Meu tipo sanguíneo mudou em razão de mudança de tecnologia...

Em réplica
Brasília - DF
23/01/2017 às 15:54
ID: 23771331
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesEm ******* fiz um exame de tipagem sanguínea no Laboratório Sabin e meu resultado deu A- . Em ******* meu médico solicitou novo exame de tipagem sanguínea e o resultado... A-... Fiz doações de sangue no Hemocentro de Brasília e meu sangue A-...
Para minha surpresa, em outubro de *******, em novo exame, o Sabin disse que eu sou A+... Refiz o exame mais duas vezes agora em janeiro de *******... A+!!
A bioquímica me ligou e disse que sou A- fraco... o que quer dizer que na verdade eu sou A+...
E que está certo.. sou A+ mesmo... e que o Hemocentro não deve ter usado meu sangue ainda (fiz doações de sangue desde *******) ou na hora que usou viu que era A+ mas não arrumou meu cadastro...
Disse que mudou a forma de fazer o exame e que agora é feito com um procedimento mais completo e com mais tecnologia... e por isso sou com certeza A+...
Aí me fala? Faço o que agora??? Se não dá pra confiar no Sabin vou confiar em quem?? Tenso!!
Fica a dica... se você acha que tem um tipo sanguíneo... faz o exame de novo... pq a tecnologia muda e seu tipo sanguíneo muda junto!
É óbvio que tenho todos os resultados impressos. E quero uma resposta por email ou por aqui... não quero que me liguem!
Compartilhe
Resposta da empresa
31/01/2017 às 09:07
Prezada Morganna,
Bom dia, tudo bem?
Agradecemos o seu retorno pois ele auxilia em nosso processo de melhoria contínua. Informamos que a nossa equipe já está em contato para esclarecer a situação.
Qualquer dúvida estamos inteiramente à disposição.
Atenciosamente,
Laboratório Sabin
Réplica do consumidor
31/01/2017 às 09:27
A resposta do sabin não foi conclusiva. Arrumaram uma resposta aberta... E até agora não me deixaram claro qual o meu tipo sanguíneo... Vejam :
Os testes para definir tipagem sanguínea (ABO e Rh) são baseados em reações de antígeno/anticorpo realizadas utilizando hemácias e soro do indivíduo e reagentes específicos. Estes testes podem ser realizados por diferentes metodologias, cada uma com sensibilidade e especificidade distinta. O teste manual em tubo, realizado no Laboratório Sabin até o ano de *******, tem alta especificidade, porém sensibilidade aquém do desejável. O avanço tecnológico permitiu o desenvolvimento de novas técnicas com maior sensibilidade e especificidade, aumentando, assim, a exatidão do exame. Durante o ano de *******, o Laboratório Sabin passou a utilizar cartões com gel para os exames de tipagem sanguínea. Ao início de *******, passou a utilizar cartões com microesferas de vidro, tecnologia mais moderna que garante resultados mais precisos.
A determinação da tipagem do fator Rh (positivo ou negativo) depende da expressão do antígeno D na membrana das hemácias. São descritos 4 fenótipos para este antígeno: RhD+ convencional, RhD+ fraco, RhD parcial e RhD negativo. Hemácias com RhD fraco são, por definição, células com quantidade reduzida de antígenos D. A expressão fraca de D é resultado de mutação de único nucleotídeo no gene RHD, que tem como consequência alterações na localização de aminoácidos do antígeno D para as regiões intra-celulares ou transmembrana, ao invés da membrana externa da hemácia. Segundo a Associação Americana de Bancos de Sangue (AABB), “o número de amostras classificadas como D fraco depende da característica dos reagentes de tipagem, que mudaram durante os anos.”
Portanto, a paciente Morganna Borges Lisboa possui em nossos arquivos o diagnóstico de tipagem sanguínea A negativo, em 09/01/******* na OS: 0*******, em que o Sabin utilizava a metodologia de aglutinação direta em tubo. Em 11/10/******* (OS: 0*******) e 17/01/******* (0*******) a mesma paciente apresentou a tipagem sanguínea A positivo, realizada com a metodologia de aglutinação em coluna que inclui microesferas de vidro em meio à baixa força iônica /antiglobulina.
Que tem dois resultados eu já sabia... Qual o correto? Qual devo considerar?