Lojas Cem: Indignação com condução de caso após acidente, falta de transparência e respeito.

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São Paulo - SP

06/07/2026 às 10:36

ID: 253170171

Venho, mais uma vez, registrar minha indignação com a condução deste caso, pois, além do acidente em si, sinto que fui tratada com total falta de transparência e respeito durante todo o processo.

No dia 26/06/2026, registrei uma reclamação junto às Lojas Cem. Em 30/06/2026, o funcionário Elio entrou em contato comigo informando que encaminharia a ocorrência para a equipe de Itapetininga/SP, cidade onde ocorreu o acidente e onde atualmente resido.

Posteriormente, no dia 03/07/2026, recebi uma ligação do senhor Jefferson, que se apresentou como proprietário do veículo envolvido. Durante a conversa, afirmou que havia conversado com o motorista, obtido as imagens das câmeras de segurança e que essas imagens já haviam sido analisadas pelo corretor e pela seguradora, que teria recusado o sinistro por entender que eu realizei a manobra em local inadequado.

Como qualquer pessoa faria, solicitei o número do sinistro e o nome da corretora para confirmar essas informações. Para minha surpresa, o senhor Jefferson não soube fornecer nenhum dado e apenas orientou que eu procurasse o corretor.

No dia 06/07/2026, entrei em contato com o corretor e fui surpreendida com uma informação completamente diferente. Ele esclareceu que o processo de sinistro nunca foi aberto junto à seguradora. Informou que apenas recebeu algumas imagens enviadas pelo senhor Jefferson e que houve uma conversa informal, baseada nas imagens e na versão apresentada pelo motorista. Em outras palavras, a seguradora jamais analisou oficialmente o caso e jamais recusou o sinistro, como haviam me afirmado.

Fiquei extremamente constrangida ao perceber que tentaram me convencer de que eu era a única responsável pelo acidente utilizando informações que não eram verdadeiras. Em nenhum momento houve uma apuração técnica, imparcial ou oficial dos fatos. A única versão considerada foi a do motorista.

Também chama a atenção o fato de que ninguém analisou a conduta do motorista, que não aguardou a conclusão da manobra que eu já estava realizando e trafegava em velocidade incompatível com a situação, comportamento que ele próprio admitiu no momento do acidente. Eu transportava um passageiro e jamais faria uma manobra colocando vidas em risco. Fiz a conversão com cautela e segurança.

Como mulher, senti-me em uma posição de extrema vulnerabilidade ao receber uma ligação em que tentavam me convencer de que eu estava errada, afirmando que a seguradora já havia decidido contra mim, quando essa decisão sequer existia. A sensação foi de estar sendo pressionada a aceitar uma culpa que ainda nem havia sido apurada oficialmente. É muito difícil não enxergar essa postura como uma tentativa de intimidação, especialmente quando parte de pessoas que detinham mais informações e buscavam me fazer acreditar que não havia mais nada a ser discutido.

O mais grave é que, ao invés de seguirem o procedimento correto, comunicando o sinistro para que a seguradora realizasse uma análise técnica e imparcial, preferiram construir uma narrativa baseada apenas na versão do motorista e transmiti-la como se fosse uma decisão definitiva.

Não aceito esse tipo de tratamento. Exijo que os fatos sejam apurados de forma séria, transparente e imparcial. Espero que as Lojas Cem adotem as providências cabíveis, pois além dos prejuízos materiais decorrentes do acidente, tive que lidar com informações contraditórias, falta de transparência e uma abordagem que me fez sentir coagida e desrespeitada na busca pelos meus direitos.

Obs: tenho em posso o áudio do Proprietário Jefeferson, [Editado pelo Reclame Aqui] do informando que o corretor e a seguradora negaram o pedido.

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