesmo tempo, continuar recebendo cobranças mensais relacionadas a um bem que já não possui desde o acidente.
Diante dessa situação, estou buscando todos os meios legais disponíveis para a defesa dos meus direitos. Estou levando meu caso ao conhecimento dos órgãos competentes, incluindo o Ministério Público e a SUSEP, além de procurar apoio junto à imprensa, emissoras de televisão, rádios, portais de notícias, redes sociais e influenciadores digitais.
Meu objetivo é dar visibilidade a essa situação para que outros consumidores possam conhecer minha experiência e tomar decisões mais conscientes antes de contratar qualquer serviço de proteção veicular.
Não desejo que ninguém passe pelo que venho enfrentando desde dezembro de dois mil e vinte e quatro.