Imobiliária não aciona seguro, realiza cobranças indevidas e não resolve o problema há meses, gerando insatisfação do cliente.

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Goiânia - GO
04/05/2026 às 16:04
ID: 247668915
Imobiliária não aciona seguro, faz cobranças indevidas e não resolve há meses
Realizamos a entrega do imóvel no dia *****, dentro do prazo contratual, e desde então informamos à imobiliária que não teríamos condições de arcar diretamente com eventuais valores de saída, solicitando o acionamento do seguro garantia (Loft), conforme previsto em contrato.
Após contato direto com a Loft, fomos informados de que o acionamento do sinistro deve ser feito exclusivamente pela imobiliária. No entanto, até o momento, a imobiliária não realizou esse procedimento e continua realizando cobranças diretas, o que está totalmente em desacordo com o fluxo correto.
Além disso, os valores apresentados são inconsistentes, sem memória de cálculo clara, e incluem cobranças indevidas, como:
* Aluguéis posteriores à data de entrega do imóvel (*****), sendo que a não retirada das chaves ocorreu por responsabilidade da própria imobiliária
* Valores divergentes entre comunicações
* Cobrança de reforma/reparos sem detalhamento ou comprovação
A vistoria de saída apresentada também é abusiva, incluindo exigências como troca de portas e outros itens que claramente se enquadram como desgaste natural pelo uso, considerando que o imóvel foi entregue novo e utilizado por período regular.
Importante destacar que estamos tentando resolver a situação desde *****, porém a imobiliária:
* Não responde adequadamente via WhatsApp
* Demora excessivamente para responder e-mails
* Não apresenta documentação completa
* Não conduz o acionamento do seguro, como deveria
Diante disso, não reconhecemos os valores apresentados e solicitamos:
* Acionamento imediato do seguro junto à Loft
* Revisão completa da vistoria de saída com base na vistoria de entrada
* Apresentação de memória de cálculo detalhada
* Suspensão das cobranças indevidas
Caso não haja solução, tomaremos as medidas cabíveis junto aos órgãos de defesa do consumidor.
Aguardamos uma resolução urgente.