Funcionários despreparados na livraria Leitura do Shopping Tijuca

Não respondida
Rio de Janeiro - RJ
10/01/2025 às 15:22
ID: 206919727
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesCompro livros nas unidades da Ouvidor e do shopping Tijuca com bastante frequência, mas pela primeira vez precisei trocar um produto. Por volta das 18:30 do dia 09/01/25 me dirigi ao shopping Tijuca e fui direto na livraria Leitura procurando adquirir um baralho de tarô. Ao olhar as prateleiras escolhi uma caixa que continha um baralho de 78 cartas e um pequeno livro explicativo, no valor de R$*******,00. Após a compra, eu saí da loja e abri a caixa para ver as cartas, quando percebi que as mesmas não eram de tamanho padrão, e não me serviriam para o meu propósito. Olhei por fora da caixa e não havia nenhuma especificação. Só essa situação já me deixou bastante decepcionada, mas como confiava na loja, falei com um rapaz de crachá e casaco azul, que me pareceu ser o gerente pois a roupa dele era diferente dos demais. Ele muito prestativo examinou a caixa, examinou por dentro, verificou que não havia nenhum dano ao produto, até porque eu havia comprado há cerca de 10 min atrás, autorizou a troca e pediu somente que eu procurasse uma vendedora para "tirar a notinha". Procurei uma vendodedora, cujo nome eu não sei, aliás, eu todos os funcionários andam com o crachá virado para dentro, de forma que não é possível ver a identificação deles. Entreguei o produto sem nenhum dano nas mãos da vendedora que me pediu que a aguardasse, não que a acompanhasse, por isso eu fiquei parada onde estava e ela saiu do meu campo de visão. Após cerca de 15 minutos de espera fui à procura da funcionária e a encontrei no caixa, questionei a demora e se tinha havido algum problema com a troca, ela afirmou que não havia nenhum problema e que eu aguardasse mais uns minutinhos. Após todo esse tempo aguardando, outra funcionária, que estava no caixa, se apresentou como substituta da gerente, disse que não iria realizar a troca, pois a caixa estava com dano. Nesse momento, eu que possui uma doença grave no sistema nervoso central, comecei a tremer e ficar muito nervosa. Eu disse que não era possível, comecei a tentar me defender, pois aquilo era um absurdo. Não havia defeito algum quando o primeiro gerente examinou a caixa, nem quando eu entreguei nas mãos daquela funcionária. Devido a todo stress, acabei sofrendo um ataque epilético na loja, que me levou à inconsciência. Como não podia piorar, outras funcionárias chamada Carla e Bruna, uma delas alta, de cabelos castanhos, curtos, cacheados, pele parda, me ameaçou dizendo que se eu fizesse algo com a amiga dela eu iria me arrepender. Ficou me encarando com olhar intimidatório pela loja, com um comportamento de escárnio, desprezo e infantilizado. Questionei essa funcionária o que ela pretendia que ela era funcionária da loja, eu uma cliente, então ela bravou: " porque vc se acha melhor do que por isso"? Não consegui responder devido ao meu estado, mas obviamente estava me referindo ao fato de que não se espera aquele comportamento de um funcionário de uma livraria, além do mais, eu estava nervosa com motivos evidentes, e ninguém me amparou, nem mesmo quando avisei que não podia passar nervoso. No final das contas, o primeiro gerente que me atendeu realizou a troca. Eu espero uma posição do dono da loja. Eu tinha uma ligação afetiva com a livraria Leitura, que surgiu em um momento muito importante na minha vida. Eu amo livros e esperava mais humanidade e preparo de quem trabalha com produtos que pra mim são como joias. Estou extramente triste, decepcionada e horrorizada com essa situação que passei.