LDS SERVIÇOS TERCEIRIZAÇÃO NO SUS DE JUNDIAPEBA MOGI DAS CRUZES

Não resolvido
Mogi das Cruzes - SP
17/08/2024 às 23:03
ID: 195444199
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Em plena temperatura de 6 graus, acompanhei meu esposo, que estava desde as 4 da manhã até o momento, 6:30, sofrendo de dor na costela. Acordei para trazê-lo à UPA de Jundiapeba. Quando chegamos, fui abordada pela segurança, uma mulher alta e morena, chamada THAI, que já trabalha em alguns plantões. Ela me disse que eu não poderia aguardar dentro do posto público, que estava praticamente vazio só havia um paciente além do meu esposo. A segurança disse que eu estava ocupando o lugar de outro doente, mesmo eu dizendo que sairia do posto quando alguém entrasse, ela se dirigiu a mim com palavras de baixo calão, mandando eu "ir para a [Editado pelo Reclame Aqui] que me pariu" em voz alta. Toda a recepção e uma enfermeira presenciaram a cena. Quando tentei conversar com ela, fui mandada "me foder" me oprimindo, constrangendo e descriminalizado. O próprio Pabllo é testemunha dessa situação.
Além disso, a segurança veio para cima de mim, como se fosse me intimidar. Mesmo com o posto vazio, tivemos que esperar três hora, porque os funcionários estavam ocupados com assuntos paralelos. A médica só nos atendeu porque fomos cobrar na sala, onde ela estava batendo papo com outra enfermeira. Não é de hoje a falta de comprometimento com os cidadãos. O posto não tem um supervisor presente, e os funcionários zombam da cara do público. Uma hora antes da troca de plantão, todos se juntaram em uma sala para conversar, eu vi o medico jogando no celular na troca de plantão. Eu vi isso acontecer. O local é completamente desorganizado e precisa de profissionais de qualidade.
É importante destacar que, por volta das 6:58, a segurança permitiu que um casal entrasse sem questionamentos. O acompanhante era um homem. O problema é que sempre são os mesmos funcionários, formando uma panelinha. A empresa que terceriza a segurança é a LDS.
Além disso, o casal que entrou tinha uma paciente chamada Letícia e o acompanhante era Lucas. Posteriormente, mais duas mulheres entraram uma paciente e uma acompanhante, a paciente aparentava ter uns 40 anos, que entraram sem nenhum questionamento. Os funcionários não têm um uniforme para identificação, parecendo pacientes, e muitos da recepção e segurança são desqualificados, fazendo piadas e discutindo assuntos irrelevantes o tempo todo, o que é um absurdo. A segurança ainda teve a audácia de dizer que já esperava um comportamento ruim de mim porque sou de Jundiapeba.
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Consideração final do consumidor
15/08/2026 às 04:30
Nada foi resolvido
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Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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