AGENTE DE SEGURANÇA COAGE PAIS DENTRO DO HOSPITAL CÂNDIDO FONTOURA

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São Paulo - SP

21/05/2024 às 21:43

ID: 189266437

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Prezados,
Eu e meu marido Everton Evaldo Passos Amorim, saímos de casa na segunda-feira (20/05), às 9h20, com o objetivo de levar nosso filho, o menor impúbere, Ravi Alves Passos Amorim, de 11 meses, para atendimento médico no Hospital Infantil Cândido Fontoura, na Mooca. Já é a segunda vez que levamos ele a atendimento médico nessa mesma unidade.
Assim como na vez anterior, entrei primeiro ao estabelecimento com o bebê no colo. Meu marido entrou posteriormente com os documentos e bolsa - que estava pesada -, já que o bebê apresentava diarreia e não estávamos próximos de casa, era preciso levar trocas de roupas, fraldas, mamadeira, e diversos outros objetos para uso, caso houvesse necessidade.
Peguei os documentos com meu marido, enquanto ele segurava o bebê sentado, e abri a ficha de atendimento. Ficamos aguardando atendimento na triagem. Enquanto aguardávamos, o agente de segurança Adercio nos indagou de forma ríspida e sem educação, que meu marido deveria sair do estabelecimento pois as normas do local era um acompanhante por paciente. Nos sentimos coagidos e humilhados já que, dentro do recinto, haviam outros casais com seus bebês de colo e somente nós havíamos sido convidados a se retirar, ainda mais daquela forma tão grosseira.
Como pessoas que pagam seus impostos e conhecem as leis de seu país, solicitamos que o segurança ligasse para uma viatura da PM, já que estávamos respaldados pela lei 14.*******, de 1 de junho de *******, art. 1, que garante às pessoas com criança de colo um acompanhante. Mesmo após a presença do agente público, os agentes de segurança Adercio e também Nilzo, desdenharam da força da lei, acreditando que normas particulares podem sobressair a normas de interesse público. É cabível ressaltar que o hospital estava vazio, sobrando cadeiras para sentar aos montes.
Esse fatídico caso me faz levantar alguns questionamentos referente ao treinamento dado aos funcionários pela empresa Lions Segurança. Os agentes de segurança não tem inteligência emocional para lidar com pessoas que estão ali no atendimento médico porque precisam de auxílio e não porque querem? Os agentes de segurança estão acima da lei? Os agentes de segurança da Lions Segurança são agentes públicos para gritarem, ordenarem ou mesmo coagirem pessoas de bem? Até quando outros pais terão que passar por isso e ter que encarar todos os dias esses mesmos agentes de segurança despreparados?
Peço, por favor e encarecidamente, que não sejam enviadas respostas padrões e ensaiadas. Quero que o retorno à essa reclamação seja feito em medidas eficientes e eficazes, caso contrário, farei valer meus direitos como cidadã que paga seus impostos.
Sem mais.
Atenciosamente,
Jennifer Alves da Silva

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