Exame de raio-X não realizado devido a falha operacional e lentidão no atendimento da recepção

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Armação dos Búzios - RJ

12/08/2026 às 20:23

ID: 256324165

Venho registrar minha profunda insatisfação com o atendimento prestado pelo Laboratório Lâmina, na Unidade Mega Barra, em razão de uma situação absolutamente inadmissível de desorganização, falta de comunicação interna e completo desrespeito ao consumidor.
Eu tinha um exame de raio-X agendado para as 16h30. Cheguei à unidade e, às 16h34, portanto apenas 4 minutos após o horário agendado, dei entrada na fila de atendimento do guichê da recepção.
O problema é que a unidade disponibilizava apenas um guichê em funcionamento, e o atendimento era extremamente lento. Permaneci na fila por aproximadamente 30 minutos, sendo finalmente chamada para atendimento somente por volta das 17h.
E foi justamente nesse momento que veio o absurdo: ao ser atendida, fui informada de que a técnica responsável pela realização do raio-X já havia ido embora.
É importante deixar absolutamente claro: eu estava na unidade dentro de um intervalo perfeitamente razoável em relação ao horário agendado e, principalmente, estava na fila de atendimento do próprio laboratório desde as 16h34.
Não fui eu quem chegou às 17h para realizar um exame marcado para 16h30. Eu cheguei às 16h34 e fiquei aguardando, por cerca de 30 minutos, para que o próprio laboratório realizasse o procedimento administrativo de entrada do paciente.
Portanto, se o atendimento no guichê demorou até as 17h, isso é um problema exclusivamente da organização interna do Laboratório Lâmina, e não pode, de forma alguma, ser imputado ao consumidor.
O que causa ainda mais indignação é o fato de a técnica responsável pelo raio-X simplesmente ter deixado a unidade sem que houvesse qualquer mecanismo de comunicação entre a recepção e o setor de exames para verificar se ainda havia pacientes aguardando atendimento dentro do horário de funcionamento ou pacientes que haviam chegado tempestivamente e estavam presos em uma fila provocada pela própria recepção.
É uma falha elementar de gestão e de comunicação interna.
O laboratório tinha ciência de que havia um exame agendado para aquele horário. O paciente chegou à unidade. O paciente registrou sua chegada às 16h34. O paciente permaneceu dentro da unidade aguardando atendimento. E, ainda assim, quando finalmente chegou ao guichê, foi simplesmente informado de que a profissional responsável pelo exame havia ido embora.
Que tipo de organização permite que isso aconteça?
O consumidor não tem qualquer controle sobre a velocidade de atendimento da recepção. Se existe apenas um guichê funcionando e esse guichê mantém pacientes aguardando por aproximadamente 30 minutos, é absolutamente descabido que o laboratório posteriormente utilize o horário em que o consumidor conseguiu chegar ao guichê como justificativa para não realizar o exame.
A situação é ainda mais grave porque a realização de um exame médico envolve custos e planejamento por parte do consumidor: deslocamento, combustível, estacionamento, tempo perdido, saída antecipada do trabalho, organização da rotina e, neste caso, todo esse esforço foi completamente desperdiçado em razão de uma falha operacional do próprio laboratório.
Ao final, o consumidor fica com o prejuízo e a única solução apresentada é, na prática, volte outro dia.
Isso é inaceitável.
Não se trata de um mero atraso ou de um pequeno inconveniente. Trata-se de um exame previamente agendado que deixou de ser realizado por falha exclusiva da prestação do serviço, depois de o consumidor ter comparecido à unidade dentro do horário e permanecido na fila de atendimento por aproximadamente 30 minutos.
O mínimo que se esperaria de um laboratório de grande porte seria organização suficiente para que os setores internos se comunicassem e para que pacientes que já estivessem presentes na unidade fossem devidamente identificados e atendidos, especialmente quando o atraso decorre da própria recepção.
É inadmissível que o laboratório transfira ao consumidor as consequências de sua própria deficiência operacional.
Solicito, portanto:

A apuração interna da conduta da unidade e da falha de comunicação entre a recepção e o setor de raio-X;
O esclarecimento de por que havia apenas um guichê em funcionamento, ocasionando uma espera de aproximadamente 30 minutos;
O esclarecimento de por que a técnica responsável pelo exame deixou a unidade sem que a recepção verificasse a existência de pacientes que já haviam chegado e aguardavam atendimento;
O reconhecimento formal de que o exame não foi realizado por falha operacional do laboratório, e não por ausência ou atraso injustificado do consumidor;
A disponibilização imediata do exame em unidade mais próxima da minha casa;
O ressarcimento das despesas diretamente decorrentes do deslocamento frustrado, especialmente estacionamento e demais custos comprováveis;

Registro ainda que não considero aceitável uma resposta genérica de desculpas ou a simples orientação para que seja realizado um novo agendamento. O problema não foi um simples desencontro de horários: o consumidor compareceu à unidade, chegou às 16h34, dentro de poucos minutos do horário agendado, e permaneceu aguardando atendimento por aproximadamente 30 minutos em razão da lentidão da própria recepção.
O Laboratório Lâmina precisa assumir a responsabilidade pela falha na prestação do serviço e pelos transtornos que ela ocasionou.
Espero uma resposta objetiva, esclarecedora e compatível com a gravidade do ocorrido.

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