Indução ao erro e atendimento dúbio para resolver problemas

Não respondida
Belo Horizonte - MG
28/08/2019 às 11:23
ID: 94647675
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesNo dia 11 de agosto, empresa ofereceu orçamento gratuito, chegou, induziu minha mãe, uma senhora de 60 anos, a orçamento enganoso. Empresa informou que metro da sonda (para desentupir esgoto) custa R$*******,00 e previu, verbalmente, que utilizariam um metro ou até menos. Os executores da tarefa não seguiram o próprio contrato da empresa, que reza que uma previsão deve ser escrita formalmente no contrato e assinada pelo cliente antes da realização do serviço, como qualquer serviço que se contrata às claras, o que não fizeram. O contrato ainda reza que caso a metragem supere o valor previsto, deve ser realizada negociação prévia com cliente, o que não aconteceu. No final, cobraram o valor de 15m, isto é, cobraram o valor de R$*******,00, muito além das condições da cliente. O contrato, na verdade, só foi redigido depois da realização do serviço, mal preenchido e lacunar e foi uma exigência minha, filha da senhora que foi induzida ao erro orçamentário e que também sofreu danos morais e materiais pelo mal executado. Obviamente, a situação foi bastante vexatória, pois minha mãe dispôs de absolutamente todo recurso do que dispunha e eu também, por tentar ajudar. Essa situação foi agravada pela coação que os técnicos praticaram, utilizando recursos emocionais para gerar comoção, dizendo que caso não pagássemos, seriam demitidos (o que elevou a pressão arterial da minha mãe, que passou mal durante toda a noite do acontecido, além de ter se sentido envergonhada). Pedi para falar com o supervisor dos técnicos, levada pela emoção causada, a ideia era negociar e não prejudicar os funcionários. Atendeu um Sr. Ronaldo que supostamente deu liberdade para que seu funcionário negociasse o valor aberto com a cliente. A solução foi gerar uma duplicata no valor restante, mas anteriormente o Sr. Lucas Carvalho, se passando por técnico, chegou até a pressionar minha mãe a pedir cartão de crédito ou cheque com vizinhos, o que aumentou o desconforto de minha mãe. Exigi o contrato, e, finda situação, com os técnicos tendo já deixado a residência, li logo a primeira cláusula - quando entendi que, de fato, minha mãe havia sido induzida ao erro. Na tentativa de resolver a situação da melhor maneira, comuniquei-me com a empresa no dia posterior, 12 de agosto de *******, quando me surpreendi ainda mais. O Sr. Lucas é o dono da empresa, o que descobri por acaso no meio de tantos telefonema. A omissão da informação terminou de me demonstrar a má fé da empresa pela qual ele é responsável. Nessas tantas ligações, o próprio Sr Lucas atendia, mas transferindo o posicionamento para suposta secretário e outros. Foram vários telefonemas, cada um me encaminhava para um terceiro telefonema e nada resolvido. Devido a tal obstáculo, liguei para o suposto supervisor (cujo número de telefone ainda estava registrado no meu celular), quando surpreendentemente ele me disse que não era supervisor dos técnicos ali e que sequer o trabalho havia sido executado por meio de sua empresa (Soluções Desentupidora), alegando ter sido igualmente induzido ao erro pelo Sr. Lucas. Foi o momento em que percebi que não se tratou apenas de um desentendimento comercial, mas algo além. Ainda tentei comunicação com a empresa, quando o Sr. Lucas, por telefone, disse que iria estornar o valor pago e anular o valor a vencer. Ele pediu um prazo que se esgotaria no dia 17 de agosto de *******, e ficou exaltado quando perguntei porque ele foi dúbio quanto a sua identidade (nenhum documento formal de cancelamento foi emitido). Ele respondeu que não era obrigado a dizer que é dono. Findo prazo negociado de estorno, constatando a ausência deste, liguei uma última vez à empresa, quando atendeu o Sr. Eduardo, cujo telefone é informado no contrato da empresa bem como no material de divulgação. Eu perguntei sobre o Sr. Lucas e ele disse que não se encontrava, então, pensando em adiantar o assunto, me certifiquei se ele era responsável pela empresa. O Sr. Eduardo disse que não, mas insistiu sobre eu antecipar o assunto, o que me neguei, tendo recebido por parte dele uma reação igualmente exaltada e responsiva (ele alegava que a empresa tinha registro e que não havia problema nenhum com o procedimento, o qual nem mesmo foi narrado por mim a ele, demonstrando estar ciente do acontecido, mas, ao mesmo tempo, não se responsabilizando). Tendo ficado com receio até pela nossa segurança, acabei registrando o boletim de ocorrência numa delegacia, que qualificou a situação como [Editado pelo Reclame Aqui]. Igualmente, estou entrando com o processo por danos materiais e morais via Procon. Por recomendação do próprio policial que me atendeu, comunico o acontecido aqui no Reclame Aqui para tornar pública a má conduta da empresa, que se coloca dentro da casa das pessoas, no interior da intimidade delas.