Reclamação sobre tratamento inadequado e falta de suporte da supervisora

Não respondida
Osasco - SP
23/07/2026 às 17:58
ID: 254689045
Registro a presente reclamação para relatar o tratamento inadequado e lamentável que venho recebendo da supervisora *****, também conhecida como Lia, responsável pela supervisão das atividades relacionadas ao produto LATAM.
Informo que trabalho na empresa há aproximadamente três anos e que, recentemente, fui remanejado para o departamento de HVC (atendimento aos clientes Elite da LATAM) sem receber a capacitação adequada para exercer as novas atividades. O treinamento disponibilizado mostrou-se insuficiente para o desempenho dessas atividades que passaram a ser de minha responsabilidade. Diante disso, comuniquei à supervisora da necessidade de um treinamento complementar e informei que, até receber uma orientação adequada, permaneceria atendendo apenas às demandas sobre as quais já possuía conhecimento.
Apesar de ter sido devidamente informada de que eu não possuía o conhecimento técnico necessário para atuar na nova área, a supervisora passou a me atribuir casos que exigiam justamente essa capacitação. Sem qualquer perspectiva de receber um treinamento complementar, busquei realizar as atividades consultando o material de apoio disponibilizado pela empresa, embora este não contemplasse todas as orientações operacionais necessárias. Em razão disso, solicitei auxílio à supervisora em relação a um dos casos.
Contudo, embora tenha informado que prestaria suporte sempre que necessário, a supervisora não ofereceu qualquer assistência. Minhas mensagens foram ignoradas durante o expediente e, quando respondidas, isso ocorria apenas fora da minha jornada de trabalho, limitando-se a informar que a situação seria encaminhada à coordenação, sem qualquer orientação prática sobre como proceder com o caso.
Posteriormente, durante uma reunião organizada por um dos coordenadores, a supervisora afirmou que, em todas as "cartas" que eu havia enviado, não existia qualquer solicitação de ajuda. Inclusive, compartilhou sua tela para sustentar essa alegação. No entanto, ao verificar o conteúdo das conversas, ficou evidente que minhas mensagens, durante três dias, registravam expressamente que eu permanecia aguardando um retorno sobre o caso e necessitava de orientação. Ao perceber essa inconsistência, a supervisora passou a justificar que minha solicitação não havia sido realizada da mesma forma que a de outros colaboradores, como se isso fosse motivo para desconsiderar meu pedido de auxílio.
Na mesma reunião, a supervisora informou que alteraria meu canal de atendimento para voz (telefone) ou chat (WhatsApp), sob a justificativa de que eu apresentava dificuldades para atuar no Back Office (tratativas por e-mail). Tal afirmação não condiz com minha trajetória profissional, considerando que desempenhei essa função durante praticamente todo o período em que estive empregado na Konecta. Além disso, fui informado de que deixaria o regime de trabalho em home office, medida que foi apresentada de forma intimidadora e que soou mais como uma ameaça do que como uma solução para as dificuldades enfrentadas, sobretudo porque a mudança de canal não resolveria a falta de treinamento apropriado e suporte.
Também registro que enfrentei problemas relacionados ao sistema de ponto da empresa, situação prontamente comunicada à supervisora. Entretanto, enquanto o problema de outra colaboradora foi solucionado, minha solicitação permaneceu sem qualquer resposta. Da mesma forma, fui informado da existência de um grupo destinado à divulgação de comunicados e sinalizações importantes, porém jamais fui incluído nesse grupo pela supervisora, o que contribuiu para minha falta de acesso a informações relevantes para o desempenho das atividades.
Ressalto que, diante da impossibilidade de estabelecer um diálogo efetivo com a supervisão, optei por interromper as tentativas de contato direto e encaminhei a situação à coordenação, fato que culminou na realização da reunião anteriormente mencionada.
Diante de todos os fatos expostos, considero evidente a postura pouco profissional adotada pela supervisora ***** (Lia), marcada pela falta de suporte, pela ausência de tratamento igualitário e pela resistência em buscar soluções efetivas para os problemas apresentados. A conduta demonstrada evidencia um tratamento desfavorável aos colaboradores que divergem de sua forma de gestão, não havendo, em nenhum momento, interesse em buscar soluções efetivas e equilibradas para os problemas apresentados.
Dessa forma, solicito que a empresa apure os fatos relatados e adote as providências cabíveis, a fim de assegurar um ambiente de trabalho pautado pelo respeito, pela imparcialidade e pelo suporte adequado aos colaboradores, evitando que situações semelhantes voltem a ocorrer.