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Rio de Janeiro - RJ

06/09/2019 às 10:35

ID: 94930079

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Sou escritor e, no dia 24 de julho de *******, fiz um coquetel de lançamento do meu livro Eus, na livraria Prefácio. O ambiente é bonitinho, aconchegante, mas é o tipo de empresa que quer ganhar sempre e não se preocupa em cumprir o combinado. A obra, escrita e inteiramente custeada por mim, foi editada pela editora Albatroz. Decidi fazer o lançamento na Prefácio depois de haver visitado o local e ter ficado bem impressionado com o ambiente agradável e charmoso. Por exigência da livraria, tive que contratar o buffet da casa: uma mesa com pastas de 4 sabores, acompanhadas por alguns pães. Refrigerante e água. O custo do coquetel para 50 pessoas foi R$ *******,00, pagos através de um sinal de 50% (uma semana antes do evento recibo em anexo) e os demais 50% no dia do lançamento (infelizmente não peguei o recibo da segunda parcela, por não ter sido capaz de imaginar que poderia vir a precisar dele). Achei caro, mas concordei. Quanto à venda dos livros, a livraria estabeleceu como condição que (apesar de não haver realizado qualquer investimento na produção da obra) faturaria 50% do montante apurado durante o evento (proposta em anexo). Achei abusivo, mas também concordei. Os 50% restantes, segundo o acordo, ser-me-iam pagos 30 dias após o lançamento, sob a alegação de que há pagamentos em cartão, que demoram a cair na conta da livraria. Apesar de tudo, desejoso de realizar a festa no atraente local, acabei aceitando também esta condição. O problema maior, lamentavelmente, surgiu na hora do pagamento do que me é devido: estamos já no dia 6 de setembro e não consigo receber a minha parte. Venho ligando para o estabelecimento diariamente há mais de 10 dias, mas o prometido depósito da quantia que me cabe não se realiza. O gerente se desculpa, se constrange, promete solução, diz que já falou com o dono, mas nada se resolve... Eu mesmo já falei com o dono, que prometeu autorizar o depósito na minha conta no dia seguinte. Nada aconteceu. Ora, ter que implorar para receber 50% do valor das vendas de um livro inteiramente escrito e produzido por mim, vendidos exclusivamente aos meus convidados, passados já mais de 40 dias do lançamento, parece-me completamente descabido, desnecessário e injusto. A livraria fez várias e rigorosas exigências, mas não consegue ter honestidade suficiente para cumprir sua parte no acordo. Portanto advirto não façam como eu: não se deixem seduzir pela boa aparência do local; atentem para a minha denúncia e evitem o dissabor de lidar com uma empresa que não honra seus compromissos.

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