Falaram que eu não teria que pagar mais nada pela volta passagem de volta e me cobraram ******* reais.

Em réplica
Brasília - DF
14/10/2014 às 10:12
ID: 10384952
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesFui para a Austrália em fevereiro para ficar um ano e comprei a passagem pela Lae unicamente porque a Renata (ex-funcionária de lá) falou que eu teria que pagar ******* reais pela ida e pela volta e NADA MAIS. Decidi ir por eles somente por isso porque a viagem era por um trecho extremamente cansativo e ainda começava em São Paulo e sou de Brasilia, então tive que comprar passagens de la e para lá e isso envolve mais gastos incluindo excesso de bagagem por serem viagens nacionais. A Renata falou que bastava eu contatar ela ate uns 3 meses antes da volta e não ter passagem era improvável. Contatei eles mais de 6 meses antes e a Renata havia saído da empresa e eles me falaram que o que ela me falou não era certo e eu teria que pagar ******* reais. Argumentei, briguei, falei que iria processá-los, mandei print screens dos emails que trocamos, mas nada adiantou: tive que pagar os *******. Fui claramente passado para trás e quero que devolvam esses ******* reais.
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Resposta da empresa
14/10/2014 às 15:51
Caro Paulo Henrique,
Conforme inúmeros emails e telefonemas trocados, no intuito de esclarecer a situação, foi afirmado que o que a funcionária mencionou na época era e continua sendo verídico. A antecedência na remarcação aumentaria sim a probabilidade de se conseguir uma nova passagem na mesma classe, ou seja, sem diferença tarifária, porém não garantiria. A cobrança da diferença tarifária é uma prática comum em todas as cias aéreas.
Conseguimos uma situação melhor para Agosto, conforme tua primeira ******* demonstraste o desejo de cancelar o curso e retornar ao Brasil por motivos pessoais, porém decidiste prolongar tua estadia na Austrália até Janeiro. Então para alta temporada, como é o mês de Janeiro, ficou mais difícil, principalmente porque tua passagem foi comprada na classe mais baixa que existe, que é a primeira a se esgotar. Durante todo o tempo continuamos na busca constante de opções de retorno para ti, mas infelizmente o que oferecemos em diversas datas, inclusive algumas sem custo adicional, entendeste que não eram convenientes para ti, ou não obtivemos tua resposta em tempo hábil.
Lembro ainda que a tua decisão final foi de solicitar o cancelamento da passagem de volta, para o qual obtiveste reembolso de USD825, que ficou como crédito. Caso você tivesse optado por usar este valor para a compra de uma passagem pela Emirates, não teria desembolsado mais nenhum valor, porém esta opção não te agradou pois o stop over era em Dubai. Preferiste pagar a diferença tarifária (R$*******,00) para poder viajar pela Etihad e passar 3 dias em Abu Dhabi com tua namorada, como era teu desejo.
Nossos esforços continuaram quando você recebeu o anúncio da CAPES de que deveria voltar imediatamente ao Brasil, pois sua bolsa de estudos estava sendo encerrada. A passagem de Janeiro foi então trocada para Novembro sem custo algum. Situação excepcional que conseguimos pelo nosso relacionamento com a operadora, pois a taxa de troca deveria ser cobrada.
Mais uma vez ressalto que não faltaram esforços para encontrar soluções de nossa parte tendo em vista as limitações que encontramos nas regras estipuladas pelas cias aéreas, e o melhor foi feito no teu atendimento.
Sem mais, nos colocamos à disposição para maiores esclarecimentos.
Réplica do consumidor
14/10/2014 às 18:18
Continuamos estagnados nos mesmos pontos. "Improvável", termo usado pela Renata, segundo definição é algo cuja possibilidade de acontecer tende a zero. Portanto a não ser que acontecesse algo totalmente anormal na Austrália como uma evacuação de emergência por um desastre (o que não aconteceu), a chance de eu não pagar nada era certa. Vocês querendo puxar esse improvável para a defesa de vocês chega a ser algo cômico. Não há outra forma a não ser procurar o Procon, infelizmente. Lamentável.
Réplica da empresa
14/10/2014 às 19:21
Você está no seu direito.