Empresa Não cumpre seus compromissos

Em réplica
Rio de Janeiro - RJ
29/07/2024 às 13:13
ID: 194022581
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesFiz uma viagem para Holambra em ******* com 2 amigos de um pequeno grupo de viagens (6 pessoas). Inicialmente o marido também ia, mas devido à um problema tive que cancelar a viagem dele com 7 dias de antecedência.
Perguntei se poderiam reembolsar a parte dele de R$ *******,00. Disseram que a parte já paga aos parceiros não era possível, e tinha uma multa de R$ *******,00, ou seja, dos R$ *******,00 ficariam retidos R$ *******,00 mas era possível devolver R$ *******,00. Eu concordei e o crédito ficou "anotado no computador" como disse o Sr. Eduardo.
No dia da viagem, chegamos cedo e ficamos entre os primeiros a entar no ônibus. PEDI, NÃO EXIGI, que o guia não ocupasse o assento do meu esposo uma vez que já estava pago e eu não teria reembolso, pois o ônibus é de parceiro, não da Leve Viagens ou que ocupasse o assento dele POR ÚLTIMO, se fosse necessário. Mas o guia fez o inverso, a próxima pessoa que entrou ele mandou sentar do meu lado. Eu expliquei o problema à pessoa e pedi que se sentasse atrás. A pessoa me deu razão e foi numa boa.
Uns 20 minutos depois o guia entrou e viu a moça sentada atrás e começou a falar que eu não podia fazer isso, etc. Eu repeti que o assento estava pago e ele começou a falar alto e dizer que eu não tinha pago nada. Eu argumentei, educadamente. Meu companheiro de viagem não gostou do jeito que ele falou comigo e gravou uma mensagem para a empresa dizendo que eu tinha razão, pois não recebi o reembolso, e não se deve agir assim com um cliente.
Pouco tempo depois o Sr. Eduardo me ligou me fazendo um monte de estupidez, dizendo que eu não ia receber nada, nem mesmo os R$ *******,00 que eu tinha direito. Eu argumentei com ele. Ele disse que eu não mando nada, quem decide é ele, etc. Meus amigos estavam do meu lado e ouviram tudo, ouviram que não gritei com ele, apenas argumentei, mas ele foi irredutível e desligou. Foi horrível. E depois de tudo isso sobrou 1 assento no nosso ônibus e 2 no segundo ônibus. Estragou minha viagem.
Fiz um pedido de reconsideração, mas a empresa não aceitou, se mantendo irredutivel.
Depois de um tempo resolvi deixar o assunto pra lá. Mas alguns meses depois meus amigos informaram que a Leve Viagens estava devendo a eles também referente a viagens que não aconteceram.
Decidi, então, entrar com ação para reaver os R$ *******,00 que eu tinha direito e danos morais a critério do juíz, que arbitrou em R$ 1.*******,00. Ganhei a ação, mas até hoje não consegui receber nada. Não há dinheiro nas contas. Ainda estou na batalha judicial.
O CNPJ da Leve Viagens que achei na JUCERJA era 26.*******.*******/*******62, nome fantasia, com razão social DRAGONS AGENCIA DE VIAGENS E TURISMO LTDA.
O estranho é que no dia do processo quem estava lá era outra pessoa: Thiago Rabello da Silva, não o Sr. Eduardo. O CNPJ juntado por eles na contestação 43.*******.*******/*******02. Mas os dois constam como Leve Viagens. Não entendo o porquê.
Durante o processo eu soube pelo grupo de vaigens que a empresa do Sr. Eduardo voltou a operar, agora com um grupo de transportes de turismo, não sei por qual CNPJ, e parece que querem compensar as pessoas com créditos para viagens.
O fato é que até hoje não consegui receber nem a parte que eu tinha direito ao reembolso.
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Resposta da empresa
17/02/2025 às 12:05
Olá Gelze! A mesma cancelou a viagem do seu conjuge em cima da hora por razões particulares e exigiu o próprio assento e acomodação. A mesma apresentou inverdades a justiça e seu caso ainda segue em juízo.
Réplica do consumidor
18/02/2025 às 17:55
Total inverdade. O processo já teve sentença, eu ganhei, a empresa foi condenada a pagar 1.*******,00 e pouco, e não paga!
Porque a empresa do Sr. Eduardo, a pessoa com quem tive a altercação e se colocou como dono da empresa, é de CNPJ diferente daquele do voucher, e o juízo não conseguiu fazer a penhora on line em nenhuma das contas, pois não tem dinheiro.
A impressão que dá é que o sr. Eduardo tem um CNPJ para receber intimação judicial, sem dinheiro na conta, e outro onde fica o dinheiro, onde ele recebe dos viajantes e paga aos parceiros.
O fato é que ele sabe que foi condenado a pagar o valor acima e até agora não disponibilizou o dinheiro para o juízo fazer a penhora online nem me chamou para resolver isso.